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Comunicador do ano

12 de dezembro de 2012 2

O diretor da Deic, delegado Akira Sato, que acaba de baixar uma portaria proibindo o acesso de jornalistas às instalações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), no Bairro Estreito. Agora, as equipes não podem passar do saguão.

 

Aliás,

Está corretíssima sua avaliação, conforme entrevista publicada no DC de hoje, de que a sociedade exige respostas, os detalhes das investigações só interessam à Polícia. 

 

Mesmo que já tenham se passado 30 dias da série dos atentados e, até agora, não prenderam nem sequer os autores do assassinato da agente prisional Deise Alves.

comentários

Comentários (2)

  • Krislei diz: 12 de dezembro de 2012

    Prezado Martini,

    Contrariamente ao que foi informado na nota acima, não há qualquer impedimento de acesso a jornalistas pela Deic, ou em qualquer outra unidade da Polícia Civil. O que houve foi uma diretriz, do diretor Laurito Akira Sato, via e-mail, a todos os funcionários da Deic, regulamentando a entrada de todos os cidadãos, inclusive jornalistas, às dependências daquela unidade policial. Entenda por regulamentação,no caso dos jornalistas, a devida identificação na portaria de acesso e o agendamento prévio de entrevistas, caso houver este interesse.

    Entendemos e respeitamos o direito de ir e vir da imprensa e dos profissionais de comunicação e, em nenhum momento, houve a intenção de tolher este direito. Mas, apesar de aquele ser um prédio que abriga um ente público, o trabalho policial, especialmente as investigações coordenadas pela Deic, exigem sigilo profissional, o que foi desrespeitado em alguns casos e, por alguns jornalistas, com o vazamento de informações sigilosas, de cunho investigativo e de interesse único e exclusivo da segurança pública. Por isso a diretriz de identificar todos os que adentram aquele estabelecimento, incluindo os profissionais da imprensa.

    Além disso, acrescentamos que, conforme foi amplamente divulgado por vários meios de comunicação, 68 pessoas foram presas por ocasião dos atentados contra órgãos da segurança pública, no Estado. O que demonstra uma ação eficaz e integrada das polícias. Outros inúmeros inquéritos policiais estão em trâmite nas delegacias de todo o Estado, visando apurar a autoria e a materialidade dos eventos do início do mês de novembro. E, se muitas destas prisões foram relaxadas, tal fato se deve a fatores legais ou processuais penais, escusos às competências da Polícia Civil.

    Por fim, sobre o caso da servidora pública, assassinada brutalmente na frente da própria casa, no final do mês de outubro, esclarecemos que duas pessoas envolvidas diretamente no crime ja foram identificadas e presas pela Deic. Mas, em virtude do sigilo que o caso requer, o que ocorre em grande parte dos crimes hediondos, não é possível fornecer mais detalhes sobre o caso, até a completa conclusão do procedimento policial.

    Atenciosamente,

    Assessoria de Imprensa
    Polícia Civil de Santa Catarina

  • FABRICIO diz: 12 de dezembro de 2012

    Eu sou policial civil, Rafael Martini, posso ir aí na RBS e entrar nos estúdios, na redação, usar o teu banheiro, ir na sala do diretor, do redator ?

    O saguão da DEIC é o local de atendimento ao público e é ali que qualquer profissional deve permanecer, digo, jornalistas, advogados, etc. Isso nem precisava de portaria, bastava que fossem educados.

    Em relação a investigação da morte da agente prisional, não existe prazo, vai demorar o tempo que for preciso, ou achas que é facil, que é moleza elucidar um homicídio colhendo as provas necessárias para uma condenação.

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