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Mulheres de farda

28 de outubro de 2013 1

A semana promete boas-novas para as candidatas aprovadas no concurso da PM, mas que não foram chamadas porque o limite de vagas na corporação é de apenas 6% para elas. O governador Colombo está inclinado a aceitar as mudanças sugeridas.

comentários

Comentários (1)

  • Mulheres à Luta… diz: 28 de outubro de 2013

    Vamos ao que interessa, de fato: Há diferenças físicas entre homens e mulheres… Inquestionável. Não se discute a capacidade intelectual, pois nisso, há muito se provou serem tão capaz quanto qualquer outro. porém a questão física é importante para a atividade policial. Não há policiais formados para a atividade administrativa e outros para operações. Tanto, que o próprio concurso é diferenciado na questão da avaliação física: para mulheres, as exigências são adequadas ao perfil físico delas (nada mais justo). Quanto a necessidade de mulheres na corporação? Indiscutível que há. Porém, na proporcionalidade, deve-se ter mais homens do que mulheres, por uma única razão: a grande maioria da atividade policial (principalmente a militar) exige da questão física para o sucesso, pois é essa instituição que se coloca como primeira garantidora do direito do cidadão (e do próprio contraventor). Dessa forma, caso queira igualdade na questão de vagas, que se exclua do Edital a diferença entre as provas físicas (que são eliminatórias). Simples: Uma única lista de exigência de atividades na avaliação, independente de ser homens ou mulheres. Quem for realmente capacitado, vai lá e passa. Quanto à Polícia Civil, por ser uma atividade mais intelectual (não discuto que uma é melhores que outra, e sim a atividade constitucional de cada polícia), essa exigência de números de vagas não existe. Mas, sem qualquer machismo ou preconceito, entendo que tanto para a PM quanto para a PC, deve-se impor regras únicas no edital para acesso. E tenho dito. (minha humilde opinião, longe de discussão de gêneros).

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