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Protesto transforma Zona Azul em "Zona Verde"

11 de novembro de 2011 25

Um grupo de amigos resolveu realizar uma manifestação pacífica e muito criativa no Centro de Floripa, hoje pela manhã. Os jovens ocuparam duas vagas do estacionamento Zona Azul na Rua Adolfo Melo (ao lado do Ceisa Center) e forraram com tapete tipo grama sintética, colocaram bancos de praça e ficaram por ali sentados, com suas bicicletas, skate, patinete, rollers e até uma prancha de surfe. A ideia era transformar a Zona Azul em “Zona Verde” ou “Zona na Grama”, brincaram. Eles disseram que iriam sair somente no meio da tarde desta sexta. Várias pessoas pararam para conversar e até os incentivaram para repetir a manifestação em uma área mais central.

comentários

Comentários (25)

  • sissa diz: 11 de novembro de 2011

    Adorei a idéia, porque Florianópolis está se tornando num grande estacionamento privado. Quando quero ir ao centro fazer compras penso muito e depois desisto. Só de pensar o quanto é difícil estacionar no centro…desanimo.

  • Renato Henrique Luz diz: 11 de novembro de 2011

    Deve ser legal ficar em cima de uma grama de mentirinha, tocando o meu violão e gravando tudo com o meu supercelular ultimeit genereition. Mas aí, se quiserem estou alugando campos de grama de verdade para “roçar”!

  • Gabriel Vanini diz: 11 de novembro de 2011

    Olá, Rafael !
    Permita-me contar melhor o que aconteceu no dia de hoje.
    O Coletivo Sem Fronteiras realizou essa intervenção com o objetivo de criar uma reflexão sobre os espaços públicos em nossa cidade.
    Agradecemos nosso caro amigo ali sentado, que lhe enviou essa notícia.
    Acredito que pequenas atitudes contagiam pessoas a serem melhores.

    Relatamos essa experiência em nossa página :
    http://coletivosemfronteiras.wordpress.com/2011/11/11/intervencao-vaga-viva-picnic-na-zona/

    Obrigado e até breve !

  • Ernesto São Thiago diz: 11 de novembro de 2011

    Se “queimaram” os respectivos cartões de Zona Azul pelo intervalo que permaneceram e respeitaram o tempo máximo permitido para ocupar as vagas, mandaram bem. Do contrário, resta dizer que os fins não justificam os meios.

  • Thiago diz: 11 de novembro de 2011

    Demais a ideia! Nota 10 pela criatividade!!!!

  • Döll/Ecochannel diz: 11 de novembro de 2011

    Brilhante…Sem fronteiras…A mesma coisa deve ser feita por um grupo gigante em um local bem apropriado e que pede também uma atitude tão magnífica; Ponta do Coral

  • Luis diz: 11 de novembro de 2011

    Na terra da Moeda Verde e do Tapete Preto, transformar a zona azul em verde foi uma excelente e pioneira idéia. Que outras mobs assim aconteçam e que salvemos um pouquinho de cidadania no meio de tanta destruição e corrupção. Aquele vereador, operador do mensalão da construção civil e pivô da Moeda Verde, saiu-se com essa uma vez, “a cidade não precisa de parques e áreas verdes, já tem as praias…”, lembram? É assim que pensam os dementes despachantes da máfia imobiliária!

  • Larissa Vidal diz: 11 de novembro de 2011

    É necessário forçar a prefeitura desenvolver projetos que incentivem transportes como bicicletas e transporteS coletivos, pois do jeito que vão as coisas na prefeitura de Florianópolis teremos calçadões transformados em estacionamentos da zona Azul.
    Parabéns pelo protesto, sabe-se que a zona azul foi criada para dar rotatividade no estacionamento na área central e hoje podemos deixar o carro o dia todo na vaga e apenas pagar uma taxa de 10,00 reais na administração da zona azul e pronto. O que é isso? ARRECADAÇÃO E não rotatividade.

  • Sandro diz: 11 de novembro de 2011

    Na próxima me convidem. Quero ir aí tocar um violão e participar desse espaço pela melhoria da cidade. Parabéns;

  • Alexandre Silveira diz: 11 de novembro de 2011

    Muito boa iniciativa, gostei, nota 10. Pagamos todos nossos impostos e quando queremos fazer uma volta no centro temos que pagar para deixar o carro na rua. Se ao menos tivessemos transporte coletivo de qualidade ainda teriamos a opção, mas não é a realidade que vivemos.

  • João diz: 11 de novembro de 2011

    Bando de maconheiros!!!

  • Cristiane Silveira diz: 11 de novembro de 2011

    Ótima ideia! Ótima intervenção! Para aqueles que querem apenas criticar, digo que é muito melhor fazer algo para que as pessoas reflitam sobre que Florianópolis queremos para o futuro do que ficar falando palavras agressivas, que não acrescentam em nada. Acho engraçado que todos gostam de reclamar de políticos, de má administração e todo aquele blá blá blá.. Mas na hora de fazer algo, ficam inertes e além disso, criticam a dinâmica e a criatividade do outro.

  • Gil Prado diz: 11 de novembro de 2011

    Em um Brasil que cavalga a passos largos atrás do DESENVOLVIMENTO… é esparançoso saber que há pessoas buscando o ENVOLVIMENTO. É isso ai raça! Floripa é uma ilha… que ela seja verde, florida, confortável, limpa, tranquila… que seja para a natureza, seres humanos inclusos! grande abraço, Gil

  • Ivo diz: 11 de novembro de 2011

    Se a grana arrecadada fosse parar em obras sociais até que seria muito válido! Mas, parar no bolso de …………….não dá!!!
    Tás tolo tás o mané?

  • Canela diz: 11 de novembro de 2011

    Concordo com todos os comentários, porem fica uma pergunta: Se a cidade de Florianopolis fosse somente permitir a residencia na Ilha de nativos e seus descendentes, ficaria uma beleza, estes ECO-CHATOS efetuam um monte de manifestações, mais continuam querendo morar bem, possuir veiculos, e todo os confortos de uma metropole, porem quando é pensado em obras para o desenvolvimento e a qualidade de vida, eles são contra, realmente aqui é a cidade do não pode (para os outros) vamos cobrar impostos mais altos, criar pedagios para a circulação no centro, aos moldes da cidade de Londres, onde só anda quem pode pagar, em menos de um ano Fpolis tornaria uma MONACO, aqui sem tetos e outros tipos de invasores, querem morar na beira-mar em habitações populares com o pagamento pela PMF, assim não dá, lembram-se da questão da sub-estação da CELESC, moradores de um morro da cidade encheram o saco, porque causava isso e mais aquilo, resultado a mesma foi contruida na Beira-mar.
    è mau do brasileiro só queremos direitos, obrigações somente para os outros.

  • Luis diz: 12 de novembro de 2011

    O Canela, mil ecochatos não tem o poder de um dono de construtora corruptor e de um vereador seu lacaio. Ecochato não corrompe, não manipula Plano Diretor, não engaveta Plano Diretor, não compra vereador para mudar zoneamento e gabarito… Não são os ecochatos que criaram a favela de rico chamada Praia Brava e as de pobre que invadem morros e mangues, não são os ecochatos que estão levando esta cidade ao caos e a à barbárie urbanos. Temos poucos ecochatos, precisamos de muitos para combater a canalhice e a bandalheira imobiliária antes que Florianópolis torne-se uma fruta chupada até o bagaço.FLORIPA MENOR, FLORIPA MELHOR! A ilha tem limites!!

  • Ernesto São Thiago diz: 13 de novembro de 2011

    O INCANSÁVEL jornal Ilha Capital seguidamente publica DOCUMENTOS provando que grande parte dos ecochatos ligados às ongs que INFESTAM a Ilha de Santa Catarina moram em… APPs

    Não defendem o meio ambiente: são contra a iniciativa privada.

    MELANCIAS…

  • Edmilson Pereira Instituto Lagoa Social diz: 16 de novembro de 2011

    Primeiramente quero parabenizar a atitude desses jovens, que de uma forma educada mostraram que podem ajudar os politicos a repensar melhor sobre a nossa cidade. Foram vitoriosos em fazer essa ação com muita criatividade. Se fossem rebeldes eles teriam feito em frente a Prefeitura.
    Atitudes assim merecem ser valorizar, para quem só reclama da vida e da politica, reflita, esta na hora de parar de reclamar. Vamos sempre que possível de uma forma educada, fazer CRITICA CONSTRUTIVA.

    Parabéns a todos e mesmo aqueles que não concordam com essas atitudes.
    Abraço ED

  • Luis diz: 16 de novembro de 2011

    Sao Thiago, este ilha capital eh ridiculo ate em suas mal disfarcadas intencoes e patrocinios. Parece coisa daquele hoteleiro do norte da ilha que gosta de vantagens fiscais, aparecer nas sociais e de dormir no xilindro. Voces do Sinduscon sao pateticos com o mantra do ecochato para esconder toda destruicao e corrupcao para cima dessa politicalha local. A destruicao de Fpolis eh toda de voces.Parabens.

  • Ernesto São Thiago diz: 18 de novembro de 2011

    Luis (não sei quem), gostei da referida manifestação, não sou afiliado ao Sinduscon e luto contra a poluição e invasão de nossas APPs. Ah! E sou absolutamente transparente, inclusive mostrando-me aqui com nome e sobrenome. http://www.facebook.com/media/set/?set=a.1924567374328.75895.1846464056&type=1&l=88c44a867a

  • Luis Ferreira diz: 19 de novembro de 2011

    Ficou melhor assim, São Thiago? Então junte-se aos bons, vá ler algo mais sério que jornal de encomenda e pare de entoar o mantra duma certa canalha local que imputa aos “ecochatos” os males da cidade. Florianópolis ressente-se há muito de um Plano Diretor digno do nome, de uma governança séria que oriente um desenvolvimento sustentável da cidade e de respeito aos seus limites(geográficos, ambientais, legais,etc…). Infelizmente segmentos importantes da iniciativa privada, construção civil de forma particular, conspira contra qualquer forma de regulação sustentável da cidade, querem o lucro rápido e fácil e botaram a classe política no bolso. Estão invibilizando nosso futuro. Não sei se és daqui, São Thiago, mas tenho quase 50 anos e certo de que nasci num paraíso e já vivo num inferno. Ah, desculpe se te imputei a pecha de filiado ao tal “sindicato”, é que o discurso parecia deles…Para os tais a cidade não tem limites, os problemas da cidade restringem-se aos ecochatos e as construções irregulares. Como se eles não conseguissem “regularizar” qualquer coisa com seu de$comunal poder de sedução sobre a CMF/PMF. Parceiros?

  • Carlos Possamai diz: 20 de novembro de 2011

    Ernesto,
    Você tenta desqualificar um protesto interessante e bem intencionado com uma denúncia genérica. Você conhece alguém que participou deste protesto e mora em APP?
    Ainda que isto fosse verdade, 1000 ecochatos morando em APP são muito mais benéficos que os atuais empreendimentos pseudoecológico/verdes das construtoras que atuam na grande Floripa.
    É pouco questionável que Florianópolis é paupérrima em espaços públicos para lazer e práticas de atividades ao ar livre.
    Basta um solzinho e as pessoas se esbarram no parque de Coqueiros ou nas pistas da Beira Mar (ou beira esgoto), devido à falta de opções.
    A grande Florianópolis vai continuar crescendo e precisa de novos empreendimentos imobiliários, que devem ser feitos de maneira responsável, com o devido cuidado aos impactos ambientais e viários (o que não ocorre na maioria dos casos), dentre outros.
    Mas também precisa de espaços públicos de convivência, muito além dos já existentes.

  • Ernesto São Thiago diz: 21 de novembro de 2011

    Carlos Possamai, mostre-me a parte em que tentei desqualificar o protesto, que também entendo interessante e bem intencionado – e já deixei isto claro aqui.
    Se você quer saber, sou ainda mais radical: entendo que TODA a área de Zona Azul das áreas comerciais e ou mistas de Florianópolis deveriam ser tomadas por ciclovias/calçadas com árvores, bancos e mesinhas de bar quando for o caso, e que deveria ser cobrada uma taxa altíssima para veículos particulares circularem por estas ruas.
    Indo mais além, defendo que por elas, fora os veículos dos moradores de cada rua, só deveriam circular bicicletas, táxis e transporte coletivo de pequeno porte, preferencialmente elétricos.
    Também entendo, Luiz Ferreira, que as autoridades públicas têm culpa na bagunça que virou Florianópolis, principalmente porquê deram vez e voz a falsos representantes comunitários, pretensos “vereadores sem voto”, que não fazem outra coisa na vida senão TUMULTUAR o PDP e criar dificuldades para vender facilidades em cima de projetos devidamente licenciados, enquanto muitos deles próprios (não se 1.000, mas pode ser!) residem em APPs e sobre elas avançam suas “posses”.
    Dizem, mas não confirmo, até por já ter esquecido o nome, que elevada “autoridade” vociferante contra aterros, aterrou ela mesma, aos pouquinhos, ao longo dos anos, o mangue nos fundos do seu terreno no Norte da Ilha…
    Proponho um desafio: somem as áreas dos projetos licenciados julgados em definitivo como irregulares e comparem com as áreas de “loteamentos” clandestinos e invasões populares de APPs (e não esqueçam de incluir as áreas invadidas por – 1.000? – ecochatos também!).

  • Carlos Possamai diz: 23 de novembro de 2011

    OK Ernesto,

    Devo ter interpretado uma ironia como se não o fosse.

  • Alexandre diz: 2 de março de 2012

    A Prefeitura de Florianópolis poderá* passar a cobrar R$ 1,00 por guarda-sol na praia e R$ 1,50 a hora para tomar banho em qualquer orla da Ilha. Para isso, ela irá criar um novo departamento ou quem sabe contratar empresas terceirizadas para fiscalização. Estima-se que serão necessários mais de 5000 fiscais, 800 coordenadores, equipamentos de rastreamento, e uns 400 ex vereadores e cabos eleitorais (por ano acumulativo) para administrar esta empresa. Nos projetos, a curto prazo, preveem implantação de chips em todos os banhistas, gratuitamente, inclusive turistas.. Antes do banhista ir a praia, têm que acessar de seu celular a página http://www.banheepaguemesmoqueseafogue.com/web e colocar créditos. Se por ventura, os créditos acabarem durante os passeios e lazeres nestes locais. Os fiscais terão smartphones para solicitar que as aeronaves da cia lhes retirem da areia ou do mar, em úiltimo caso, o chip pode se autodestruir, juntamente com ele o cidadão “bandido”que não pagou tais Tributos.
    Mas, este novo departamento, após 5 anos, com as aposentadorias dos funcionários, dirigentes ex-vereadores, cabos, etc. Estes últimos(400x5anosxR$15.000,00 em média.) poderá correr o risco de entrar em colapso, POR não terem como ressarcir as despesas com os colaboradores, então, caso isto aconteça, para ressarcir tais dívidas estuda-se após este período, privatizar as praias… Bom, o texto acima é mera ficção. Mas “Assim como acontece hj no grande negócios dos estacionamentos em vias PÚBLICAS”, agora teremos cartões que devem ser carregados , principalmente por “Turistas” antes via web, e ao sair com o carro, antes tem que acessar a internet TAMBÉM pra desligar o relógio ou correr atrás de um fiscal mesmo em dias de chuva. Porque as despesas estão muito altas e corre o risco do estacionamento PÚBLICO aumentar… Acho que deveriam incluir um GPS para localizar os azuizinhos* ou sugiro colocar uma lan house em cada esquina. Alexandre

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