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Guerra silenciosa é travada dentro dos presídios

30 de outubro de 2012 6

Este Visor teve acesso a um levantamento sigiloso da área de inteligência que mapeou 29 assassinatos dentro dos presídios de Santa Catarina entre janeiro de 2009 e outubro de 2012. Foram cinco em 2009, quatro em 2010, 15 em 2011 e cinco neste ano. Do total de mortes registradas no ano passado em todo o sistema prisional catarinense, seis foram somente em São Pedro de Alcântara.


A média  é de quase uma execução por mês dentro do cárcere, mas o governo insiste em negar a força do crime organizado em Santa Catarina. Oficialmente, o discurso quer descontruir a ação da facção criminosa que tomou conta dos presídios. Internamente, as forças de segurança tratam o assunto como uma guerra entre Estado e detentos. A negação é apenas retórica. A realidade dos números fala por si.

comentários

Comentários (6)

  • Marco Antonio Garcia diz: 30 de outubro de 2012

    E vc vibra né!? Seria de bom tom checar TODAS as fontes, ter mais prudencia antes de divulgar ilações que só levam a mais confusão. Daí me pergunto: Pra que diploma de jornalista pra escrever TANTA bobagem?
    Uma coisa são fatos, outra sensacionalismo de 5a categoria pra virar “celebridade”. Informe-e melhor, por favor…
    Quem tem se mostrado o rei da simples retórica é o senhor.
    Há um ombudsman ou coisa do tipo nesse veículo? Aonde quer chegar a RBS com tamanha fanfarronice?

  • Daniel diz: 30 de outubro de 2012

    Acho que o comando da polícia nesse momento deve ter pulso firme e combater tanto o Estado que nega como as facções. Afinal perde a corporação com descrédito da população ou em vidas de policiais nesse joguinho de poder…. falta pulso e homens de verdade…..

  • Leonardo diz: 30 de outubro de 2012

    O governador dá seu discurso tentando tranquilizar e fazer uma maquiagem para que a população pense que está todo sob controle, quando na verdade o que se tem é realmente uma guerra dissimulada.
    E como sempre, quem sofre é a população que clama por segurança e quando da falta dela, por justiça.

  • José Vilmar diz: 30 de outubro de 2012

    PREZADO RAFAEL
    FAVOR AO CITAR SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA DEIXAR CLARO QUE ISSO ACONTECE DENTRO DO PRESÍDIO E SE POSSÍVEL DIZER QUE O POVO DESTE MUNICÍPIO É EXTREMANENTE RECEPTIVO E ORDEIRO. TEMOS MUITAS MARAVILHAS NA NOSSA CIDADE ALÉM DE SERMOS A 1ª COLONIA ALEMÃ DO ESTADO DE SANTA CATARINA.

  • carlos eduardo diz: 30 de outubro de 2012

    Gostaria que o senhor desse notícia sobre algum documento não necessariamente sigiloso sobre outra guerra silenciosa, além das paredes dos presídios,de nossas casas e das divisas estaduais. Na Gazeta do Povo de hoje,30/10/2012 (gazetadopovo.com.br),a manchete é: Após 20 anos, movimento “O Sul é o Meu País” volta a se organizar. Só que, agora, existem candidatos orquestrados que estão sendo votados nos pleitos sem declarar abertamente seu comprometimento com tal causa, o que penso eu, por si só deslegitimiza um mandato; pois, pressupõe-se que esteja jurando compromisso à bandeira e à constituição brasileira.Verbas do/para o exterior estão dando o suporte para tal projeto,assim como empresas estrangeiras estão imigrando para o sul compactuadas nesta mesma perspectiva.SIC: “Separar os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul de seu grande inimigo: o Estado brasileiro. ” Sendo este um veículo de imprensa pública e que não pratique a imprensa parda,acho oportuno que se divulgue a notícia,de interesse público nacional.

  • Antônio Fernandes diz: 1 de novembro de 2012

    Não é de todo inverdade as questões aqui levantadas, mas quero parabenizar Marcos Antônio Garcia por seu comentário. Que há grupos que tentam se organizar para comandar o espaço na prisão, não se tem dúvidas. Pois este contingente vive na ociosidade e para se proteger naquele espaço também se organiza. Pior é a imprensa valorizar tais iniciativas marginais, categorizando-os. Isso apenas os fortalece e acham estes pseudos jornalistas que fazem bem ao social e as polícias. Pergunto ou melhor, afirmo: quando não houver mais a barreira (policiais motivados) entre marginais e sociedade, eles ( marginais) vão tocar vocês imprensa, juízes, promotores e advogados.

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