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Justiça reduz 50% do valor da multa ao Sintraturb

08 de julho de 2013 19

Não faltam motivos para a turma do Sintraturb comemorar o julgamento do dissídio coletivo nesta segunda, na Justiça do Trabalho.

 A Justiça mandou pagar os dias parados,reduziu em 50% o valor da multa de R$ 200 mil e mandou desbloquear os bens do sindicato.

Os motoristas e cobradores decidem em assembleia marcada para as 22h se aceitam ou não o reajuste de 7,16%.

Quem não gostou foi a prefeitura e o Setuf, que etendem que a Justiça do Trabalho cedeu demais.

comentários

Comentários (19)

  • james diz: 8 de julho de 2013

    Decisão decepcionante de uma justiça do trabalho frouxa. É por isso que esse sindicato bandido manda e desmanda na cidade. Deveriam descontar todos os dias e inclusive as horas em que houve paralisação. Desse jeito, a multa parece um prêmio para os grevistas.

  • Belmiro diz: 8 de julho de 2013

    Faltou coragem aos juizes do trabalho decidirem de acordo com o direito. Acho que estavam com medo dos motoristas botarem fogo no TRT. Isto é uma vergonha, pois estão a dizer que para ter uma boa decisão judicial, as partes tem que partir para o confronto e ameaçar não aceitar a decisão judicial. É uma verdadeira inversão dos valores.

  • Aldonei Machado diz: 8 de julho de 2013

    Agora, sr. jornalista, não podes dizer que a cidade está refém do SINTRATURB, que quem manda na cidade é o Ricardo Freitas e blá, blá, blá. Foi a justiça que decidiu. Ou o Sr. também vai dizer que o Judiciário é mandado pelo SINTRATURB. Seu discurso está mais ameno agora!!!

  • Anilton diz: 8 de julho de 2013

    Justiça? depois dessa decisão para esse sindicato que “administra” e manipula pelo fígado? Este é o nosso Brasil, infelizmente.

  • Leonardo diz: 8 de julho de 2013

    Chupa Rafael,diz que a justiça tb esta fazendo Florianópolis refem.

  • Marcos diz: 8 de julho de 2013

    Essa é a nossa justiça do trabalho……..

  • mary diz: 8 de julho de 2013

    Vergonha, vergonha, TRT sem pulso, onde esta o respeito ao cidadão que sempre é agredido por este sindicato da baderna, estão dando corda para esta corja do Ricardo Freitas, cidadão nojento, se fosse uma empresa pequena, os juízes metiam o pau, TRT sem vergonha, deve ser divulgado o nome dos juízes que amarelaram, alguém sabe o nome deles,?????

  • Robson diz: 8 de julho de 2013

    Vergonhosa essa decisão, é triste e decepcionante que tenhamos uma justiça nesse nível. Lamentável percebermos que esse Sindicato dos Motoristas vai continuar mandando na cidade. Imaginava que o atual prefeito fosse dar um basta nisso, mas percebo que não, pelo contrário o que vejo agora é que eles tem um novo aliado, o TRT, o mais novo advogado dessa máfia que a anos vem mandando e desmandando na cidade e ninguém faz absolutamente nada. Até quando ?

  • Alzemi Machado diz: 8 de julho de 2013

    Bastou mais uma ameaça de greve, e até que enfim, os togados resolveram “trabalhar”… Quanto ao jornalista, ele confunde os leitores: em determinado momento, concorda com as vozes da rua, e em outras, repudia os movimentos sociais organizados, leia-se professores, servidores,garis, motoristas, profissionais de saúde….. Supõe-se, que devem ser punidos. Eu pergunto: os dias em que não houve transporte, os monopolizantes das linhas de transporte não receberão o subsídio público? E aí jornalista, tem resposta?

  • Mary diz: 8 de julho de 2013

    Parabéns TRT amarelo, é por isso que estes vândalos continuam cada vez mais forte, a população repudia esta decisão

  • naza diz: 8 de julho de 2013

    e só essa que nos faltava era eles não aceitarem essa porcentagem no reajuste, pois duas classes trabalhadoras tiveram essa média de percentual de aumento de salário, foram os bancários e os comerciários. será que eles querem aumento igual a que foi exigido em Recife? 33%? kkkk

  • kico chupaxana diz: 9 de julho de 2013

    bando de hipócritas fizeram manifestações trancaram pontes e o escambau e vem dizer q motoristas e cobradores são os bandidos ,tem q parar tudo e deixar os ônibus la em floripa sem a população ter como voltar como era antigamente.bando de conformados.

  • Rudnei diz: 9 de julho de 2013

    QUEM FALA MAL É PORQUE NÃO DEPENDE DE ÔNIBUS,E PARA QUEM ANDA VAI VER QUANDO O MP FIZER OS VALORES DAS PLANILHAS E VERIFICAR O QUANTO A PREFEITURA E OS EMPRESÁRIOS ROUBAM NOSSOS BOLSOS AI EU QUERO ATÉ O DONO DESSE BLOG VOMITAR TODAS AS PALAVRAS QUE DISSE SOBRE O MOVIMENTO DOS MOTORISTAS E COBRADORES,SE O MP FIZER O TRABALHO DELE NÃO DOS EMPRESÁRIOS E DO ALMOFADINHA DO PREFEITO A MAIORIA AQUI VAI CALAR A BOCA.

  • kesio diz: 9 de julho de 2013

    Infelizmente, há muito que a justiça do trabalho só defende a classe “trabalhadora”, parece que são uns recalcados que só veem um lado da moeda. Quero ver eles cederem para o pessoal que trabalha na justiça as mesmas condições que tão dando para esse bando de marginais que param a cidade, Os patrões deveriam demitir em massa, tenho certeza que mais da metade dos motoristas voltariam a trabalhar. Quanto a multa, será que o TRT fez um acerto? Que vergonha Senhores Magistrados, e a população achava que enfim a justiça iria prevalecer! Será que o povo deveria ir as ruas pedir o fim dos TRTs também?

  • Claudio diz: 9 de julho de 2013

    JUSTIÇA DO TRABALHO FOI FEITA PARA O TRABALHADOR, UMA PIADA.

    QUERIA VER CRIAREM A JUSTIÇA DO CONSUMIDOR, COM TODAS AS PRERROGATIVAS DO PODER JUDICIARIO, DUVIDO QUE IRIA VINGAR FAZER CUMPRIR O QUE DETERMINA O CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR !!

  • AdelinoRenuncio diz: 9 de julho de 2013

    É apenas vbergonhoso e decepcionante. Justiça covarde ou acumpliciada….

  • pedro nassar diz: 9 de julho de 2013

    só quem não gostou dessa decisão são as pessoas q não dependem do trasporte coletivo e as que não sabem as dificuldades que MOTORISTA, COBRADORES e PASSAGEIROS enfrentam todos os dias dentro dos ônibus,vamos passar um dia dentro dos ônibus para saber as dificuldades?

  • Robson diz: 9 de julho de 2013

    E só quem gostou dessa de decisão foram os motoristas, cobradores e parentes dos mesmos. EU pego ônibus, infelizmente, e vejo todo dia um bando de motoristas e cobradores sem nenhum educação, acham que estão fazendo um favor as pessoas, só reclamam, atendem mau as pessoas idosas e mulheres,isso sim que se vê todo dia. Tem que ter um basta nisso, a população tem que se juntar contra essa máfia, daqui a pouco vão querer trabalhar 10 minutos e pedir aumento de salário de mais de 10%, de vale refeição. Uma VERGONHA ISSO.

  • KELLY REGINA DE A S BARROS diz: 13 de julho de 2013

    O grande problema do Brasil é que nas questões conflitantes sempre ficamos de fora, inclusive, das Convenções da Organização Internacional do Trabalho.
    A Carta Maior de 1988 estabelece a teoria da unicidade sindical, onde só se reconhece um único sindicato em base territorial, não podendo ser inferior a área de um Município. Este sistema hierarquizado e compulsório não reflete o espírito contido na Convenção nº 87 da OIT, onde assegura o direito da liberdade sindical, ou seja, o Brasil não ratificou a convenção junto com os demais países. Portanto o nosso sistema jurídico não admite a liberdade sindical, já que o trabalhador não possui a faculdade de fundar um sindicato, a faculdade de aderir um sindicato e principalmente a faculdade de não aderir a um sindicato. Também não se admite a autonomia sindical, já que em nosso ordenamento, ela é estabelecida por categorias. A Convenção nº 87 da OIT, refere-se a liberdade sindical e à proteção de sindicalização, adotando o sistema de pluralidade sindical. A pluralidade sindical tem em seu conceito a livre filiação dos sindicatos para atuar concorrente em qualquer ponto do território nacional. Portanto o ordenamento jurídico brasileiro necessita de reforma trabalhista, devendo ser iniciada a modificação pela Constituição Federal de 1988 para o reconhecimento da pluralidade sindical. Num primeiro momento haveria a criação de muitos sindicatos, mas posteriormente, as pessoas iriam se conscientizar que muitos sindicatos não têm poder pressão e começariam a se agrupar, filando-se aos sindicatos em razão do serviço prestado pela agremiação e das conquistas feitas para elas.

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