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Marinha e OAB/SC retomam diálogo após protesto

18 de agosto de 2014 4
Foto: Ricardo Pereira, divulgação

Foto: Ricardo Pereira, divulgação

Repercutiu no meio jurídico a manifestação pública da OAB/SC em favor de um advogado que havia sido humilhado por um ex-comandante da Marinha, em Florianópolis.

O presidente da Seccional, Tullo Cavallazzi Filho, acompanhado de vários advogados, foi com carro de som protestar em frente à Escola de Aprendizes Marinheiros, no bairro Estreito, na última sexta-feira.

Ato contínuo, nesta segunda-feira o presidente da OAB-SC almoçou com o atual comandante e pode conhecer todo o trabalho desenvolvido na base militar. Acabaram selando um acordo de boa convivência entre advogados e marinheiros.

O motivo do impasse ocorreu em 2012, quando um advogado teria sido impedido de visitar um militar detido por questões disciplinares, além de ter sido ofendido.

O então comandante da época alegou, conforme relato da OAB, a existência de uma normativa interna que assegurava à Marinha tais procedimentos.

O desagravo público em defesa da prerrogativa do cidadão e do exercício da profissão também caiu nas graças dos advogados nas redes sociais.

 

comentários

Comentários (4)

  • Tanso diz: 18 de agosto de 2014

    Gesto muito bonito, mas gostaria de ver os mesmos fazerem tal manifestação nas subidas de morros onde o trafico impera e a tortura e morte de seus adversários ou devedores é rotineira.

  • Daniel diz: 19 de agosto de 2014

    A OAB está copiando o Judiciário!
    Levou 2 anos para se manifestarem sobre algo tão simples… (sem falar que o sujeito nem trabalha mais no local).

  • JRuelers diz: 20 de agosto de 2014

    Falta disciplinar interna é tratada internamente em qualquer órgão militar, mesmo para os casos mais graves, existe a Justiça Militar.
    Se o advogado (civil) foi ofendido ou assim se sentiu, esse desagravo me parece mais que suficiente.

  • Zé diz: 21 de agosto de 2014

    Tanso, como teu próprio nome diz, o desagravo é para defesa das prerrogativas dos advogados.
    Daniel, não é algo tão simples, e muito embora o prazo tenha sido longo, a representatividade da OAB na defesa das prerrogativas dos advogados tardou mas não falhou.
    JRuelers, a questão não é se o advogado se sentiu ofendido, mas sim se a prerrogativa constitucionalmente assegurada não foi respeitada.
    Enfim, esta situação exemplifica o quão importante é assegurar aos advogados que desempenhem sua profissão sem que suas prerrogativas sejam desrespeitadas, sobretudo pois exerce papel importantíssimo na defessa justiça e da cidadania.

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