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Greve na Saúde pode acelerar mudanças na pasta

01 de outubro de 2012 3

As férias do secretário de Estado da Saúde Dalmo de Oliveira, a partir desta segunda-feira, não são ao acaso.

O argumento é que elas já estavam marcadas. Faz parte do discurso oficial.

A estratégia é retirá-lo dos holofotes em função do desgate político dos últimos tempos.

Em conversas informais, o próprio Oliveira admite a pressão da família para abandonar a função.

O recrudescimento das negociações com o Sindicato dos Trabalhadores na Saúde, que estão virtualmente em greve, pesou.

Some-se a este problema a demora na conclusão das reformas de hospitais como o Infantil, a interdição do Instituto de Cardiologia e a derrota na Justiça sobre a gestão do Samu.

A bola da vez está com Acélio Casagrande, que segue como secretário-adjunto na teoria, mas na prática já responde como titular da pasta.

Seu desafio imediato está posto: impedir a greve de 10 mil servidores em toda a rede pública estadual, incluindo 14 hospitais e mais 180 conveniados.

Caso consiga reverter esta tendência, soma pontos com Raimundo Colombo.

Neste caso, repetirá o exemplo da Educação em que Marcos Tebaldi, secretário na época da greve dos professores, perdeu espaço para Eduardo Deschamps, atual número um.

É um modelo meio às avessas de montar a equipe, mas é uma escolha!

comentários

Comentários (3)

  • Segurança a proxíma diz: 1 de outubro de 2012

    Vigilância

    O governo remanejou R$ 139,4 milhões do Orçamento do Estado. O setor que mais perdeu recursos foi a Segurança Pública, totalizando R$ 82 milhões. As verbas foram remanejadas para a Secretaria de Administração (fundo financeiro), encargos com inativos e quatro secretarias de Desenvolvimento Regional (Timbó, Xanxerê, Brusque e São Joaquim).

    Líder do PT na Assembleia, o deputado Dirceu Dresch vai apresentar um pedido de informações ao governo do Estado, solicitando explicações sobre a retirada milionária da segurança pública, uma área hoje considerada crítica.
    1 de outubro de 2012. | N° 1633 CANAL ABERTO | CLÁUDIO PRISCO

  • Mauro Viegas diz: 2 de outubro de 2012

    Apenas passo para deixar um comentário: obrigado Rafael Martini pelo profissionalismo, transparência, ética e moral na divulgação de vossas informações. Precisamos de mais colunistas como o senhor para que a população fique ciente acerca do que acontece nos bastidores da política catarinense. Todas, friso, todas as informações aqui disponibilizadas são totalmente verídicas, checadas e, com certeza, futuramente serão comprovadas. Você é meu herói! Um grande abraço, Mauro

  • joao leonel diz: 5 de outubro de 2012

    se voce recebece um adicional de salario descontando desse valor 11% para a previdencia para a aposentadoria durante 15 ou20 anos voce aceitaria que fosse suspenso sem ressarcimento nenhum ? Voce acha que o secretario da saude titular ou adjunto terao força para tirar proveito politico ?

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