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Tecnicos da UFSC protestam contra o cartão-ponto e carga horária

15 de agosto de 2014 14

Engrossou de vez o caldo na relação entre Roselane Neckel, reitoral da UFSC, e o sindicato dos Técnicos Administrativos em Educação da universidade. Nesta sexta-feira pela manhã eles colocaram um carro de som em frente à residência da reitora, no bairro Carvoeira, para protestar. Ela estava em casa com o filho de seis anos que ficou assustado com o tom da manifestação.

O motivo de toda esta mobilização dos servidores públicos é o cumprimento de portaria que determina carga horária de 40 horas semanais para todos os funcionários da UFSC e assinatura de cartão ponto. A medida entrou em vigor dia 1º de agosto. Eles reivindicam carga horária de 30 horas e sem assinatura do ponto. O ponto é exigência do próprio Ministério Público Federal. E a carga horária foi fixada pelo Ministério da Educação.

Só faltou pedirem melzinho na chupeta….

comentários

Comentários (14)

  • Flavio de Castro diz: 15 de agosto de 2014

    Na reforma gráfica do DC apenas não entendi a redução da Coluna Visor. Um espaço que se transformou em leitura obrigatória e conquistou um espaço importante na Imprensa de SC. Na minha opinião o espaço deveria ter sido ampliado, e não reduzido.
    Fica aqui o registro de quem é leitor do DC desde o seu lançamento.
    Att,
    Flavio de Castro

  • atirador1 diz: 15 de agosto de 2014

    Cambada de “Maranduvá”!!!!

  • Paulo Arenhart diz: 15 de agosto de 2014

    Acho justo o ponto, mas tem que ser para todos os servidores públicos da UFSC, Diretores, pró-reitorees, técnicos administrativos e professores. Afinal, professores, pagos pelo erário público, também devem cumprir horário de trabalho de 40 horas. O problema lá, é que querem cobrar ponto só dos bagrinhos.

  • Sandro diz: 15 de agosto de 2014

    Na realidade o ponto de pauta não é bem esse. Mas é mais simples reforçar o estereótipo do funcionário público, do que ir atrás da informação completa.
    Deixa quieto.

  • Daniel Dambrowski diz: 15 de agosto de 2014

    Bom Dia

    Gostaria de apontar as inverdades desta noticia falaciosa que não coaduna com a verdade nem com a moralidade de um jornalismo sério.

    O carro de som está sendo passado em todos os bairros de Florianópolis, durante 6 horas por dia nos últimos 10 dias, separados entre manhã e tarde, logo é óbvio que ele passará pela residência da Reitora.

    Os protestos não são contra o cartão ponto, até porque isso não existe, uma simples pesquisa já acabaria com a farsa desta “noticia”.

    Os motivos da greve estão listados neste link e são facilmente achados por uma pesquisa rápida nos meios de comunicação virtuais (http://www.sintufsc.ufsc.br/wordpress/?p=11193)

    A carga horária de 30 horas com apliação do atendimento possuem regulamentação nacional e visa atender os requisitos de uma gestão eficiente voltada aos interesse públicos, uma leitura rápida da jurisprudência e de pareceres de procurados poderia resolver esta questão em alguns minutos (http://jus.com.br/artigos/24446/a-implantacao-do-regime-de-turnos-ininterruptos-de-atendimento-e-consequente-reducao-da-jornada#ixzz38rns9EOV)

    O ponto não é exigência, ele é recomendação, mas uma recomendação baseada na falta de tato de todas as reitorias da UFSC desde 2004 em responder corretamente o Ministério Público. Tanto que ele se destinaria a todos os servidores públicos, uma pesquisa rápida no inquérito responderia esta questão.

    Enfim, no próprio MEC a jornada é de 30 horas semanais se utilizando do mesmo decreto supracitado no parecer da procuradora federal.

    Lançar noticia falsa sem nem mesmo pesquisar no google (que nem é uma pesquisa séria) é um trabalho de melzinho na chupeta mesmo, quem dera eu trabalhar “sério” deste jeito!

  • Rudolph diz: 15 de agosto de 2014

    Se trabalhar na UFSC é tão ruim, por que não pedem demissão e vão procurar emprego em outro lugar?
    Largar da teta do governo ninguém quer!

  • Nilton diz: 15 de agosto de 2014

    É amizade pessoal com alguém interessado na deturpação da pauta dos trabalhadores ou andou recebendo “algum” extra para publicar uma coisa completamente diferente da realidade??!! Isso é jornalismo?!?! Não se dá ao trabalho nem de verificar os fatos? É necessário ter vergonha na cara!

  • Caio diz: 16 de agosto de 2014

    Esqueceu de dizer que a reivindicação dos trabalhadores é o cumprimento de acordos anteriores, que dizem respeito à realização de debates públicos com a comunidade acadêmica sobre a ampliação do horário de atendimento e redução da jornada de trabalho, para então ser tomada uma decisão. Mas, como disseram no comentário anterior, é mais fácil e oportuno simplificar a questão. Confio na inteligência dos leitores para identificar quão tendenciosa é a notícia.

    No mais, é completamente mentirosa a notícia de que um carro de som foi “colocado” na frente da casa da reitora. O carro está circulando pela universidade seu entorno, noticiando os motivos da indignação dos trabalhadores da UFSC.

  • Wagner diz: 16 de agosto de 2014

    Acredito que antes de publicar uma notícia irreal como esta o CLICRBS deveria se informar dos fatos. Deturparam tudo! As manifestações dos TAE’s da UFSC tem pauta legítima!!!!

  • Andre diz: 16 de agosto de 2014

    Hoje com internet qualquer um escreve o que quer de acordo com os seus interesses. Essa notícia é mal intencionada e distorce os fatos. O que os TAES estão pedindo é algo LEGAL: flexibilização da jornada de trabalho e ampliação do horário de atendimento. O que os TAES estão criticando é a forma autoritária da reitora e a DISCRIMINAÇÃO da cobrança de ponto APENAS para eles. E se a reitora estava em casa em um horário desses, ela está de férias por acaso? É a velha história do “faça o que eu mando mas não faça o que eu faço?”

  • Marcio diz: 16 de agosto de 2014

    Melzinho na chupeta é para alguns jornalistas que tem carga de 5 horas por dia…que invejam servidores públicos e puxam o saco da empresa em que trabalham! Lembrem, esses jornalistas, que patrões não tem dó nem piedade…demitem quando vocês não tiverem mais saúde ou de acordo com a “vontade” da bolsa de valores e o balanço do mercado.
    Tem muita gente com ódio da UFSC…forasteiros que não deram certo em suas cidades, que não conhecem a Instituição e comentam sem conhecer a sua história!

  • fabiano diz: 17 de agosto de 2014

    Pô esses caras aí de cima estão defendendo algo que não tem consistência legal, trabalham muito menos que trinta horas e querem continuar com seus privilégios. Na UFSC foi implantado as seis horas??? A reitora já assinou resolução permitindo? Porque permitem fazer seis horas ou menos sem está regulamentado? Vão trabalhar 40 horas seus vadios… querem melzinho na chupeta é?? Querem trabalhar menos de trinta e querem ganhar por quarenta, ponto eletrônico neles CGU, MPF…. Só voces para moralizar a UFSC…. Esta denuncia tem que chegar na CGU e MPF… chega malandragem…..

  • Rudolph diz: 18 de agosto de 2014

    Dinheiro público jogado no ralo pra pagar salário desses preguiçosos…

  • Sintufsc diz: 18 de agosto de 2014

    Ola Rafael Martini

    Sobre a nota que saiu na edição deste sábado, dia 16/8, na sua coluna no DC, e aqui no seu Blog, informo que o Sintufsc – Sindicato dos Trabalhadores da UFSC, não teve nenhuma relação com o carro de som que, afirmam, foi colocado em frente da casa da reitora da universidade.
    O Sintufsc não realizou esse ato.
    Estamos apurando mais informações de quem teria realizado esta manifestação.
    O Sintufsc está promovendo campanha pela oficialização da jornada de 6 horas de trabalho dos técnico-administrativos em educação com ampliação do horário de atendimento na instituição. Essa campanha está acontecendo no campus da UFSC e entornos.
    Solicito que o Sr. esclareça para os seus leitores que o Sintufsc não tem nada haver com o suposto carro de som em frente da casa da reitora em tom de direito de resposta.

    certo da sua atenção

    Leandro Pellizzoni
    Imprensa Sintufsc
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    imprensa@sintufsc.ufsc.br
    @sintufsc

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