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Ocupação Amarildo custou R$ 109 mil ao Estado

25 de abril de 2014 0

O juiz agrário cooperador Uziel Nunes de Oliveira entregou nesta tarde ao Ministério Público e à Assembleia Legislativa, documento produzido pela Polícia Militar em que são relacionados fatos tipificados como crimes e danos ambientais, em tese praticados pelos dirigentes da chamada “Ocupação Amarildo” durante os quase quatro meses em que se estabeleceram em áreas invadidas na Capital – inicialmente na SC-401 e, posteriormente, na SC-406.

As informações ali contidas servirão de base ao Ministério Público, para analisar a possibilidade de propor eventuais ações penais e de ressarcimento de danos contra os infratores identificados. O documento foi também entregue ao Legislativo catarinense, explicou o magistrado, como forma de fomentar o debate sobre tais ações e suas consequências.

A Polícia Militar, além de relacionar os atos praticados pelos ocupantes, elaborou estudo que soma todos os gastos suportados pelo Estado para acompanhar o movimento. O custo dos serviços, executados de 23 de dezembro de 2013 até 21 de abril deste ano, alcançou o valor de R$ 109 mil. A corporação mobilizou, neste período, 455 policiais militares nas operações de contenção e acompanhamento dos ocupantes.

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