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Dígitro na mira do MPF

19 de junho de 2012 3

Marcelo Motta, procurador da República do Ministério Público Federal no Estado, vai pedir à Justiça, até sexta, a quebra dos sigilos fiscal e bancário da empresa Dígitro Tecnologia, de Florianópolis, dona do sistema Guardião, definido como um superaparelho de escuta telefônica, capaz de cruzar milhares de ligações e utilizado pela Polícia Federal e pelas secretarias de Segurança de todo país.
A empresa é alvo de investigação do MPF e da Receita Federal desde 2010 por suposto procedimento licitatório fraudulento, sonegação fiscal, uso irregular de verbas federais, corrupção e manipulação do sistema de informação. Motta disse que a Corregedoria Geral da União pretende fazer uma varredura nos contratos para saber se são legais. Procurados pelo colunista na tarde de segunda-feira, ninguém foi localizado para comentar o caso na Dígitro.

comentários

Comentários (3)

  • Renato Kammers diz: 19 de junho de 2012

    Quando iremos acordar pela manhã e ter boas noticias no jornal como, politicos brasileirps prometem honrar suas nomeações e agir conforme a ética, más isto me parece um sonho distante, pois os sucessores na maioria dos cargos ocupados hoje, são os próprios filhos ou algum outro parente do atual, portanto, tudo cóbra criada.

  • Gualberto Cesar dos Santos – FLN/SC diz: 19 de junho de 2012

    Se acusada, tiver o amplo “direito defesa”, é “justo”, que passe por essa prova de fogo.
    Empresa daqui da Terra da Gente.
    Espera-se que se saia bem.
    E se não se sair.
    Muitas pessoas importantes, provavelmente, deverão se explicar.
    Importante à liberdade ao MP para investigar dentro do que a Lei prescreve como norma de atuação.
    Fiscalizar e apurar o que está errado dentro da atuação do poder público e da iniciativa privada.
    E que todas essas ações tenham em vista, o bem comum das cidadãs e dos cidadãos.
    Afinal de contas, vivemos o imperativo da Hierarquia das Leis.
    E não de formalidades impostas pela “política”.

  • Renato Larroyd diz: 19 de junho de 2012

    Mais uma vez a política se mostra avassaladora tentando se beneficiar de uma tecnologia para uso próprio. O fato da tecnologia (guardião) ser bem utilizada interceptando conversas telefônicas a favor do bem não agrada as autoridades que muitas vezes se veem em situação de alto risco pelo fato de desconhecer seu funcionamento e por sua vez acabam caindo nas garras do guardião. Agora acusar a empresa por manipulação do sistema de informação é o fim. Não tá satisfeito com o produto procure um concorrente.
    Daqui a pouco o ministério publico federal também estará indiciando a empresa Suntech por fornecer a solução VIGIA.

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