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Questão de carreira

01 de agosto de 2014 3

Os defensores públicos de SC querem destituir Ivan Ranzolin e Sadi Lima do comando da Defensoria Pública do Estado. Alegam que os dirigentes devem ser escolhidos entre os próprios defensores, porque esses cargos deveriam ser ocupados por profissionais concursados. Por isso, ajuizaram uma ação popular. Ocorre que eles próprios, os defensores públicos, ainda estão no estágio probatório, ou seja, nem sequer são considerados “de carreira”.

comentários

Comentários (3)

  • Tiago Queiroz da Costa diz: 1 de agosto de 2014

    Incrível a ignorância do autor. Confesso que, mesmo me considerando um sujeito relativamente liberal no aspecto político, vendo esta coluna, chego a ficar seduzido pela ideia de restringir a possibilidade de escrever sobre certos assuntos a pessoas especialistas na área. Mas, como louvo a democracia acima de quase todos os valores, tenho bem claro que um dos seus ônus é a possibilidade de ignorantes deste tipo terem o direito à palavra. Reconheço que sou bastante ignorante em vários assuntos, como economia, política, medicina, matemática, mas não emito comentários sobre eles. Enfim, convence-se dessa “profunda” análise jurídica quem quer. Cuide-se, Celso Antonio Bandeira de Mello, Rafael Martini está aí!

  • Fernando diz: 1 de agosto de 2014

    Confesso que tive que ler duas vezes para ter certeza que entendi. Aconselharia o autor a não aceitar mais fazer esse tipo de matéria paga, pois pode afetar sua própria credibilidade. Ser “de carreira” e ser estável são duas coisas absolutamente distintas. Independente da conclusão do estágio probatório todos os funcionários públicos já pertencem à respectiva carreira. Isso ocorre após serem empossados na respectiva função pública.

  • Fernanda diz: 2 de agosto de 2014

    Caro Tiago, concordo com tudo o que dizes, mas vou além: acho que a má-fé, neste caso, prepondera sobre a ignorância. Há interesses que fazem não querer saber aquilo a respeito do que se escreve…

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