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Justiça mantém proibição do turismo de observação de baleias em SC

03 de julho de 2013 10

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região não acatou o agravo de instrumento proposto pelo Instituto Chico Mendes e manteve a proibição do turismo de observação de baleias-franca em embarcações, com ou sem motor, para Imbituta, Garopaba e Laguna.

A Justiça Federal entende que é fundamental a apresentação de um estudo de impacto ambiental para analisar o caso.

Com a decisão, está comprometido de vez a temporada de inverno na região.

Ano passado, 5.184 turistas embarcaram para ver de perto as baleias-franca que visitam o litoral catarinense nesta épóca do ano.

comentários

Comentários (10)

  • Cesar Totti diz: 3 de julho de 2013

    Se falta documentação não pode funcionar. Por outro lado sou contra da maneira que é feita a observação, perturba uma mãe que pode estar amamentando. Por ser dócil estas baleias quase foram extintas e agora estão sendo perturbadas. Se os observadores querem emoção porque não vão olhar um ninho de cobras, uma leoa cuidando dos filhos ou de um jacaré nadando com os filhotes?

  • DANIEL diz: 3 de julho de 2013

    Perfeito! Acabar com quer apenas explorar e ganhar dinheiro, sem se preocupar com os animais, deixando as baleia stressadas.

  • Pedro paulo diz: 3 de julho de 2013

    Esses que proibem deve ser Bahiano ,porque la vale tudo,dai irão todos fazer turismo la para ver BALEIAS.

  • Jose Ricardo Tavares diz: 3 de julho de 2013

    Com a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região que manteve a suspensão do turismo de observação de baleias franca em Santa Catarina, respaldando o pedido feito pelo Instituto Sea Shepherd Brasil – Instituto Guardiões do Mar, que busca medidas eficazes para proteção dos mamíferos, por entender que o turismo de observação atrapalha as baleias que vem a costa catarinense para se reproduzir, resta agora aos interessados por cetáceos visitar Abrolhos na Bahia, onde entre julho a novembro, baleias jubarte, que podem alcançar 16 metros de comprimento e pesar até 40 toneladas, aparecem todos os anos para acasalar e dar à luz e onde o passeio de observação não é proibido.
    Existe ainda, embora um pouco mais longe, a opção de visitar o santuário das baleias da Baía de Magdalena no México onde centenas de baleias cinzentas gigantes aportam nas águas quentes da Baja Califórnia para, também, acasalar e parir suas crias. Diferentemente daqui, os turistas podem até estender as mãos e tocar de verdade nos cetáceos, sendo possível saltar dos barcos e brincar com os filhotes, já que as baleias gostam de estímulos palpáveis.
    A sugestão destas alternativas leva em consideração a competência e não o amadorismo, ajudando, infelizmente, outros rincões a sobreviverem de oportunidades geradas de graça pela natureza, já que aqui, pelo que nos parece, ainda teremos que aprender de como devemos administrar e tratar as nossas coisas com mais profissionalismo. Enquanto os envolvidos discutem se existe ou não perigo letal para as espécies que são observadas em nosso estado, se as embarcações seguem as regras determinadas pelo IBAMA, se a aproximação e distância das baleias são compatíveis para a sua segurança, teremos que observar as baleias profissionais de outros lugares do mundo.

  • Tadeu diz: 3 de julho de 2013

    E porque a observação de baleias em outras regioes do Brasil pode? Seria interessante a explicação.

  • Amilcar May Feuerschuette diz: 3 de julho de 2013

    Se não se pode construir mais a beira mar em algumas praias (em outras tudo é permitido), com o argumento que perturba as baleias, porque seria permitido se aproximar com embarcações barulhentas. Tem que proibir mesmo.

  • José diz: 4 de julho de 2013

    Conflito de interesses à vista… e por que o Sea Shepherd promove turismo de observação de baleias em Abrolhos, em condições muito semelhantes às de Imbituba?

    http://seashepherd.org.br/iii-whale-watch-instituto-sea-shepherd-brasil-e-apecatu-expedicoes-em-abrolhos/

    Será que é porque a agência de turismo lá é parceira?

  • Cesar Totti diz: 4 de julho de 2013

    Rafael Martini, sou obrigado a reconhecer que meu primeiro comentário não tem consistência em virtude de outros que o seguiram que trazem maiores esclarecimentos e fornecem detalhes para embasa-los. Adquiri mais conhecimentos, isto é bom.

  • Pedro Gonçalves diz: 4 de julho de 2013

    Essa Sea Shepherd aqui em SC é uma vergonha.

  • sERGIO LUIZ diz: 5 de julho de 2013

    Se tivéssemos um governo de verdade muitas dessas ONGs deveriam ser expulsas de nosso país.Ongs que travestidas de bondosas,praticam bio-pirataia,e outros crimes.Uma pena,pois pretendia levar meus filhos para Imbituba agora em Julho,mas estou cancelando.

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