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Hora de abrir os olhos para a dificuldade dos deficientes visuais

04 de maio de 2011 0

Foto João Carlos Pereira, divulgação

Foto divulgação

O deficiente visual Elias Ricardo Diel, conhecido como Figue, foi com seu cão guia Winter até a Assembleia Legislativa para tentar sensibilizar os deputados a trabalharem pela Escola de Cães Guia Helen Keller, de Balneário Camboriú.

Única do Brasil reconhecida pela Federação Internacional de Cães Guia, a Escola passa por dificuldades financeiras para custear suas despesas mensais e precisa de recursos para construir o centro de treinamento. Figue é um exemplo de superação: é professor de ioga, surfa e faz escaladas (segunda foto).

Hoje tem o próprio cão guia, a Winter, que chamou bastante atenção pelos corredores da Alesc, mas há centenas de deficientes visuais no Estado que esperam por um cão que possa lhes dar autonomia e independência. O convite à Assembleia foi do Deputado Dado Cherem.(PSDB), que está buscando, via governo do Estado, convênios para que a Escola se mantenha e, em contrapartida, possa treinar cães guia para destinar aos deficientes visuais carentes.

Aliás, parece que os parlamentares, finalmente, abriram os olhos para as dificuldades enfrentadas pelos deficientes físicos em Santa Catarina. Angela Albino (PC do B) também está trabalhando pela Associação Catarinense para Integração do cego (Acic), com base no relato da coluna Visor de domingo, sobre as consequências da falta de dinheiro para a entidade.

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