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Bandeira dois

29 de agosto de 2013 2

O Tribunal de Justiça tem entendimento diferente da CPI dos Táxis da Câmara de Vereadores no que diz respeito à acumulação de cargo público com permissão para exploração de táxi, situação do superintendente da Fundação Municipal de Esportes da prefeitura de Florianópolis, Hudson Pires, conhecido como Professor Chiquinho.

Em decisão publicada dia 18 de junho, no julgamento do caso de um servidor estadual proprietário de táxi, a primeira câmara de Direito Público decidiu que “o serviço municipal de transporte individual de passageiros, por meio de táxi, não se confunde com cargo público, razão pela qual a acumulação daquela atividade não se insere na vedação prevista na Constituição”.

Da série perguntar não ofende: a CPI dos Táxis identificou que 29 concessões de placas em Florianópolis são de funcionários públicos declarados, que assinaram os contratos somente por liminar da Justiça e assim trabalham até hoje. Por que, então, apenas o nome do professor Chiquinho veio à tona. Há quem fale em fogo amigo.

comentários

Comentários (2)

  • Domulo diz: 29 de agosto de 2013

    Eu quero saber se vai haver punição aos culpados? O que o nosso “querido Prefeito” vai fazer a este respeito? Será que vai prevalecer o status político?

  • José Carneiro diz: 30 de agosto de 2013

    Conheço bem a realidade. O fato é que alguns vereadores tentaram impor contratações e gastos ao Hudson Pires e ele não se submeteu ao toma-lá-da-cá. Inclusive, ele está sofrendo uma pressão enorme porque cortou os repasses absurdos a entidades e fundações esportivas ligadas a alguns vereadores, escolhendo, conforme orientação do prefeito, investir em projetos esportivos de inclusão. Então, em represália a perda de seu “dinheirinho” e querendo forçar a troca do comando por algum capacho, alguns vereadores tomaram essa atitude esdrúxula de inclui-lo na CPI dos táxis.

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