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Transparência

30 de maio de 2013 5

Os dados estão disponíveis no site www.tj.sc.gov.br: alguns dos 60 desembargadores do Tribunal de Justiça receberam em abril, limpo na conta, vencimentos superiores a R$ 100 mil, já abatidos o Imposto de Renda e demais descontos.

Ocorre que no mês de abril foi pago o retroativo do auxílio-alimentação para cada um dos magistrados no valor de R$ 40.953,58.

Sem contar o adiantamento de 13º salário e outros benefícios.

Antes que alguém se apresse em criticar, o Visor esclarece que está tudo dentro da lei.

Foi aprovado pela Assembleia e sancionado pelo governo do Estado.

comentários

Comentários (5)

  • cidadão do bem diz: 30 de maio de 2013

    Podemos e devemos criticar sim. Dentro da lei feita por “homens” que só pensam nos seus interesses e portanto apesar de “legal” é com toda certeza imoral. O que está ocorrendo é que definitivamente o povo está lascado, não há a quem recorrer, todos se uniram contra o povo. Não há mais oposição e todos os poderes constituídos que deveriam nos defender são submissos e só defendem seus interesses.

  • Ângela diz: 30 de maio de 2013

    Tão que nem a Celesc! Sacanagem tudo dentro da Lei.

  • Henrique diz: 31 de maio de 2013

    E tem gente que acredita que o descaso com a saúde, educação, segurança pública e outras áreas é por falta de dinheiro, por falta de saúde nos cofres do governo. Conta outra né!

    Cabe lembrar que é o orçamento estadual o responsável por abastecer os cofres da Assembleia, TJ, etc, ou seja, essa grana que poderia estar sendo usada para saúde, educação está nos bolsos de desembargadores, deputados, juízes, etc. E eles nem ficam envergonhados com esses pagamentos retroativos e ainda têm coragem de dizer que o congresso é corrupto, que o governo federal é corrupto, que o Brasil não é sério, isso e aquilo.

  • Felipe diz: 31 de maio de 2013

    Não sei se já te contaram, o Addo deixou a Ada! Alegou ser a pedido de familiares. Deixa de responder pelo cargo em 01/06/2013

  • Luiz Antonio diz: 1 de junho de 2013

    É legal, mas é moral?

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