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Exibição de A Antrópologa provoca reclamações no Beira-mar Shopping

29 de agosto de 2011 0

Reproduzo abaixo, na íntegra, dois e-mails de leitoras revoltadas com o tratamento no cinema do Beira-mar Shopping, sábado, à tarde, durante a sessão de A Antropóloga:

Senhor jornalista Rafael Martini, responsável por esse prestigiado espaço jornalístico democrático e, aberto aos problemas e demandas da sociedade catarinense, a fundamental coluna VISOR, deste diário catarinense.

Na posição de amante das artes em geral, do cinema em particular, me dispus a assistir ao mais recente longa metragem catarinense – A ANTROPÓLOGA – , na sessão de 18:50, de sábado 27 de agosto na sala 5 do Cine Beira Mar Shopping.
Numa platéia de uns quarenta e tantos espectadores pagantes, a projeção começou não muito bem, com as imagens do filme indo piorando gradativamente, a ponto de se tornarem impossível de serem visualizadas, repito senhor jornalista Martini, eram impossíveis de serem distinguidas, parecendo manchas disformes na tela, um horror, um absurdo, um verdadeiro desrespeito para com as pessoas que saíram de suas casas, para consumirem arte, e são recebidas com total descaso e desrespeito por parte dos responsáveis pela projeção e a gerência do Cinema 5, do Beira Mar Shopping.
Ah, esclareço também, que um dos atores do elenco do filme em questão, no caso A Antropóloga, estava na platéia como espectador pagante e – após suportar o insuportável -, dirigiu-se a gerência, na posição de nosso “porta-voz“, e testemunha também, como espectador – público pagante, do desrespeito por parte dos responsáveis por esse cinema da péssima e ultrajante projeção cinematográfica, sem preocupação nenhuma por parte dos responsáveis da sala cinematográfica em questão, com a correção desta mesma projeção, desrespeito esse para com o trabalho dos atores do elenco do filme e demais membros da sua equipe técnica. 
Senhor jornalista a projeção parou por alguns minutos, depois continuou e, aí sim, foi piorando cara vez mais, com as imagens totalmente difíceis e impossíveis de serem vistas e percebidas.
Resultado: uma frustração total e a maioria das pessoas exigindo seus R$ 20,00 do valor do ingresso pago na bilheteria e, absurdo dos absurdos,  o gerente do cinema ainda querendo chamar seguranças, com o nítido propósito de ameaçar nos a nós público espectador e ao ator ilhéu Ricardo Gullart, participante do elenco da produção.
Saí de casa para absorver boa arte, e, voltei indignada e me sentindo desrespeitada como cidadã, por parte dos responsáveis pela gerência do Cinema 5 do Beira Mar Shopping. Agradeço a atenção e a consideração por este e-mail protesto enviado.
Tainá Aparecida Barboza, acadêmica do curso de Química da UFSC

 

Ao Dgmo Sr. jornalista, Rafael Martini, da coluna VISOR, venho através deste deixar lavrado aqui o meu protesto e indignação, pelo DESRESPEITO por parte da gerência e dos responsáveis pelo cinema nº 5, do Beira Mar Shopping, na sessão de sábado 27 de agosto último, do horário das 18:50, do filme longa metragem catarinense A ANTROPÓLOGA.
Sai de minha casa, com o objetivo de assistir à um filme cercado dos mais elogiosos comentários criticos e, senhor jornalista, eu na condição de espectadora e o restante da audiência presente à sessão, fomos desrespeitados com uma péssima e irresponsável projeção, horrível sob todos os aspectos, impossíveis de serm visualizadas as imagens que ns levariam à compreensão da bela estória, baseada nos pressupostos da Cultura Popular e do folclore catarinense.
A frustação, a insatisfação e, por último a irritação por parte do público pagante, levou-nos à uma reclamação firme ao gerente do cinema. Projeção interrompida.
Retomada a projeção, foi a mesma coisa que não tivessemos reclamado pela melhoria da projeção do filme em questão, aí que piorou de vez, sendo uma verdadeira tortura visual ter de suportar sombras disformes, acabando literalmente com o trabalho de nossos artistas locais.
Ao final prezado senhor jornalista, para se ter uma ideia do assinte, e do descaso para com nós espectadores pagantes, era impossível ler-se os créditos finais do filme.
Fim da estória: – Todo mundo indignadíssimo à exigir o seu dinheiro na bilheteria, e o senhor gerente ainda bancando o facistóide autoritário, ameaçando com o chamar dos seus seguranças que, quando perceberam o estado de indignação das pessoas, ficaram quietinhos como coelhinhos docéis, porque o caldo iria engrossar, pela insatisfação geral das pessoas sentindo-se literalmente desrespeitadas e ultrajadas pela lamentável e ultrajante prejeção do filme que pagarm para assistir.
Gratíssima pela atenção e consideração à este e-mail.

Respeitosamente,

 

Rafaella Tavares



A assessoria do shopping informa quem, realmente, ocorreram problemas com a película no sábado. Dos 30 ingressos vendidos, 25 já foram trocados e os outros cinco podem procurar o cinema para efetuar a troca. Na sessão de domingo, o problema já teria sido resolvido

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