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Associação dos oficiais critica Adepol

28 de maio de 2012 7

Os coronéis Schauffert  e Rogério Martins, que presidem as duas associações de oficiais de SC, reagiram com “estranheza” ao fato de os nomes e indiciamentos do inquérito terem “vazado” via Associação dos Delegados de Polícia e não pela autoridade policial que preside o inquérito, no caso o delegado Alexandre Carvalho.

 

comentários

Comentários (7)

  • policial civil diz: 28 de maio de 2012

    É de causar estranheza mesmo, porém maior estranheza ainda é o fato de no sitio da Polícia Civil não estar constando tal notícia, uma vez que foi um grande serviço prestado pela DEIC à sociedade catarinense. Mais uma vez os amigos da corte tentam não dar publicidade aos fatos para evitar maiores complicações políticas. Caso fosse um pé de chinelo estava com a sua foto publicada bem grande no sitio da PC. É por essas e outras que as vezes sinto nojo, não da Instituição em si, mas das pessoas que a comandam. E quanto aos oficiais da PM só resta o corporativismo, histórico e peculiar a sua classe.

  • Roberto diz: 28 de maio de 2012

    Só uma coisa explica uma associação revelar teor de inquérito: RAZÕES POLÍTICAS.

    Não fosse por isso a associação, que é um meio de pressionar o governo para ter aumento de salário, não teria se metido nisso.

    Lamentável.

  • Desconfiado diz: 28 de maio de 2012

    Quais motivos poderiam levar determinado seguimento a montar estratégias para “derrubar” a cúpula da SSP, sob o comando do Dr. Grubba, um Promotor de Justiça, com mais de trinta anos de serviço público, com uma folha corrida sem mácula, procurando fazer uma gestão profissional, sem ingerência política, com valorização do servidor público e investindo bastante em equipamentos e tecnologias para o trabalho policial, cujos resultados já começam a aparecer, teoricamente não deveria sofrer restrição ou oposição de nenhum seguimento que tenha o objetivo comum de garantir uma Segurança pública de qualidade no Estado de Santa Catarina.
    Imediatamente me veio em mente uma historia que contam, que em um determinado Estado teve um Secretario de Segurança Pública que ocupou o cargo por quase dois governos. Esse Secretário entrou na SSP como suplente de Deputado Estadual, na eleição seguinte já se elegeu para o mesmo cargo com votos de sobra e quando deixou a SSP com índices alarmantes de criminalidade, foi vitorioso ao concorrer para Deputado Federal.
    Conta a lenda que nesses quase oito anos muito se ouvia falar na imprensa e nas ruas, que todas as decisões eram eminentemente políticas eleitorais e sempre visavam primeiro o interesse das urnas e depois os interesses da segurança da população. Comentam que para construir uma nova delegacia, um quartel ou a entrega de uma viatura para determinado município, antes era consultado o mapa político para ver qual retorno eleitoral aquela ação renderia.
    Feita essa reflexão foi impossível não comparar o comportamento daquele determinado seguimento em que eu me referi lá em cima, e após procurar na “lenda”, não encontrei nenhuma manifestação de descontentamento ou oposição de nenhum seguimento contra aquele administrador público que usava o cargo quase que unicamente em benefício de sua carreira política.
    Conclusão: Existem algumas pessoas dentro do Sistema de Segurança Pública que não estão satisfeitas com uma gestão profissional, sem ingerências políticas e sem margem para “negociar”. Essas pessoas certamente não estão nenhum pouco preocupadas com a Segurança Pública e sim, com outros interesses escusos e espúrios.

  • Paulo Roberto Fagundes de Freitas diz: 29 de maio de 2012

    Acompanho a manifestação do Cel Rogério e Cel Schauffert : REALMENTE È < NO MÌNIMO MUITO ESTRANHO!!!
    Quanto ao, como sempre agressivo e despropositado, comentário de "policial civil" (?), que deveria identificar-se para ser mais crível, recomendo que leia outro comentário meu , nessa mesma coluna, sobre a nota da ADEPOL , cujo título na coluna foi: " Secretário-adjunto da SSP é indiciado por peculato"
    Talvez, lendo, sendo mesmo um policial civil, torne-se menos preconceituoso em relação aos oficiais da PM e,…………menos rancoroso!!!!!

    Paulo Roberto Fagundes de Freitas
    Cel RR PMSC

  • marcelocardosodasilva diz: 29 de maio de 2012

    …Peculato é ROUBO!!!…………..O Servidor Público de Carreira deve “SER” punido na “Medida da Lei”!!!…………..Seja soldado ou coronel; delegado ou investigador!!!…………..Civil ou Militar!!!

  • policial civil diz: 29 de maio de 2012

    Caro Cel da reserva Sr. PAULO

    Em primeiro lugar o senhor não pode se auto-intitular, mesmo que implicitamente, autoridade no assunto em relação ao inquérito policial que culminou com o indiciamento de seu colega de classe profissional, pelo simples fato de o sr. não ter tido acesso aos autos, pois se nem o Grubba teve acesso o sr. com certeza não teve. Essa seria na minha opinião a maior prova do corporativismo, expressado também pela sua entidade de classe, que antes de ter acesso a investigação já lançou nota em defesa de seu associado, em detrimento do interesse público, que deve imperar sempre no trato da coisa pública.No mais fiz uma crítica a minha própria instituição, que não deu a publicidade devida ao fato, razão pela qual, talvez se deu pela ADEPOL. Não vou me identificar, pois não sou ligado a partido político nem frequento lojas maçônicas, razâo pela qual nâo tenho ninguém para me socorrer em caso de evetual perseguição dentro da SSP.

  • Sirlaine Rosa diz: 30 de maio de 2012

    Impressionante como os policiais civis e militares estão demonstrando suas enormes falta de respeito uns pelos outros. Enquanto qualquer cidadão possui o direito de defesa até que se prove ao contrário, tanto o Delegado Monteiro como o Coronel Fernando já foram julgados e condenados pela opinião de parte dos leitores que se posicionam nesta coluna. Não bastasse isto ficam rebatendo opiniões e demonstrando que estamos muito aquém de uma polícia de excelência que tanto destacam. Se alguém possui dúvida quanto a isto, telefone para o 190 e verifique quanto tempo levará para ser atendido pela PM (quando conseguir se atendido) ou procure uma delegacia e verifique a qualidade do atendimento dos policiais civis (quanto conseguir ser atendido). Penso que estes profissionais, que merecem todo o nosso respeito, deveriam focar em suas atividades e fazer com que a sociedade catarinense validasse suas reivindicações ao invés de ficarem brigando por espaço e poder (se é que isto pode ser considerado poder).

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