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Posts de agosto 2011

Guga 2016

31 de agosto de 2011 0

Bastou o ex-tenista escrever em sua conta no twitter @gugakuerten uma crítica à absolvição da deputada Jaqueline Roriz para ganhar força, novamente, a boataria de que ele estaria ingressando na vida política. Bobagem. O blog do Visor apurou que ele está, mais do que nunca, envolvido com o tênis. Ele é o principal nome do COB para a organização desta modalidade esportiva nas Olimpíadas de 2016. O restante é especulação de político tentando tirar uma casquinha na imagem do número 1 no coração dos catarinense.

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Negligência ou crime?

30 de agosto de 2011 0

A morte  de um cidadão no terminal de integração do Centro de Florianópolis,  ocorrida  hoje, revela a necessidade urgente do cumprimento da Lei Complementar 235/2006 de autoria do vereador Aurélio Valente (PP). Lei esta que determina a obrigatoriedade de aparelho desfibrilador externo automático nas dependências de locais com concentração/circulação média diária de 500 ou mais pessoas no âmbito do Município de Florianópolis.Com a falta do aparelho, segundo o vereador Aurélio, o fato poderia ser considerado uma fatalidade se não fosse a negligência do município em cumprir com o que determina a lei.

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Sindicatos tentam barrar vendas das ações de Celesc e Casan

29 de agosto de 2011 0

A proposta de venda das ações da Casan e da Celesc, projeto mais polêmico em tramitação na Assembleia Legislativa atualmente, tem tudo para se transformar numa batalha jurídica. Há poucos instantes, dirigentes do sindicato dos trabalhadores das duas empresas entraram com Mandado de Segurança no Tribunal de Justiça, com pedido de liminar, para tentar retirar a matéria do regime de urgência.

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Exibição de A Antrópologa provoca reclamações no Beira-mar Shopping

29 de agosto de 2011 0

Reproduzo abaixo, na íntegra, dois e-mails de leitoras revoltadas com o tratamento no cinema do Beira-mar Shopping, sábado, à tarde, durante a sessão de A Antropóloga:

Senhor jornalista Rafael Martini, responsável por esse prestigiado espaço jornalístico democrático e, aberto aos problemas e demandas da sociedade catarinense, a fundamental coluna VISOR, deste diário catarinense.

Na posição de amante das artes em geral, do cinema em particular, me dispus a assistir ao mais recente longa metragem catarinense – A ANTROPÓLOGA – , na sessão de 18:50, de sábado 27 de agosto na sala 5 do Cine Beira Mar Shopping.
Numa platéia de uns quarenta e tantos espectadores pagantes, a projeção começou não muito bem, com as imagens do filme indo piorando gradativamente, a ponto de se tornarem impossível de serem visualizadas, repito senhor jornalista Martini, eram impossíveis de serem distinguidas, parecendo manchas disformes na tela, um horror, um absurdo, um verdadeiro desrespeito para com as pessoas que saíram de suas casas, para consumirem arte, e são recebidas com total descaso e desrespeito por parte dos responsáveis pela projeção e a gerência do Cinema 5, do Beira Mar Shopping.
Ah, esclareço também, que um dos atores do elenco do filme em questão, no caso A Antropóloga, estava na platéia como espectador pagante e – após suportar o insuportável -, dirigiu-se a gerência, na posição de nosso “porta-voz“, e testemunha também, como espectador – público pagante, do desrespeito por parte dos responsáveis por esse cinema da péssima e ultrajante projeção cinematográfica, sem preocupação nenhuma por parte dos responsáveis da sala cinematográfica em questão, com a correção desta mesma projeção, desrespeito esse para com o trabalho dos atores do elenco do filme e demais membros da sua equipe técnica. 
Senhor jornalista a projeção parou por alguns minutos, depois continuou e, aí sim, foi piorando cara vez mais, com as imagens totalmente difíceis e impossíveis de serem vistas e percebidas.
Resultado: uma frustração total e a maioria das pessoas exigindo seus R$ 20,00 do valor do ingresso pago na bilheteria e, absurdo dos absurdos,  o gerente do cinema ainda querendo chamar seguranças, com o nítido propósito de ameaçar nos a nós público espectador e ao ator ilhéu Ricardo Gullart, participante do elenco da produção.
Saí de casa para absorver boa arte, e, voltei indignada e me sentindo desrespeitada como cidadã, por parte dos responsáveis pela gerência do Cinema 5 do Beira Mar Shopping. Agradeço a atenção e a consideração por este e-mail protesto enviado.
Tainá Aparecida Barboza, acadêmica do curso de Química da UFSC

 

Ao Dgmo Sr. jornalista, Rafael Martini, da coluna VISOR, venho através deste deixar lavrado aqui o meu protesto e indignação, pelo DESRESPEITO por parte da gerência e dos responsáveis pelo cinema nº 5, do Beira Mar Shopping, na sessão de sábado 27 de agosto último, do horário das 18:50, do filme longa metragem catarinense A ANTROPÓLOGA.
Sai de minha casa, com o objetivo de assistir à um filme cercado dos mais elogiosos comentários criticos e, senhor jornalista, eu na condição de espectadora e o restante da audiência presente à sessão, fomos desrespeitados com uma péssima e irresponsável projeção, horrível sob todos os aspectos, impossíveis de serm visualizadas as imagens que ns levariam à compreensão da bela estória, baseada nos pressupostos da Cultura Popular e do folclore catarinense.
A frustação, a insatisfação e, por último a irritação por parte do público pagante, levou-nos à uma reclamação firme ao gerente do cinema. Projeção interrompida.
Retomada a projeção, foi a mesma coisa que não tivessemos reclamado pela melhoria da projeção do filme em questão, aí que piorou de vez, sendo uma verdadeira tortura visual ter de suportar sombras disformes, acabando literalmente com o trabalho de nossos artistas locais.
Ao final prezado senhor jornalista, para se ter uma ideia do assinte, e do descaso para com nós espectadores pagantes, era impossível ler-se os créditos finais do filme.
Fim da estória: – Todo mundo indignadíssimo à exigir o seu dinheiro na bilheteria, e o senhor gerente ainda bancando o facistóide autoritário, ameaçando com o chamar dos seus seguranças que, quando perceberam o estado de indignação das pessoas, ficaram quietinhos como coelhinhos docéis, porque o caldo iria engrossar, pela insatisfação geral das pessoas sentindo-se literalmente desrespeitadas e ultrajadas pela lamentável e ultrajante prejeção do filme que pagarm para assistir.
Gratíssima pela atenção e consideração à este e-mail.

Respeitosamente,

 

Rafaella Tavares



A assessoria do shopping informa quem, realmente, ocorreram problemas com a película no sábado. Dos 30 ingressos vendidos, 25 já foram trocados e os outros cinco podem procurar o cinema para efetuar a troca. Na sessão de domingo, o problema já teria sido resolvido

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MPF defende direito à livre manifestação no clássico

26 de agosto de 2011 4

A Defensoria Pública da União e outros três procuradores da República de Joinville ajuizaram ontem uma ação civil pública contra o presidente da Federação Catarinense de Futebol, Delfim de Pádua Peixoto. Eles querem assegurar o direito à livre manifestação no Orlando Scarpelli, neste domingo, contra o presidente da CBF Ricardo Teixeira. Garantia, diga-se de passagem, constitucional.

Eles também encaminharam uma recomendação formal à FCF e ao governo do Estado, orientando para que não ocorra nenhum tipo de censura no estádio. Mário Sérgio Ghannagé Barbosa, procurador da República, disse que a manifestação de Delfim, além de arbitrária é uma piada de mau gosto.

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Ministro da Justiça vem a Floripa

25 de agosto de 2011 0

  O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, estará em Florianópolis nesta sexta-feira para, junto com o governador Raimundo Colombo, assinar o Termo de Acordo e Cooperação para a adesão de Santa Catarina na Campanha Nacional do Desarmamento – Tire uma arma do Futuro do Brasil. O ministro participa, ainda, da primeira reunião do Gabinete de Gestão Integrada – Estadual (GGI-E), que acontece no Centro Administrativo do Governo do Estado, a partir das 17 horas. Na ocasião o governador Raimundo Colombo assina o decreto de reformulação do Gabinete de Gestão Integrada, o GGI. O ministro será recepcionado pelo governador Raimundo Colombo e o secretário da Segurança Pública, César Augusto Grubba. 

Santa Catarina é o 18º Estado a aderir a campanha. Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Bahia, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe já assinaram acordos semelhantes. Com isso, o estado se compromete a ampliar a rede de coleta de armas. Não apenas as Polícias Federal e Rodoviária Federal ficam responsáveis por receber os armamentos e munições.

 A campanha entrou em vigor em todo o país em 6 de maio. Desde então, já foram recolhidas cerca de 16 mil armas. A ação tem quatro novidades em relação às anteriores: anonimato para quem entregar a arma; inutilização imediata do artefato; agilidade no pagamento da indenização (que pode ser sacada após 24 horas e em até 30 dias); e ampliação da rede de recolhimento de armas.

Estudos como o Mapa da Violência 2011, elaborado pelo Ministério da Justiça e o Instituto Sangari, mostram que, quando há campanhas de desarmamento no país, os índices de criminalidade e homicídios diminuem.

 

O QUE SÃO OS GGIs

Os Gabinetes de Gestão Integrada, os GGIs, articulam instituições das diversas esferas de governo em um diálogo sobre a redução da violência e criminalidade. São fóruns executivos e deliberativos que têm como missão integrar os órgãos federais, estaduais e municipais, priorizando o planejamento e a execução de ações de prevenção e enfrentamento.

Os GGIs estaduais melhoram a articulação entre polícias civil e militar, bombeiros, guarda municipal, Polícia Federal e Rodoviária, e outras instituições de segurança. Essa integração permite aperfeiçoar a gestão da segurança pública e responder com mais rapidez às demandas da área.

 Em Santa Catarina, o GGI foi instituído em 2005, através do decreto número 3.094, de 28 de Abril. Tem como objetivo prevenir, reduzir e controlar a criminalidade e a violência em Santa Catarina. Ó GGI é formado por membros natos e convidados. Fazem parte do Gabinete, na condição de membros natos, a cúpula da Secretaria da Segurança Pública mais os diretores de área e o Corregedor Geral da SSP. Entre os convidados estão a Secretaria da Justiça e Cidadania, Secretaria da Defesa Civil, Poder Judiciário, Ministério Público Estadual, Agência Brasileira de Inteligência e os superintendentes das polícias Federal e Rodoviária Federal.

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Catarinense é convocado para o Mundial de Remo

25 de agosto de 2011 0

divulgação

O catarinense André Dutra é um dos atletas selecionados pela Confederação Brasileira de Remo para compor a equipe do barco quatro com timoneiro que representará o país no Campeonato Mundial em Bled, na Eslovênia. O Mundial ocorrerá de 28 de agosto a 3 de setembro e classificará os oito primeiros colocados para os Jogos Paraolímpicos de Londres 2012.

A equipe brasileira é composta por André Dutra (SC), Regiane Nunes (SP), Norma Moura (SC), Nilton Padilha (RN), o timoneiro Maurício Abreu (RJ), Claudia Santos (SP) e Luciano Luna (SP). Antes de embarcar para o Mundial, eles se reunirão em São Paulo para treinar entre os dias 17 e 21 de agosto.

Dutra integra o Projeto “Rumo à Vitória”, um investimento de R$ 1 milhão do governo do Estado para contribuir com a formação e o aperfeiçoamento de 78 atletas que representam Santa Catarina.

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Sobe para 100 o número de hospitais no mutirão das cirurgias

24 de agosto de 2011 0

Essa semana subiu de 77 para 100 o número de hospitais que aderiram ao Projeto Estadual de Cirurgias Eletivas do governo do Estado, o que representa metade das instituições hospitalares de Santa Catarina. O secretário Dalmo Claro de Oliveira, que está em Brasília participando da reunião do Conass e tentando captar mais recursos financeiros para as cirurgias eletivas no Estado, espera mais adesões para os próximos dias e acredita em um envolvimento ainda maior das entidades médicas.

– Independente de conseguirmos mais recursos junto ao Ministério da Saúde, o projeto de mutirão do governo estadual já dispõe de R$ 20 milhões para a realização de 22,6mil cirurgias. E temos certeza de que atingiremos a meta e diminuiremos a fila de espera em Santa Catarina – enfatiza Dalmo Claro de Oliveira.

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Segue impasse do mutirão de cirurgias

23 de agosto de 2011 1

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina esteve reunido, na noite desta segunda, dia 22, com o secretário estadual de Saúde, Dalmo Claro de Oliveira e com representantes da Associação e da Federação dos Hospitais do Estado. O encontro que pretendia chegar a um consenso sobre a remuneração e condições de trabalho dos médicos durante o mutirão de cirurgias proposto pelo governo catarinense ainda não tem um desfecho.

“O sucesso do mutirão de cirurgias passa por uma remuneração e condições de trabalho médico adequados. Sem isso corre o risco de não haver adesão da categoria médica. Não podemos recomendar aos médicos que participem do mutirão com valores que se assemelham à defasada tabela do SUS. Lembramos que não somos contra o mutirão. Ele é necessário. Mas para ter sucesso tem que ser planejado da forma que todos sejam contemplados de forma justa”, afirma o presidente do Sindicato dos Médicos de Santa Catarina (Simesc), Cyro Soncini.

 Durante a reunião, o secretário de Saúde propôs que o valor de R$ 200, que seria primeiramente dividido entre médicos e hospitais para a realização do procedimento cirúrgico, seja repassado aos médicos. “Propomos agora R$ 100 para os hospitais e R$ 200 para os médicos”, disse Dalmo de Oliveira.

 O presidente do Simesc pensa que o avanço da negociação possa vir de Brasília. O secretário de Saúde participa na quarta e quinta-feira de reuniões na capital federal. “ Nossa contra-proposta é que se consiga viabilizar um determinado número de cirurgias para este ano de forma que possamos ter uma remuneração médica e hospitalar adequados. E que em 2012 seja feito o restante com o que será repassado pelo governo federal. Estão insistindo em cima de valores que os médicos não devem acatar”, disse Soncini. 

A presidente da Associação Catarinense de Medicina, Márcia Regina Ghellar reforçou que a nova proposta ainda não é uma solução. “Para estimularmos os colegas temos que ter um incentivo financeiro para que a campanha do governo atinja o objetivo que é a população que aguarda na fila de espera. O objetivo de todos é dar assistência, mas com remuneração e trabalho decentes”, reforçou. 

Tércio Karsten, da Federação dos Hospitais, lembrou que o mutirão é resultado de um represamento das cirurgias eletivas que não são realizadas pela baixa remuneração do SUS. “O prêmio que o governo estipulou – a cada 50 cirurgias R$ 10 mil é insuficiente para a contratação dos médicos”, garante, mas afirma que os hospitais estão prontos para atender a demanda. 

Um novo encontro entre as três entidades – médicos, hospitais e secretaria de Saúde deverá acontecer após o retorno do secretário de Brasília.

 Representando o Cosemesc, participaram da reunião o presidente do Simesc, a presidente da ACM, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (Cremesc), Ricardo Polli, o vice-presidente do Simesc, Vânio Lisboa e o secretário geral do Simesc, César Ferraresi. 

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Defesa faz contestação de 3,5 mil páginas, mas não leva

22 de agosto de 2011 0

Seguradora apresenta contestação de 3.586 páginas, mas ainda assim não se livra de condenação

Sob a relatoria do desembargador Luiz Fernando Boller, na última quinta-feira (18/08/2011), a 4ª Câmara de Direito Civil do TJSC, por votação unânime, negou provimento a recurso de apelação cível interposto pela Companhia Excelsior de Seguros S/A., mantendo inalterada a obrigação de pagar à Sociedade Divina Providência-Hospital Santa Isabel, de Blumenau-SC, o valor de R$ 18.630,03 monetariamente corrigido e acrescido dos juros de mora.

Em seu voto, o desembargador Boller registrou que o hospital apresentou “demonstrativos individualizados do atendimento prestado a cada um dos segurados”, ao passo que, conquanto a seguradora tenha afirmado que dispõe de “quadro profissional técnico especializado, experiência na regulação de sinistros e na liquidação dos danos deles decorrentes e acesso à planilha de custos e insumos dos profissionais e estabelecimentos médico-hospitalares”, deixou de apresentar qualquer elemento capaz de evidenciar fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito da entidade hospitalar.

Boller ressaltou, ainda, que “o mínimo de consistência que se poderia esperar de sua oposição, seria a juntada de cada um dos procedimentos de regulação de sinistro, nada impossível ou dificultoso para uma instituição que, dentro do exíguo prazo legal de 15 dias, externa capacidade de apresentar contestação escrita compreendendo nada mais, nada menos que 3.586 páginas de argumentos”.

Destacando, ainda, o tempo despendido pelos advogados procuradores da Sociedade Divina Providência-Hospital Santa Isabel, para o estudo das 3.586 páginas da contestação oferecida pela Companhia Excelsior de Seguros S/A. – subscrita pelos advogados João Barbosa e Gustavo Saldanha Suchy -, o magistrado entendeu bastante módica a fixação dos honorários sucumbenciais em apenas 15% do valor da condenação, avultando que “essa hercúlea tarefa certamente exigiu organização técnica, ímpar atenção e sobre-humana dedicação, o que conduz à constatação de que a remuneração profissional dos patronos do nosocômio apelado poderia ter sido até mesmo fixada no máximo legal, sem que se vislumbrasse excesso”.

Reiterando sua preocupação com os expedientes utilizados pelos litigantes para postergar a prestação definitiva da tutela jurisdicional, o desembargador Luiz Fernando Boller renovou sua esperança num cenário de maior celeridade e efetividade, com disposições legislativas que promovam o fim da era de eternização dos litígios, impondo a cada empresa ou particular a assunção voluntária de suas responsabilidades contratuais ou extracontratuais, relegando ao Judiciário a discussão de temas efetivamente relevantes, que realmente necessitem da intervenção judicial.

Boller destacou que não se mostra razoável a apresentação de 3.586 páginas de contestação – mais do que toda a obra “Sistema di Diritto Processuale Civile”, do autor italiano Francesco Carnelutti, que, em 4 volumes, limita-se a 3.458 páginas – numa demanda relativamente simples, calcada em fato diuturnamente apreciado pelos Tribunais pátrios, concluindo que tal expediente possui o nítido condão de tornar o processo uma causa intrincada e demorada, o que, felizmente, não ocorreu, visto que, recebido no 2º Grau em 20/04/2011, o processo foi analisado, processado e decidido em menos de 4 meses (Apelação Cível nº 2011.025704-3).

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