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Administração diz que valor da desapropriação obedece critérios rigorosos

29 de novembro de 2012 2

O valor pago na compra do imóvel para construir a penitenciária de Imaruí foi apurado em Laudo Técnico de Avaliação, assinado por Engenheiros com registro no CREA.

São avaliadores oficiais e servidores efetivos da Diretoria de Gestão Patrimonial da Secretaria de Estado da Administração.


O valor pago é do conhecimento público desde o fechamento do negócio. Em momento algum foi questionado.

Toda a negociação de imóvel feita pelo Estado é conduzida pela Diretoria de Patrimônio e a avaliação é feita pelos próprios Engenheiros da Diretoria.

Repito, são profissionais capacitados e especializados e cujo laudo obedece critérios técnicos rigorosos.


Estamos à disposição da sociedade para esclarecimentos e informações.

Florianópolis, 29/11/2012

Pedro Roberto Abel
Diretor de Gestão Patrimonial/SEA


comentários

Comentários (2)

  • Rodrigo diz: 30 de novembro de 2012

    O fato dos engenheiros serem registrados no CREA não tem qualquer vantagem, até porque por serem engenheiros obrigatoriamente precisam estar registrados no CREA. Ao contrário do mencionado por Pedro Abel, o valor foi questionado sim junto ao Ministério Público em Imaruí 27/01/2012, ocasião em que diversas entidades, dentre elas a Associação Comercial e Industrial de Imaruí protocolou um requerimento solicitando investigação, sendo que um dos pontos mencionados dizia respeito ao suposto superfaturamento do valor pago pelo terreno. Só para registrar, em todo o Município de Imaruí, incluindo o centro, não existe casa no valor pago pela edificação existente no terreno desapropriado (R$ 412.000,00). E se pergunta porque desapropriar eucalipto se essa área não vai ser utilizada? Porque desapropriar setenta hectares se vão ser utilizados somente cinco? E porque o terrreno foi desapropriado e pago no dia 08 de março de 2012 sem que existisse à época qualquer estudo a respeito do licenciamento ambiental, ou seja, não se sabia sequer se o terreno seria apropriado para a construção do complexo penitenciário? Hoje ainda estão pendentes a licença ambiental e ela não vai ser concedida em virtude de ser área de APP, com nascentes, rios e demais implicações ambientais, sem contar que até a presente data sequer foi iniciado o Levantamento Arqueológico Prospectivo. E, convenhamos: um laudo técnico elaborado por profissionais do Ministério Público do Estado de Santa Catarina é muito mais confiável do que um elaborado por funcionários públicos ligados ao Governo do Estado. E, mais: pode fazer uma pesquisa em qualquer imobiliária que conheça o local que vai ser feita uma avaliação inferior a oitocentos mil reais, porque é uma residência simples e a maioria do terreno está em área de APP e possui bastante mata nativa, registrando-se que ainda se está discutindo a licença ambiental porque se trata de obra do governo, porque se fosse de um particular certamente a Fatma já teria negado a licença ambiental.

  • Marcos diz: 30 de novembro de 2012

    Excelente comentário! Não precisa dizer mais nada.

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