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A culpa é do design

05 de junho de 2013 0

A disputa judicial em torno de uma garrafa de 20 litros pode ameaçar o abastecimento de água mineral na Grande Florianópolis a partir da próxima semana. A Justiça Federal manteve a decisão de retirar do comércio os garrafões da Água Mineral Imperatriz (fotos), responsável por 60% do mercado na região. Caso descumpra a determinação, a empresa de Santo Amaro da Imperatriz estará sujeita a pagar uma multa diária de R$ 30 mil.

São três os motivos para a punição: a impossibilidade ou dificuldade de lavagem e enchimento dos garrafões retorcidos em máquinas convencionais; o comprometimento da segurança do produto em razão da ausência de anel de reforço e o risco de atrelamento o consumidor a um único fornecedor. A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal foi sugerida pela Associação Catarinense das Indústrias de Água Mineral (Acinam).

Oberdan Vilain Júnior, advogado e sócio da Água Mineral Imperatriz, diz que a empresa está cumprindo a determinação. Atualmente, a empresa envaza cerca de 180 mil litros de água por dia e emprega 250 pessoas, mas diante da restrição, vê risco de abastecimento a curto prazo. A empresa recorreu da decisão, alegando cumprir todas as normas técnicas exigidas pela legislação brasileira, além de defender o direito à livre concorrência.

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