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Até quando?

31 de outubro de 2013 2

Por ano, no Brasil, 75 mil crianças são vítimas de acidentes com álcool líquido, de acordo com a Sociedade Brasileira de Queimados. Apesar dos números alarmantes, a venda voltou a ser liberada nas gôndolas dos supermercados.

A pergunta é simples: quantos meninos como o Erick precisarão perder a vida para que o produto seja banido de vez das prateleiras, a exemplo de outros países?

comentários

Comentários (2)

  • George S. Savalla diz: 31 de outubro de 2013

    Que países exemplos são esses, camarada?
    Se for falar da Corte…está equivocado.
    Nos Estados Unidos é vendido alcool liquido nas farmácias e supermercados.
    Exemplo mata a cobra e mostra o pau:
    http://www.walmart.com/search/search-ng.do?ic=16_0&Find=Find&search_query=alcohol&Find=Find&search_constraint=0

  • Jonas diz: 1 de novembro de 2013

    Sr. Rafael Martini, já que o senhor é um jornalista movido a transpiração, sugiro que gaste um pouco de tempo e digitação em busca da matéria-prima essencial da notícia: a verdade.
    No endereço http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6136/tde-06062011-140523/pt-br.php, uma tese de doutorado na USP, o senhor vai encontrar uma extensa relação de países de todos os tamanhos com a foto e o local de venda do álcool líquido.
    Em http://www.DATASUS.gov.br o senhor encontrará a verdade estatística sobre todas as ocorrências de saúde que quiser. As de real significância estatística tem dados separados, como acidentes de motocicleta. Acidentes com álcool não tem essa importância, então estarão contidos dentro da categoria “queimaduras com substâncias muito inflamáveis”, que incluem álcool líquido, mas não diz se é de supermercado ou se é etanol de posto, bem como querosene, thinner, gasolina. Daí se depreende que o número com álcool líquido não pode ser maior que o total de substâncias.
    No DATASUS há também a divisão por faixa etária, onde se constatará que as crianças não são as maiores vítimas nessa categoria. interessante também notar que as queimaduras com essas substâncias são em maior número em 2013 (álcool puro proibido) que em igual período de 2012 (álcool puro liberado).
    A conclusão: essa deixo a cargo do nobre jornalista, que depois que tiver feito sua apuração poderá nos brindar com um novo post, isento e imparcial, baseado na verdade dos números, e não no cavalo selado que é defender “as criancinhas indefesas”. As crianças precisam ser protegidas, sim, mas dos reais perigos, e a falta de educação dos pais é um dos maiores perigos.

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