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Estado cria 60 cargos de defensor público

11 de junho de 2014 3

O governador Raimundo Colombo sancionou, nesta quarta-feira, a lei complementar 632/2014 que cria 60 cargos de defensores públicos em Santa Catarina. Atualmente, a Defensoria Pública conta com 60 profissionais e a lei permitirá dobrar o número de defensores públicos para prestar atendimento jurídico à população carente de Santa Catarina. Dos 60 novos cargos, 30 serão preenchidos a partir de julho de 2014 e os demais 30 cargos a partir de 31 de março de 2015.

 

De acordo com o defensor público-geral, Ivan Ranzolin, com o reforço no efetivo, a Defensoria Pública do Estado ampliará significativamente o atendimento à população nas comarcas em que atua, possibilitando seguir com o processo de interiorização das atividades com qualidade e eficiência. Ranzolin explica que não haverá necessidade de realização de novo concurso público neste momento, pois serão chamados os candidatos aprovados no concurso vigente.

 

comentários

Comentários (3)

  • Benedito diz: 11 de junho de 2014

    Mais um cabidão…emprego estável e vitalício para algumas dezenas às custas da peonada contribuinte. Na prática, dá muito mais resultado para o povão os “divogados” dativos “de-má-vontade-e-nem-sempre-remunerados”, mas dispostos a pegar experiência…

  • Eduardo diz: 12 de junho de 2014

    A ignorância as vezes é uma virtude!!! Se não tem defensores suficientes, a turma reclama. Se aumenta o efetivo, reclamam igual, dizendo que são cabides!! Eita….

  • Silvio diz: 12 de junho de 2014

    Benito, você certamente desconhece a realidade das Defensorias Públicas. Convido-o a comparecer até uma das sedes e ver o “cabidão” a que você se refere. Não é justo – nem constitucional – que se proponha o atendimento dos pobres por profissionais inexperientes e mal pagos, situação que o sistema dativo não conseguiu coibir. Que tenhamos centenas de ótimos defensores públicos e que todo o cidadão tenha assistência jurídica de qualidade. Por fim, como contribuinte, fico feliz ao ver meu dinheiro pagando tais profissionais e, consequentemente, dando suporte à administração adequada do direito para a população carente.

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