Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Assembleia Legislativa ganha segunda chance para corrigir erro do passado

06 de novembro de 2012 5

A Assembleia Legislativa têm uma chance histórica nesta terça de não repetir o erro que,  para muitos, é a maior mancha na biografia do Parlamento catarinense. Vai a plenário hoje a mensagem de veto 685/2012, do governador Raimundo Colombo, ao projeto de lei que retirava o nome de Paulo Stuart Wright da rodovia estadual entre Penha e Piçarras.


O então deputado Stuart Wright foi cassado em maio de 1964 por falta de decoro parlamentar (não usar uma gravata foi a desculpa oficial) e desapareceu em 1973. Seu corpo nunca foi encontrado. O mínimo que a atual legislatura pode fazer in memoriam é manter o veto à mudança. Mas o ideal, mesmo, seria um pedido de desculpas formal à família.

comentários

Comentários (5)

  • Luis diz: 6 de novembro de 2012

    Po, Martini. Não tem um jornalista para escrever sobre o Paulo?? Nosso Moa escreve tão bem, apenas que só faz biografias edulcoradas de ícones da oligarquia…

  • Carlos Eduardo diz: 6 de novembro de 2012

    Uma crônica subversiva – No Festival de Cinema Brasileiro de Gramado-88, um dos médias-metragens, 16mm, que provocaram maior impacto foi “PSW – Uma crônica subversiva”, conforme, na ocasião, aqui registramos. Produção de José Joffily Filho, ralizado por dois de seus alunos do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense, esta reconstituição, com atores e atrizes conhecidos e que praticamente trabalharam de graça (Antonio Fagundes, Paulo Mosca, Renato Borghi, Maria Padilha e Antonio Abujamra) reavivou mais uma violência da ditadura militar: o “desaparecimento” de Paulo Stuart Wright, catarinense de Joaçaba, deputado estadual em Santa Catarina, cassado pela revolução e que atuando na clandestinidade foi seqüestrado e desaparecido em 4/9/1973. Na época, Wright chegou a ter muitos contatos em Curitiba (seus dois filhos residiram em Colombo, ao que consta) e alguns militantes de esquerda o conheceram bastante. Portanto, a exibição deste documento-drama, realizado pelos jovens Paul Halm e Luiz Fernando Dias Campos, poderia merecer uma estréia com maior repercussão política (afinal, não custaria o Chico Alves ter promovido uma pré-estréia, com debates, no qual os que conhecem Paulo Stuart Wright, inclusive seus filhos, estariam presentes). De qualquer forma, é um filme especial, que merece ser visto. No ano passado, em todos os festivais do cinema brasileiro em que foi apresentado, “PSW – Uma crônica subversiva” recebeu, merecidamente, premiações.
    (Infelizmente eu não me recordo aonde encontrei este conteúdo, que é de um site,o qual foi fruto de uma pesquisa que fiz há anos e ainda tenho comigo em meu hd.
    Mas, o vídeo pode ser visto nesta videoteca ONLINE:
    http://www.videotecas.armazemmemoria.com.br/Video.aspx?videoteca=Mg==&v=NDI=)

  • Carlos Eduardo diz: 6 de novembro de 2012

    Se possível remover o comentário anterior,obrigado.*O link ficou com erro.
    SIC:
    “Uma crônica subversiva – No Festival de Cinema Brasileiro de Gramado-88, um dos médias-metragens, 16mm, que provocaram maior impacto foi “PSW – Uma crônica subversiva”, conforme, na ocasião, aqui registramos. Produção de José Joffily Filho, ralizado por dois de seus alunos do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense, esta reconstituição, com atores e atrizes conhecidos e que praticamente trabalharam de graça (Antonio Fagundes, Paulo Mosca, Renato Borghi, Maria Padilha e Antonio Abujamra) reavivou mais uma violência da ditadura militar: o “desaparecimento” de Paulo Stuart Wright, catarinense de Joaçaba, deputado estadual em Santa Catarina, cassado pela revolução e que atuando na clandestinidade foi seqüestrado e desaparecido em 4/9/1973. Na época, Wright chegou a ter muitos contatos em Curitiba (seus dois filhos residiram em Colombo, ao que consta) e alguns militantes de esquerda o conheceram bastante. Portanto, a exibição deste documento-drama, realizado pelos jovens Paul Halm e Luiz Fernando Dias Campos, poderia merecer uma estréia com maior repercussão política (afinal, não custaria o Chico Alves ter promovido uma pré-estréia, com debates, no qual os que conhecem Paulo Stuart Wright, inclusive seus filhos, estariam presentes). De qualquer forma, é um filme especial, que merece ser visto. No ano passado, em todos os festivais do cinema brasileiro em que foi apresentado, “PSW – Uma crônica subversiva” recebeu, merecidamente, premiações.
    (Infelizmente eu não me recordo aonde encontrei este conteúdo, que é de um site,o qual foi fruto de uma pesquisa que fiz há anos e ainda tenho comigo em meu hd.
    Mas, o vídeo pode ser visto nesta videoteca ONLINE:)
    http://www.videotecas.armazemmemoria.com.br/Video.aspx?videoteca=Mg==&v=NDI=

  • Carlos Eduardo diz: 6 de novembro de 2012
  • Carlos Eduardo diz: 7 de novembro de 2012

    Como os registros históricos são necessários para que a sociedade reconheça-se enquanto nação, é muito relevante este trecho de um artigo encontrado na internet:
    SIC:
    “Uma crônica subversiva – No Festival de Cinema Brasileiro de Gramado-88, um dos médias-metragens, 16mm, que provocaram maior impacto foi “PSW – Uma crônica subversiva”, conforme, na ocasião, aqui registramos. Produção de José Joffily Filho, ralizado por dois de seus alunos do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense, esta reconstituição, com atores e atrizes conhecidos e que praticamente trabalharam de graça (Antonio Fagundes, Paulo Mosca, Renato Borghi, Maria Padilha e Antonio Abujamra) reavivou mais uma violência da ditadura militar: o “desaparecimento” de Paulo Stuart Wright, catarinense de Joaçaba, deputado estadual em Santa Catarina, cassado pela revolução e que atuando na clandestinidade foi seqüestrado e desaparecido em 4/9/1973. Na época, Wright chegou a ter muitos contatos em Curitiba (seus dois filhos residiram em Colombo, ao que consta) e alguns militantes de esquerda o conheceram bastante. Portanto, a exibição deste documento-drama, realizado pelos jovens Paul Halm e Luiz Fernando Dias Campos, poderia merecer uma estréia com maior repercussão política (afinal, não custaria o Chico Alves ter promovido uma pré-estréia, com debates, no qual os que conhecem Paulo Stuart Wright, inclusive seus filhos, estariam presentes). De qualquer forma, é um filme especial, que merece ser visto. No ano passado, em todos os festivais do cinema brasileiro em que foi apresentado, “PSW – Uma crônica subversiva” recebeu, merecidamente, premiações.
    (trecho do artigo extraído de:
    http://www.millarch.org/artigo/um-vigoroso-drama-sobre-mais-uma-vitima-da-ditadura-paulo-stuart)
    FILME ONLINE NA VIDEOTECA:
    http://www.videotecas.armazemmemoria.com.br/Video.aspx?videoteca=Mg==&v=NDI=

Envie seu Comentário