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Laudo dos detentos deve sair até sexta

20 de novembro de 2012 6

Três médicos legistas do Instituto Geral de Perícia trabalham na conclusão dos laudos sobre a violência física em 70 detentos de São Pedro de Alcantara examinados ainda na semana passada. Está confirmado que, pelo menos 50, apresentaram ferimentos graves de balas de borracha e choques das pistolas taser. O prazo para a conclusão dos documentos é a té a próxima sexta-feira, dia 23.

Rodrigo Tasso, diretor do IGP, diz que ainda é cedo para afirmar se houve tortura ou uso da força para conter o motim. Mas ele pretender orientar os legistas para manifestarem-se sobre o assunto, mesmo que a perícia não seja conclusiva. Todo o material será enviado diretamente para análise do Ministério Público, que lidera a força-tarefa para investigar os eventuais casos de abuso.

comentários

Comentários (6)

  • Schell diz: 20 de novembro de 2012

    Os mesmos que atestaram o “suicídio” do vereador de Chapecó?
    Se o Ministério da Justiça não viesse verificar o acontecido, teriam feito?

  • G diz: 20 de novembro de 2012

    Tortura ou uso da força para conter o motim? Tadinhos né? Quem estiver com pena adota e leva pra sua casa!!!!

    IGP nunca trabalhou tanto rsrs, um laudo para uma pessoa “normal” leva em média 40 dias para sair a conclusão, mas o direito dos manos agilizou para que isso saísse o resultado em menos de 2 semanas…ee Brasil!!!!!Que país é esse????

  • Leonardo diz: 20 de novembro de 2012

    To achando é POUCO! Esses vagabundos na cadeia são tudo abusado mesmo…. de graça não levaram não…. tenho toda certeza que mereceram e foi resultado de tentativas de conter motim…. ou tu acha que o agente penitenciario ta querendo se arriscar hoje em dia a dar surra de graça em vagabundo na cadeia pra depois ficar se preocupando com vingança dos manos na rua??? Me poupe…..

  • Cesar Totti diz: 21 de novembro de 2012

    Esta matéria deixa-me convicto que os Poderes Constituídos estão reféns do crime organizado. O laudo final ainda não está concluído, mas é publicado que ainda é cedo para afirmar se houve tortura ou uso de força paras conter o motim. Falam em tortura e força, mas é a primeira vez que falam na existência de um motim. Enquanto isso um homem até então honrado e abalado pelo assassinato brutal de sua esposa é afastado sem provas. Para mim trata-se de uma exigência dos presidiários para iniciar um diálogo.
    Logo em seguida presidiários de outras unidades se comunicam para encerrar os ataques. Pergunto: Como eles sabiam do andamento das conversas¿ talvez novos contatos telefônicos aconteceram e telefone celular é proibido em cadeias.
    Outra pergunta que não quer calar é como vão avaliar se houve tortura ou força bruta para conter o motim. Meu amigo, a força bruta causa lesões comparadas com as da tortura e não vi uma matéria em que tenha sido informado que esta Comissão tenha ouvido a outra parte, ou seja, o direito de resposta. Pedem também aos legistas que se manifestem sobre o assunto mesmo que a perícia não seja conclusiva. Nesta Comissão os Direitos Humanos participaram e se reuniram com os familiares dos presidiários, mas não conversaram com os familiares das vítimas desta secção de terror que os presidiários ocasionaram. Para encerrar, se os ataques foram iniciados após contatos telefônico de presidiários com seus quadrilheiros, fica bem claro para mim que celular em presídio é uma arma tão ou mais mortal que uma de fogo e é necessário sim o uso de força bruta para tirá-los de circulação.
    Abraços.

  • Sergio diz: 21 de novembro de 2012

    Da próxima vez que os vagabundos fizerem um motim tem que chamar o tal de Kataschima pra pedir encarecidamente pra pararem a baderna, é uma Mãe pra bandidada. Bandido ta cheio de Direito mesmo, não ta fácil pra quem trabalha sério e honestamente, daqui a pouco vão culpar o ex-Diretor da Penitenciária pelos bandidos terem matado a sua mulher. É bom lembrar que pra examinar o corpo da Agente assassinada não tinha legista, agora pra examinar os vagabundos são três. #foraAda

  • ARILSON CARLOS NAZARIO diz: 23 de novembro de 2012

    Foi realizada na noite de ontem (21/11) na sede recreativa da Associação Recreativa dos Policiais Civis da Região Carbonífera – 6ª ARPOC, assembléia do Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina – SINPOL/SC. Em pauta questões administrativas do sindicato, atualizações acerca das reivindicações dos policiais civis catarinenses e o contexto atual da segurança pública em Santa Catarina, em especial quanto aos recentes atentados contra agentes da área e prédios de segurança.

    Durante a assembléia foi construída e aprovada pelos policiais civis, NOTA DE APOIO AOS SERVIDORES DO SISTEMA PRISIONAL DE SANTA CATARINA. Participaram da assembléia policiais civis de Criciúma, Forquilhinha, Treviso, Orleans, Içara (Balneário Rincão), Florianópolis, Antonio Carlos, Governador Celso Ramos e Florianópolis, bem como o presidente do SINPOL/SC.

    Veja na íntegra:

    “NOTA DE APOIO AOS SERVIDORES DO SISTEMA PRISIONAL DE SANTA CATARINA

    Considerando os recentes episódios criminosos ocorridos no estado de Santa Catarina, os quais seriam articulados por presos recolhidos nas unidades prisionais do estado, restando então enorme pressão contra os servidores do sistema prisional estadual, os policiais civis da região Sul Catarinense são solidários a estes, bem como externam apoio incondicional às reivindicações pleiteadas.

    Como servidores da segurança pública os policiais civis têm conhecimento da falta de estrutura do sistema prisional, da superlotação nas unidades prisionais à falta de efetivo, ocasionando assim a quebra dos direitos humanos dos reeducandos/apenados e dos próprios servidores do sistema prisional. Sendo assim TODOS são vítimas do descaso histórico dos governos.

    As polícias cumprem seu “papel”, apesar das demandas, já o sistema prisional está REFÉM da falta de estrutura para cumprir seu “papel” na aplicação da Justiça. Tal condição está sendo compartilhada por toda sociedade catarinense.

    Não podemos deixar de enfatizar que o tratamento principal frente aos conflitos sociais, deve ser a PREVENÇÃO em todos os sentidos, iniciando na família e chegando aos vários grupos sociais. Tal “papel”, com certeza, não é das polícias ou do sistema prisional, mais sim de TODA SOCIEDADE.

    Criciúma, 21 de novembro de 2012.”

    ARILSON CARLOS NAZARIO
    Agente de Polícia Civil
    2º Vice-presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Sul – FEIPOL/Sul

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