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04 de junho de 2014 0
GILMAR DE SOUZA / AGÊNCIA RBS

GILMAR DE SOUZA / AGÊNCIA RBS

A estratégia do Sintraturb de paralisações-relâmpago, sem aviso prévio, no transporte coletivo, tão comum em Florianópolis, anda fazendo escola em outros sindicatos. Em Blumenau (foto) pelo menos 125 mil pessoas foram pegas de surpresa ontem pela manhã, quando 400 motoristas e cobradores cruzaram os braços repentinamente. Em Criciúma, situação idêntica atrapalha a vida de 45 mil usuários desde segunda-feira.

Enquanto isso…

Na audiência de conciliação entre os sindicatos das empresas de ônibus e os trabalhadores do transporte no Ministério Público do Trabalho, segunda-feira, bastou o procurador do Trabalho sugerir instauração do dissídio coletivo para o sindicato cancelar a audiência que ocorreria ontem e repensar a ideia de novas paralisações. O motivo é simples: em caso de dissídio, a decisão é judicial, sem negociação.

Sem acordo

Dirigente do Sintraturb sugeriu durante a audiência de conciliação substituir as paralisações-relâmpago pela chamada catraca livre. A prefeitura aceitou, desde que respeitada a seguinte condição: as empresas cederiam os ônibus, a prefeitura o combustível e motoristas e cobradores trabalhariam… de graça. A proposta foi recusada pela direção do sindicato.

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