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Dois mundos

08 de dezembro de 2013 4

Enquanto servidores do Judiciário e Legislativo vão passar o final de ano desfrutando o abono de R$ 4 mil pago pelos respectivos poderes, os delegados da Polícia Civil precisam informar com antecedência ao departamento de Recursos Humanos da PC quem vai trabalhar nos plantões de final de ano.

Caso contrário, o policial não receberá o auxílio-alimentação referente aqueles dias.

comentários

Comentários (4)

  • José Germano Cardoso diz: 8 de dezembro de 2013

    Deus está, com certeza absoluta, vendo.
    Tudo o que está acontecendo por toda Santa Catarina.
    Não se esqueçam disso todos aqueles que desconhecem a sua bondade.
    Pois há tempo para tudo debaixo do sol.
    Tempo para juntar e tempo para jogar fora…

  • Roberto Fretta diz: 9 de dezembro de 2013

    O colunista está adiantando a informação de que o Judiciário vai pagar abono de R$ 4 mil aos seus servidores ?
    Apesar da práticas nos últimos anos, dentro do TJ ninguém sabe ainda se o tal abono afetivamente será pago, muito menos o valor.
    No TCE e Alesc, me parece, os abonos já foram pagos, neste informado valor de R$ 4 mil.
    Mas no que toca ao Judiciário, podemos dizer que essa informação é um furo ?

  • optemar rodrigues diz: 9 de dezembro de 2013

    Ainda bem que os que administram o Judiciário, a Assembleia Legislativa o Ministério Público e o Tribunal de constas, conseguem valorizar seus servidores e como prova disto, todo final de ano retribuem com uma gratificação, que para todos os outros servidores, é de significado valor. Para o Executivo, Policia é igual pedreiro, só pode entrar no palácio, quando o está em construção, depois é expulso. Para o Executivo, policia só é lembrada : Nas calamidades, nos sequestros de gente importante, grandes assaltos e homicídios… e nos palanques eleitorais.

  • Luis diz: 9 de dezembro de 2013

    TJ, MP, TCE e assemelhados nadam de braçada em privilégios e sinecuras. São ilhas de boas remunerações e vantagens funcionais desmedidas cercados de problemas para os quais tem pouca solução, impunidade primeiramente. Num Estado que é uma vergonha em saúde, educação e segurança, ver essa casta sentada à mesa emporcalhando-se com o que falta para o pessoal das áreas “críticas” é repugnante. Deveriam receber por produtividade, por corruptos presos, por desvios recuperados, por licitações fraudulentas detectadas, mas não, lambuzam-se de qualquer jeito. Por isso mal se atacam, parecem ter um pacto informal de tolerância. E dá-lhe isonomia pra esse, pra aquele, etc. Professores, médicos e policiais deveriam pedir isonomia… Com o motorista do deputado, o ascensorista do fórum, a secretária do conselheiro ou, vai lá saber, com a manicure do promotor.

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