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Nova onda é a mais violenta

01 de outubro de 2014 4
Foto: Marco Favero / Agência RBS

Foto: Marco Favero / Agência RBS

Até a 1h de hoje, foram confirmados 29 ataques desde a última sexta-feira com pelo menos uma vítima fatal, um agente prisional aposentado em Criciúma. A maior parte dos disparos contra bases da PM e incêndios em ônibus tem se concentrado na Grande Florianópolis, mas também houve atentados no Vale do Itajaí, no Sul, no Norte e no Oeste. Desde a primeira onda de ataques em 2012, esta é considerada pelos policiais como a mais violenta, não só pela intensidade dos atos, mas pela ousadia dos criminosos.

Aparato na rua
A Polícia Militar disponibilizou 70 viaturas no Terminal Central de Florianópolis (Ticen) para escoltar as linhas de ônibus após as 18h30min (foto acima). Ou seja, não foi por falta de segurança que o transporte coletivo parou ontem à noite na Capital.

Enquanto isso…
Vale lembrar que os autores do assassinato da agente prisional Deise Alves, em 2012, ainda não foram nem sequer a julgamento.

Benza deus
Terça-feira chuvosa em Florianópolis, coleta de lixo suspensa pela paralisação da Comcap, filas nos bancos devido à greve e sem ônibus para voltar para casa.

comentários

Comentários (4)

  • Grasi diz: 1 de outubro de 2014

    É um absurdo né? Mais uma vez o governo fazendo acordo com bandidos…muito bom você lembrar que os autores do assassinato da agente em 2012, ainda não foram nem sequer a julgamento. Talvez sejam eles os mesmos, orquestrando tudo o que está acontecendo, deve ser para serem julgados mais rapidamente!! Só pode! Porque a cadeia do jeito que está, melhor só enviando para um SPA.

  • LUIZ ANTÔNIO MENEGOTTO diz: 1 de outubro de 2014

    E da corrupção ninguém fala ?
    VAMOS MUDAR SANTA CATARINA.
    VAMOS MUDAR O BRASIL.
    NÃO REELEJA NINGUÉM.

  • Junior diz: 2 de outubro de 2014

    Caros leitores,
    É muita coincidência esses ataques na semana final da eleição, é uma mistura
    de retaliação ao governo pelo aperto ao tráfico aqui fora, mostrar poder na semana da eleição e também incompetência do próprio governo, via secretaria da justiça que ainda não conseguiu colocar bloqueadores de celular nos presídios e penitenciárias.

  • Pedro diz: 2 de outubro de 2014

    Não é sobre os ataques eleitoreiros da bandidagem, mas também deve atenção e talvez uma reportagem, sobre as casas noturnas de baladas nos centro de Floripa frequentadas por jovens. As casas (treze, 13, na Rua Padre Roma; Blues Velt na descida da Pedro Ivo) não tem nenhuma condição de segurança e provavelmente não possuem alvarás dos Bombeiros, vigilância sanitária e prefeitura p/ funcionar como casa noturna com show ao vivo e colocar entre 100 a 150 jovens.

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