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Governo do Estado decide investir no transporte marítimo

28 de outubro de 2012 4

O governo do Estado mudou a estratégia para a quarta ligação entre a Ilha de SC e o Continente. Ao invés de projetos gigantescos e caríssimos como quarta ponte ou túnel subaquático, ambos na casa dos bilhões de reais, soluções simples como o transporte marítimo e via rápida para os ônibus (BRTs). Propostas bem mais em conta e que podem estar funcionando até 2014, ano previsto para a reabertura da Hercílio Luz. A intenção é colocar de pé estes três modais, reduzindo em até 30% o tráfego diário das pontes Pedro Ivo e Colombo Sales.

O Centro Administrativo lança nesta semana um novo edital de Procedimento de Manifestação de Interesse específico para projetos de transporte coletivo. Das 13 propostas apresentadas até agora, pelo menos quatro focam na integração pelo mar da Grande Florianópolis e nos BRTs. A partir da abertura do PMI, as empresas interessadas terão cerca de 90 dias para detalhar o projeto, já com estudo de viabilidade econômica e impacto ambiental. Com base nestes dados, o governo bate o martelo.

É consenso de que não haveria tempo suficiente para cumprir todas as etapas legais da construção da quarta ponte ou túnel subaquático até o final da administração de Colombo. Por isso, a ideia de dividir o PMI em dois: primeiro investindo diretamente em soluções de transporte coletivo. As obras da quarta ligação seguem nos planos, mas sem a urgência de prazos. Certeza, neste momento, é de que por meio de Parceria Público Privada será possível atacar o problema da mobilidade urbana da Ilha investindo… no mar.

comentários

Comentários (4)

  • Alvaro diz: 29 de outubro de 2012

    De que adianta construir uma quarta ponte, se o governo federal mantem IPI baixo para carros? Sempre haverão mais carros do que ruas.

  • Olvir Favaretto diz: 29 de outubro de 2012

    Como não sou engenheiro, dou uma opinião de leigo. Creio que poderia ser feita uma terceira ponte no meio das duas (Pedro Ivo e Colombo) usando as estrutura já existente. A ponte seria em estrutura metálica somente para veiculos leves e teria 4 pistas. Dependendo da necessidade do fluxo poderia ser invertida o sentido tanto para entrar quanto para sair da ilha. De igual forma, seria construida mais duas pistas na via expressa. É barato e rápido.

  • Leonardo diz: 29 de outubro de 2012

    Só com transporte coletivo de qualidade que a mobilidade urbana irá melhorar, e não com mais pontes, viadutos e elevados…

  • Schell diz: 30 de outubro de 2012

    Impressiona a quantidade de factóides plantados diariamente pelo desgoverno raimundiano. Impressiona, mais ainda, o silêncio midiático em relação ao assunto, ou seja, por mais mirabolantes e sem sentido ou com giros de 180º, parece que para a mídia são – sempre – assuntos a serem tratados com seriedade. O “circo”, vê-se, é “alimento” de todos. No caso específico, mais uma vez, querem “vender gato por lebre”, pois, sabem as ostras, transporte fluvial marítimo tem de ter o “aprove-se” do governo federal. Pobre Santa Catarina, pobres catarinenses..

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