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Desembargadora suspende decisão que proíbe circulação de veículos nas praias de Florianópolis

07 de agosto de 2014 18

A desembargadora federal Vivian Josete Pantaleão Caminha, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, suspendeu os efeitos da decisão da Justiça Federal de Florianópolis que obrigava a prefeitura a fiscalizar e proibir o acesso de veículos nas praias, dunas e restingas da Ilha de Santa Catarina. Em sua decisão, a magistrada citou o caráter “vago e excessivamente genérico” do pedido do MPF.

Foto: Felipe Carneiro, BD, 28/10/2011

Foto: Felipe Carneiro, BD, 28/10/2011

comentários

Comentários (18)

  • Adonis Zimmermann diz: 7 de agosto de 2014

    Mas é muita falta do que fazer mesmo. Não Bastassem as aberrações das construções que avançam praia adentro. Agora poderemos ter também veículos circulando pelas praias e dunas. E o usuário ó. Com certeza, muitos atropelamentos de banhistas a vista. Parabéns senhora Desembargadora.

  • Ddalton diz: 7 de agosto de 2014

    “obrigava a prefeitura a fiscalizar e proibir o acesso de veículos nas praias, dunas e restingas da Ilha de Santa Catarina”.
    Vago e genérico….acho que teremos de desenhar para que a nossa magistrada desenvolva seu poder de compreensão….ou talvez a lei queira que especifique-se quais veículos e quissa OVNIs …
    Estamos mal de leis,estamos mal de magistrados…e pior não é só esta(e)….todos estão embrulhados no emaranhado de leis …perdidos..daí a pluralidade de interpretações e bobagens que cometem resultando na inércia….e assim não caminha a humanidade …

  • Gabriel diz: 7 de agosto de 2014

    Agora me diz pra quê. Evitar carros na praia preserva a vegetação de restinga e dunas, evita a poluição das areias da praia por óleo e combustível e ainda protege os banhistas de possíveis acidentes. Não vejo benefícios para a população nessa atitude. Se alguém sabe poderia esclarecer?

  • Silvio diz: 7 de agosto de 2014

    Com todo repeito, A Magistrada deve circular também com seu veículo pelas praias da nossa Bela Ilha.

    Isso é IMPUNIDADE, MALDADE, IGNORÂNICA

  • Eunice Maria Severo da Silva diz: 7 de agosto de 2014

    É mais um absurdo que afronta as belezas naturais da Ilha. que já sofrem com o impacto da superpopulação mal educada que a frequenta no verão! Vão fazer farofada na beira da praia e ouvir seus maravilhosos espetáculos “musicais”, com seus potentes sons!!!E viva o meio ambiente!!!!

  • Renato diz: 7 de agosto de 2014

    Sra. Vivian Josete Pantaleão Caminha ( desembargadora ) não esqueça de mandar pintar faixas de pedestre na areia e colocar placas de transito já na sida da água para deixar tudo certinho no trafego…. O sobre nome Pantaleão mas esta decisão da Sra. desembargadora mês faz lembra Chico Anísio, isso é uma piada……Depois reclamamos de políticos, estamos bem arranjados neste país…

  • Danielbiólogo diz: 7 de agosto de 2014

    Já temos a maior parte da cidade apenas para os carros e motos, os pouco locais sem a presença dos motorizados estão agora “liberados”? Depois não entendemos porque somos uma das cidades com pior mobilidade urbana do planeta. Precisamos de cidades para as pessoas, qualidade de vida para as pessoas. Basta da priorização do automóvel, sobre a vida, INSUSTENTABILIDADE AMBIENTAL!
    Acorda sociedade!

  • ManèZè diz: 7 de agosto de 2014

    Triste e saber que esta gente recebe salários dos contribuintes(din din publico)impostos

  • Ivan diz: 7 de agosto de 2014

    Pessoal, vamos ser um pouco coerentes, como foi a magistrada. A decisão proibia tudo e pronto. Agora imaginem, uma marina não pode colocar uma lancha no mar, alguém que tem um barquinho não pode mais levá-lo para a praia. Sou totalmente favorável, mas precisamos criar algumas regras para permitir o que for realmente necessário. Imaginem os pescadores de um praia, se precisarem tirar os peixes fruto do trabalho, precisam carregar até na rua mais próxima?

  • Eduardo diz: 7 de agosto de 2014

    Triste continuar vendo isso, pessoas de fora, sem relação alguma com nossa ilha, sem raiz alguma, sem noção nenhuma da vida aqui, tomarem decisoes de impacto negativo….

  • Gualberto Cesar dos Santos diz: 8 de agosto de 2014

    Decisão Judicial tem que ser cumprida – é de Lei.
    Deve caber Recurso da Decisão Prolatada…
    A Procuradoria do Município com a palavra…

  • Luiz Flavio diz: 8 de agosto de 2014

    Acho que alguem tem a casa na praia e está com dificuldade de se locomover até a beira da areia.

  • Diego diz: 8 de agosto de 2014

    “Natural de Santo André (SP), a juíza se formou em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) em 1987.”
    Já dixconfiaava…

  • Romy diz: 8 de agosto de 2014

    Ok, os pescadores precisam transportar o peixe dos seus barcos, as marinas os barcos até a praia…só me diz uma coisa…se uma criança ou pessoa for atropelada na praia, quem é o responsável? Quem vc processa, os pescadores, a marina, o motorista ou a desembargadora? Nesta hora, ninguém vai assumir a responsabilidade.

  • Mary diz: 8 de agosto de 2014

    Qualquer pessoa em sua sã consciência sabe que carros que invadem a areia da praia é um absurdo…A praia deve ser preservada Sra desembargadora…por favor revise seus conceitos !

  • Rodrigo diz: 8 de agosto de 2014

    Ivan,você foi sábio em seu comentário, com relação as lanchas e barquinhos de particulares para acessar ao mar, e principalmente com relação aos pescadores o que serão os mais afetados com esta medida. Agora fica a pergunta, querem proibir ou acabar com o turismo náutico, com o lazer náutico e com os pescadores que aqui sempre existiram?

  • Rogério diz: 8 de agosto de 2014

    Proibir carros na praia é uma loucura

  • Gabriel Ramos Fugiwara diz: 9 de agosto de 2014

    Agora além de carros, vão começar a colocar som alto e descer goela abaixo em todo mundo o seu gosto musical. Aí porque o carro tá com o som ligado tem que ligar o carro também né, pra abastecer a bateria. Logo estaremos curtindo a praia respirando ao lado de um escapamento e ouvindo músicas que encobrem o som do próprio mar.

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