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Hemácias raras

23 de julho de 2013 1

Florianópolis está entre as três capitais brasileiras que terão um banco de hemácias raras. O investimento do Ministério da Saúde de R$ 15 milhões envolve também Manaus e Rio de Janeiro. A ideia é que no início de 2014 o banco esteja implantado dentro do Hemosc.

Equipamentos já chegaram e profissionais sendo treinados no Hospital Albert Einstein.

Rodolfo Ramos, gerente técnico do Hemosc e um dos profissionais que semana que vem partem para um treinamento em São Paulo, explica que o banco vai permitir congelar hemácias raras por mais de 10 anos.

Além dos tipos sanguíneos ABO e RH negativo e positivo, há 300 tipos sanguíneos.

A escolha dos Estados se deu em função das etnias: Santa Catarina pelas características europeias, Rio de Janeiro por conta da afrodescendência e Amazonas em função dos traços indígenas da população.

Na prática, será um banco público de hemácias raras à disposição de todos os brasileiros que precisarem.

Hoje, muitas vezes é preciso pagar ou recorrer a países europeus para conseguir alguns tipos sanguíneos raros.

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Comentários (1)

  • João diz: 23 de julho de 2013

    A dois anos tive um familiar que, por possuir um elemento raro em seu sangue, precisou comprar sangue em um banco de um grande Hospital de SP. Sangue raro, proveniente de sua descendência européia, custou caro, muito caro. Cada bolsa custa aprox 2mil, fora as despesas do transporte, que inclui, inclusive um termômetro. Sem contar que caso alguma bolsa se rompa no transporte, azar! Por sorte meu familiar tinha recursos e pode comprar o sangue. Fico feliz em saber que agora SC vai ter um banco de nível e, principalmente, gratuito.

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