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Doença sem cura

03 de outubro de 2014 0

Nas palavras de profissionais que trabalham nestas crises desde 2012, o combate ao crime organizado em Santa Catarina deveria ser tratado como uma doença sem cura, que exige monitoramento permanente.
– Nos especializamos em lidar com as consequências (os ataques), mas ainda não aprendemos a tratar os sintomas. Não adianta mandar 20 ou 30 líderes para fora do Estado, porque quase metade da massa carcerária está contaminada pela facção. – diz um deles.

Terceira vez
A inteligência da segurança pública e do sistema prisional foi mais uma vez surpreendida, a exemplo do que ocorreu em 2012 e 2013.

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