Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

O dia da virada para o sindicalismo

11 de julho de 2013 5

 

Depois da voz nas ruas, hoje é vez dos sindicatos.

Sonham em mostrar que ainda têm alguma musculatura política, mesmo que flácida.

Na carona das manifestações de junho, a centrais viram a chance de retomar o protagonismo.

De mobilizar ao menos parcela da sociedade.

E sair do ostracismo dos últimos anos.

Os dirigentes sindicais que iam para a porta das fábricas panfletar há 30 anos envelheceram.

Hoje estão mais preocupados com o churrasco do final de semana e o passeio com os netos.

O ícone do sindicalismo silenciou. Sucumbiu diante de tanta roubalheira.

A bandeira do fator previdenciário foi buscada em algum escaninho do passado.

Assim como a reforma agrária. Mas poderia ser a redução da carga horária ou qualquer outra.

São temas históricos dos movimentos sociais, da turma da esquerda do PT de Dilma e companhia.

As pessoas nas ruas fizeram bem ao Brasil recentemente.

Tomara que o sindicalismo brasileiro também encontre seu norte.

E retome a luta pelos reais interesses dos seus associados.

Deixando de mirar apenas os repasses do desconto obrigatório

Sem nenhuma representatividade.

Enquanto assistem a vida passar…

Tomara que hoje seja o início da virada…

 




comentários

Comentários (5)

  • Das ruas diz: 11 de julho de 2013

    É a turma da Dilma não querendo perder o bonde…
    Fora Dilma !

  • Luiz Fernando Vidal da Rocha diz: 11 de julho de 2013

    Depois que o sindicalista Lula chegou ao poder, parece que a esquerda já estava satisfeita…restou algumas vozes roucas como o PSOL,POC,PSTU e alguns grupelhos trotskistas e anarquistas continuarem com as bandeiras de 1917, em busca de um possível socialismo readaptado ao capitalismo internacionalizado com a alcunha de globalização. A luta hoje passa pela questão ambiental e na transformação do modo de vida de cada individuo nas suas relações interpessoais e na manutenção dos valores que sempre nortearam o que é melhor para a vida. Partindo desses dois pilares podemos construir a cultura do pensar globalmente ( Participação politica em sindicatos, partidos, militância na educação, voto consciente…) e agir localmente ( Família, vizinhos, amigos, bairro…). Caso não “funcione”, só nos resta a desobediência civil.

  • Arthur diz: 11 de julho de 2013

    Não me representam, CUT = PT = todos os sindicatos.
    E não pensem que esquecemos de PMDB e PSDB de vocês.
    Isso é oportunismo dos partidecos.

  • Jean Andrei Golin diz: 11 de julho de 2013

    Até concordo, de um modo geral, com a opinião do colunista. Mas tanto erro de português e digitação me desanima continuar acompanhando o blog. A menos que os trabalhos do jornalista estão sendo delegados para algum estagiário ou outro escriba digital desavisado. “Panfletiar”, equívocos na composição das frases, ausência de pontuação – dói ver o português sendo dilapidado. Cadê o revisor e / ou editor? Trata-se apenas de uma dica.

  • Décio diz: 11 de julho de 2013

    A grande maioria dos Sindicatos estão querendo tomar carona nas manifestações que brotaram da população Brasileira que não suporta mais a bandalheira promovida principalmente pela classe politica e quem esta no poder. Ora CUT, UNE, Movimentos dos Trabalhadores Sem Terras e outras categorias ligadas principalmente ao PT, foram amordaçadas pelo atual Governo em troca de dinheiro Publico. Outros Sindicatos querem carona nas manifestações, porem o que defendem é o aumento de seus previlegios, estão preocupados tão somente em aumentar seus contra cheques, e seus benefícios, não admitindo que fazem parte de uma minoria que recebem muito pelo que fazem, tudo as custas do poder Publico. Chega de hipocrisia.

Envie seu Comentário