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Floram interdita sede da Igreja Mundial

24 de fevereiro de 2012 23

 A sede da Igreja Mundial, localizada na Rua Francisco Tolentino após inúmeras denúncias de municípes devido a ruídos constantes do espaço, foi interditada na tarde desta sexta-feira pela Floram. A fiscalização do órgão verificou que o estabelecimento, não possuía certidão de tratamento acústico, autuando-o com a notificação e paralisação da atividade poluidora (Art. 14 da Lei Complementar nº 003/99). Mesmo com o auto de infração ambiental (AIA) lavrado no ano passado, e o estabelecimento não podendo causar poluição sonora até a adequação da Lei, não foi feita a regularização da mesma até os dias atuais, gerando três AIA de multa, notificação e paralisação da fonte sonora. 

Em 2011 foi realizada medição da pressão sonora, onde foi verificada que os limites sonoros foram ultrapassados no momento em que havia música. A Fundação concedeu o prazo de 90 dias, solicitado pela Igreja para total vedação das fontes sonoras, o que não aconteceu. Mesmo ciente da autuação, a Igreja foi notificada por mais duas vezes, multada e penalizada com a paralisação da atividade sonora, totalizando cinco AIA não acatados.

O Diretor Superintendente Gerson Basso, salienta que para regularização do estabelecimento, os responsáveis deverão apresentar à Fundação o Projeto de Tratamento Acústico, assinado por técnico especializado ou empresa idônea não fiscalizadora, o Habite-se e a Consulta de Viabilidade.

 Embora notificada para reunião realizada ontem (23) no Ministério Público, não houve comparecimento de nenhum representante da Igreja. O MP então conferiu à FLORAM a implementação da interdição do templo.

A Lei Complementar 003/99 dispõe sobre ruídos urbanos e proteção do bem estar e do sossego público.

 

 

comentários

Comentários (23)

  • dionei diz: 24 de fevereiro de 2012

    bem feito crentalhada safada, bando de mentirosos. As pessoas mais trairas que trabalhei na vida foram evangélicos. bando de loucos, fanáticos, só que tem o dom da oratória. Usam este dom para lubridiar as pessoas com ideia fraca.

  • Carlos Eduardo diz: 24 de fevereiro de 2012

    Martini, não da para entender, como que uma Igreja consegue se instalar no centro da cidade e absolutamente niguem faz nada, soente após uma ano e depois de muitas denuncias é que se faz alguma coisa…
    Como que sta igreja pode se instalar, onde estava a SUSP e o Sr. Rauen se não me engano, entre a sede da Secretaria de Urbanismo e Serviços Público e a Igreja não dá um Km.
    Será que niguem viu ou fez que não viu….
    Como teve muita reclamação… e denuncias não puderam segurar mais.
    Outra coisa não é somente a questão acustica.
    Aquela área é praticamente toda tombada pleo IPUF e as restrições são maiores ainda.
    Também é proibido a porpaganda, o toldo em toda fachada do Predio.
    Martini, tem muito mais inrregularidades é só pesquisar um pouco e confrontar com o Plano Diretor.
    A questão acustica é só a ponta do ….
    Quem é culpada desta situação é a Prefeitura através do Rauen, do Basso que agora depois de tanta reclamação tentam tapar o sol com a paneira.

  • Sergio Climaco diz: 24 de fevereiro de 2012

    E nós do Continente estamos a mercê, pois o clube da PM na cabeceira insular do continente não obedecem a lei do silêncio. Acho que deveriam ter uma estrutura acústica para os seus bailes e festas durante os finais de semana. Tem gente que trabalha pela manhã e fica impossível com o barulho até altas horas. Cadê a fiscalização.

  • claudinonir diz: 24 de fevereiro de 2012

    Será que a Floram e o MP estão fiscalizando todos ou só as igrejas evangélicas? E os clubes cumprem a lei? E os bailes públicos de carnaval cumpriram o que estabelece A Lei Complementar 003/99? Onde está a igualdade que estabelece a Constituição Federal? Esse MP é só para favorecer alguns grupos, principalmente quem tem ligação com a maçonaria. Duvido publicarem o meu comentário!

  • Luis diz: 24 de fevereiro de 2012

    Ótimo, mas que não seja mais um mero factóide do Sr Tombasso. Agora vão a acabar com a esculhambação das casas noturnas de Jurere?? Ou lá a Floram não entra?? Tudo é muito seletivo nesta administração…

  • Ivana diz: 24 de fevereiro de 2012

    Sou uma das moradoras que, infelizmente, teve de aguentar todo este tempo a barulheira que, de maneira desreipritosa e descarada, estes evangélicos faziam principalmente nos finais de semana, com 3 cultos no sábado e 3 no domingo! Por muito pouco não perdi a cabeça e fui até lá, de tão estressada que já estava.
    Espero que a Floran não permita mais o funcionamento desta igreja , que só quer saber de faturar!

  • JOÃO MARTINS diz: 24 de fevereiro de 2012

    UM CARA DESSES QUE QUEREMOS PARA PREFEITO.

  • Walesca Brandalise diz: 24 de fevereiro de 2012

    Pelo amor de Deus, caro Dr Gerson, vá para vereador , que farás mais de 10 mil votos.

  • Pedro Rodrigues da SIlva diz: 24 de fevereiro de 2012

    FLORAM,
    A comunidade da Praia do Forte também pede socorro.
    Quando vão agir assim com o P12 ? A lei é para todos.
    Gerson Bastos, faça valer a lei.
    Pedro

  • Marcelo Paulo diz: 24 de fevereiro de 2012

    Essa igreja deveria ser fechada com base no art. 171 do código penal, ou seja, estelionato !!

  • Sérgio diz: 25 de fevereiro de 2012

    Detesto barulho.Independente de religião.Tô fora !Que satanás ocupe todas “almas” que fazem barulho.Aos que vivem no silêncio e na reflexão – Xô Satanás !!!!

  • Paulo Beno diz: 25 de fevereiro de 2012

    Não sou a favor dessa igreja, mas sejamos justos. Há uma semana atrás, o centro da nossa cidade foi inundado por bebados urinando e vomitando em todo canto, a sujeira e o fedor insuportáveis e ninguém falou nada. O barulho ensurdecedor do carnaval, em todos os lugares da cidade. Por acaso o carnaval é um período em que a lei não vale? Ou a perseguição é só contra evangélicos? Onde hoje tem a igreja, antes funcionava uma concessionária, que abusava da comunicação visual, talvez até mais que essa igreja e nunca houve reclamação. Cumprir a lei, sim, mas com igualdade.

  • Mario diz: 25 de fevereiro de 2012

    Concordo com Carlos Eduardo e acrescento: o IPUF fez um belo trabalho na região para acabar com a poluição visual e não sei como essa empresa conseguiu se estabelecer com aqueles tapumes escandalosos. É óbvio que a cúpula da prefeitura é conivente. Há poucos meses ela havia se instalado no Estreito e felizmente teve poucos meses de vida, mas foi parar no centro, poluindo sonora e visualmente uma região nobre. Entendo que as igrejas devem se estabelecer em suas comunidades pois, em tese, é delas que nascem; infelizmente esses pastores (?) as instalam em locais nobres e providenciam transporte para seus fiéis…evidentemente para garantirem sua confortável subsistência.

  • Milton Carlos Jung diz: 25 de fevereiro de 2012

    Prezados Srs., gostaria se possivel me informassem sobre as Leis aplicadas nesse caso de poluição sonora, pois tenho e vivo uma situação identica e tambem não consigo nada, pois seus dirigentes são do colarinho branco. Obrigado Milton.

  • Samuel diz: 25 de fevereiro de 2012

    Caros “manezinhos”, vcs reclamam por pouca coisa. Precisam vir até Camboriú para verem o que realmente é barulho de igreja evangélica. Mas , parabéns à Prefeitura de Floripa pela aplicação da lei.

  • Orlando Coutinho diz: 25 de fevereiro de 2012

    Está certo! Fez barulho tem que atuar, mas tem uns motoqueiros que abrem as descargas de suas motos e circulam no entorno de hospitais, escolas, apartamentos etc, de dia, de noite e de madrugada. Tem ainda os ônibus e os caminhões da Comcap que estressam o povo aqui da Rua do HU. Tem a molecada com som no Koxixos, enfim…
    Não pode ficar só na mídia, tem que atuar, fiscalizar, impor o plano contra a poluição sonora. Ficar só na base da denúncia é muito pouco para uma estrutura oficial tão grande. Tem que mostrar mais serviço. Apoio para isso não falta

  • Tiaraju Ferreira diz: 25 de fevereiro de 2012

    É isso aí Pedro. Quando a FLORAM vai aparecer na Praia do forte/Jurerê Internacional. será que para eles (entenda-se PARADOR 12) A Lei Complementar 003/99 não vale? Estou em casa e não consigo escutar música, assistir televisão ou ler. Mais um final de semana que não conseguirei ficar dentro de casa, terei que sair para não enlouquecer. Seu Gerson fará alguma coisa??????

  • Victor diz: 25 de fevereiro de 2012

    Quantos erros de ortografia hoje!!! Tanto neste artigo como até nos títulos dos artigos do sítio do clicrbs. Não notei isso nos outros dias. Acho que os redatores estão com trabalho em excesso e precisam atender a demanda a tempo.

  • Édson Carvalho diz: 25 de fevereiro de 2012

    Sempre me questionei sobre os motivos que leva o Poder Público a expedir alvará de licença sem exigir, previamente, a adequação total do empreendimento às leis, incluindo as de cunho ambiental. O Poder Público não sabia que ali funcionaria uma igreja?

  • Alexandre diz: 25 de fevereiro de 2012

    Claudionir: “cabeceira insular do continente”??? Tás de sacanagem né????

  • Alexandre diz: 25 de fevereiro de 2012

    Sérgio Climaco: “cabeceira insular do continente”??? Tás de sacanagem né????

  • Prof. Stephan Paul, Dr. Eng. em Acústica diz: 25 de fevereiro de 2012

    Caros leitores,
    entendo a idignação dos moradores que convivem com o ruído excessivo e sou a favor das medidas administrativas e penais, independente de se tratar de igreja, clube, …
    Porém, há algums observações que precisam ser feitas e consideradas antes de exigir a atuação do orgão competente ou o fechamento de um estabelecimento. Primeiramente tem que estudar a lei complementar 003 de 1999 e o plano diretor para verificar em que tipo de área se encontra a residência do reclamante e quais seriam os limites de nível de pressao sonora ponderado em A equivalente aceitáveis. A palavara EQUIVALENTE assume aqui uma importância muito grande pois nos termos da lei permite-se assim que durante um determinado periodo o nível de pressão sonora seja maior do que o valor fixado em lei desde que no resto do periódo o valor econtardo seja menor, acontecendo então compensação energética. Isso definitivamente é um erro na lei e mostra que a pessoa que fez a lei é leiga em acústica. Valores percentis teriam sido melhores do que valores energéticos equivalentes. Depois tem que verificar se não aplica alguma excessão para um determinada fonte sonora e infelizmente tem que considerer que a lei está com muito erros técnicos graves, que na verdade inviabilizam uma aplicação muito restritiva da lei. Faz tabém apenas alguns anos que a FLORAM está equipada com medidores de nível de pressão sonora para fazer a fiscalização e nada garante que as medições sempre estão sendo feitas de forma correta. Finalmente, com a tecnologia que a FLORAM tem a disposição é absolutamente impossível de mostrar de onde vem uma determinada poluição sonora, isto é não é possível separar a contribuição energética de uma fonte de outra. Todo isso os reclamantes tem que levar em consideração e na verdade o município precisaria em primeiro lugar melhorar a lei e o efetivo e treinamento de fiscais para melhor atender à demanda que deve ser feita pelo reclamante apenas depois ter estudado a lei e o plano diretor. Finalmente cabe o comentário: Cada um que reclama do barulho do outro também deve ter a consciência que ele mesmo causa barulho que posso incomodar os demais, por exemplo pelo andar com salto alto no apartamento. Quem não conhece este forma de incômodo…

  • Richard diz: 25 de fevereiro de 2012

    Resposta ao sr Dionei, o problema é de acústica e não de religião, você que me parece uma pessoal fraca, desprezível, influenciável, totalmente com falta de bom censo e logica, pelo fato de você ter sido algum dia um otário na mão de alguém e agora usa essa desculpa para atacar os outros e achando que todos são iguais, esse é o exemplo que não admito na empresa, na minha casa e como amigo. Problema é que alguém autorizou a abertura então é culpa da prefeitura a autorização para funcionamento., claro eles olham somente o Imposto que vão receber e mais nada.
    Dionei, só mais uma coisa temos de imparciais em tudo que fazemos. Quer um conselho, você tem te nascer denovo.

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