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Indústria do dano moral

11 de outubro de 2013 3

“O dano moral vem sendo vulgarizado nos tribunais. Tudo é dano moral. Qualquer contratempo é dano moral. Qualquer insatisfação é dano moral.” Estes foram alguns dos argumentos usados pelo juiz Luiz Osmar Franchin, da Vara do Trabalho de Videira, ao indeferir pedido de indenização pleiteado pelo sindicato dos empregados contra a Epagri. O motivo do pedido de indenização? O local usado há 20 anos para trocar de roupa apresentava sinais de deterioração, o que estaria abalando a dignidade dos empregados.

comentários

Comentários (3)

  • Seu Manequinha da Epagri diz: 11 de outubro de 2013

    Parabéns aos nobres advogados da Epagri, mais uma vez dando um show na defesa dos interesses do patrimonio público!

  • QUERO SER PRESIDENTE – EU TAMBEM BEBO diz: 11 de outubro de 2013

    ES OS CARAS LEVARAM VINTE ANOS PARA PERCEBER?? IMAGINEM A QUANTAS ANDAM AS GAVETAS DESTES “TRABALHADORES”…………

  • Ilhéu diz: 11 de outubro de 2013

    Deve-se ver a qual grau se encontrava a deterioração. Se apenas uma ou outra rachadura, obviamente não é dano moral. Por outro lado, se for algo mais acentuado, que comprometa, por exemplo, a higiene, é cabível o dano moral.
    Se o dano moral virou ‘indústria’, é porque tem muita coisa errada acontecendo por aí. Hoje virou jargão falar ‘indústria do dano moral’, pra se esquivar da responsabilidade civil.
    Certamente, se os magistrados fossem mais rigorosos nas indenizações, as empresas de telefonia, planos de saúde, bancos, seguradoras, etc. seriam bem mais cuidadosas para com as pessoas.

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