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MP decide anular parte do concurso público

08 de maio de 2014 2

 

A Comissão Organizadora do Concurso para Servidor do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) decidiu anular as provas realizadas no dia 27 de abril para sete dos 13 cargos devido a incidentes ocorridos em cinco salas na realização do certame. Após a apuração dos fatos, a Comissão Organizadora descartou a possibilidade de fraude, mas considerou que os problemas registrados durante as provas podem, em tese, ter comprometido o sigilo das questões, o que poderia prejudicar o resultado do concurso.

A Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicas (Fepese), instituição contratada pelo MPSC para a execução do concurso, irá realizar, arcando com todos os custos, as novas provas, em data ainda a ser definida. As provas a serem reaplicadas atingem os candidatos inscritos para os cargos previstos nos editais 1/2014 – Analista do Ministério Público, 3/2014 – Analista em Auditoria, 6/2014 – Analista em Letras, 8/2014 – Analista em Psicologia, 9/2014 – Analista em Serviço Social, 11/2014 – Motorista Oficial 2 e 13/2014 – Técnico em Informática.

As provas para os cargos de motorista e de técnico em informática foram anuladas porque os candidatos das salas 344, 351 e 352, no Centro Tecnológico da UFSC, receberam cadernos de outro cargo, o de técnico do MPSC, e não havia cadernos reservas para substituí-los. A Fepese, então, decidiu imprimir os cadernos em caráter emergencial, o que não estava previsto no edital e comprometeu o sigilo da prova. Para os demais cargos que tiveram as provas anuladas, o que colocou em risco o segredo das questões foi o rompimento acidental dos envelopes dos cadernos entregues aos candidatos das salas 632 e 634.

 

 

comentários

Comentários (2)

  • indignado diz: 8 de maio de 2014

    Como assim para analista em letras, psicologia….esses analistas tiveram problemas? e técnico administrativo que teve envelope rasgado? um tanto quanto estranho isso não?
    mais uma vez não ouve a isonomia

  • Renato diz: 8 de maio de 2014

    Anular um concurso com 5.903 inscritos que estudaram e se dedicaram por causa de dois envelopes que segundo relatos não estavam totalmente rompidos é uma ação totalmente desproporcional e sem razoabilidade nenhuma, além de desrespeitosa com quem efetivamente se preparou.

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