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Na ponta do lápis

04 de junho de 2013 9

Atento leitor resolveu fazer as contas depois de ler a reportagem de domingo do DC sobre a Ponta do Coral. Surpreendeu-se, por exemplo, ao constatar o desembolso de cerca de R$ 350 mil por ano só em impostos desde 1980.

Ou seja, a construtora proprietária já pagou só para o fisco R$ 11,9 milhões. Isso sem nenhuma correção. Somando-se aos outros R$ 22 milhões investidos no estudo de impacto ambiental, são R$ 33 milhões ao longo de 34 anos.

Ou seja, dinheiro e paciência parecem não ser problemas para os empreendedores.

comentários

Comentários (9)

  • Marcos Espíndola diz: 4 de junho de 2013

    Um investimento desse porte prova de que trata-se de um empreendimento sério. Uma pena ficar travado da forma como está na prefeitura de Florianópolis, depois de os empreendedores assumirem o compromisso de colocar equipamentos de lazer público no local.

  • João Saldanha diz: 4 de junho de 2013

    Parece óbvio que para construir um hotel de luxo com marina na Beira-Mar em Florianópolis há que ter dinheiro. O que os empreendedores não deviam imaginar é que precisariam de tanta paciência. Há décadas a prefeitura desta cidade vem permitindo que se construam prédios indiscriminadamente, por toda a parte. Mas quando surge um projeto fantástico como este da Hantei para a Ponta do Coral, empreendedores que pagam devidamente os tributos e estão de acordo com a legislação no que diz respeito ao empreendimento são tratados com esse descaso. Lamentável.

  • Julia Nogueira Ramos diz: 4 de junho de 2013

    Não entendo porque tamanha polêmica. Nasci e vivi em Florianópolis a vida toda, e só o que vejo é prédios serem erguidos em espaço mínimos, onde nem se imaginava que pudessem construir. Porque essa dificuldade com a Ponta do Coral? Os empreendedores são donos daquela área e têm um projeto magnífico para transformar um lugar degradado em algo belo e desfrutável.

  • Cesar Bartotti diz: 4 de junho de 2013

    Imagina o que eles investiram de dinheiro em estudo ambiental para estar em dia com a legislação. Meu amigo, quem investe tanta grana assim é porque acredita no que está fazendo. E agora a história do aterro, afinal de contas, o que muda para Florianópolis? Os caras querem construir um negócio bonito, com parque e tudo para as pessoas usarem. Será que chiaram assim quando construíram aquelas maravilhas de Jurerê em cima do mangue?

  • Milanezi diz: 4 de junho de 2013

    O que os empreendedores não imaginavam era que iriam enfrentar tantos obstaculos, patrocinados por meia duzia de xiitas, normalmente empregados no poder publico, que não veem nada de bom no progresso pois são uns frustados que nunca construiram nada e por isso se tornaram adeptos do atrazo. Façam uma pesquisa e verão que 80% da sociedade de Florianopolis está de acordo com o empreendimento. Se hoje já pagam R$ 350.000,00 ano de IPTU, imaginem quanto pagarão com o empreendimento pronto. Pergunte ao povo se ele prefere a Ponta do Coral como está, ou que o projeto seja concluido e o dinheiro dos impostos gerados sejam aplicados no seu bairro.

  • joao santos diz: 4 de junho de 2013

    No ano que vem teremos eleições ao custo de milhões de reais. Aí está um bom exemplo – um verdadeiro clássico catarinense! – de como se criam dificuldades para vender facilidades… Anotem e confiram.

  • paulo diz: 4 de junho de 2013

    e´verdade, mais agora temos um prefeitinho almofadinha que só pensa em não fazer nada de bom pra cidade… ha e onde estar as entregas de medicamento para os idosos? estamos de olho prefeitinho almofadinha.

  • Luis diz: 4 de junho de 2013

    Compram um terreninho, inventam de aterrar área de mar e baía públicos para turbinar índice construtivo e lucros transformando-a num terrenão. Acionam a administração Moeda Verde para empurrar a toque de caixa, antes das eleições, goela abaixo. Vendem a conversinha do emprego e renda, do deslumbramento fácil com a criptoDubai, escondem os impactos na já saturada Ilha de Santa Catarina e vem falar em os “do contra”, ecochatos?? Vão se danar corruptos, vão empreender com responsabilidade, sem corromper. Vão fazer capitalismo de risco, sem essa de privatizar lucros e socializar prejuízos. Daqui a pouco o tal hoteleiro lá do norte da Ilha,- aquele, não tem?-inventa de estender pela centésima vez seu empreendimento para cima do mar, em palafitas, e os baba-ovo vão achar chique. Limites!!

  • Milanezi diz: 5 de junho de 2013

    Sr. Luis, aquele hoteleiro lá do norte da ilha, que o Senhor fala, é um empreendedor que junto ao pessoal que criou Jurerê internacional, colocou a cidade de Florianópolis no mapa turistico do mundo. Para mim, são dois idealistas,. Qualquer um sabe que investir em turismo em Florianópolis, com dois meses de temporada no ano, quando no nordeste temos verão o ano inteiro, só pode ser por paixão. Além de tudo, ainda tem pessoas , normalmente mal sucedidos, pendurados em empregados do governo, pagos com os impostos da sociedade, que se adonam da cidade e só sabem criticar. A sociedade está ficando saturada desse tipo de gente. Se um empresário, tem que dar dinheiro para um funcionário publico liberar uma licença, não é por prazer, é porque nesse pais, infelizmente, existem alguns funcionários que impõe dificuldades, onde não deveria existir, para exigir propinas para liberar. Vejam o caso do Continental Shopping. Chega!!!!!!

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