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Prejuízos milionários

03 de outubro de 2014 1

Desde 2012, 49 ônibus foram incendiados no Estado, prejuízo de R$ 17,1 milhões às empresas do setor. Só na região metropolitana, 18 viraram cinzas nos últimos dois anos. Cada qual ao custo de R$ 350 mil e sem seguro. Levantamento da FCDL constatou queda de 30% no movimento do comércio na Grande Florianópolis e pelo menos 10% nas demais regiões em que ocorreram atentados.

Água na fervura
Somente no atendimento às ocorrências da Grande Florianópolis, o Corpo de Bombeiros Militar consumiu 19 mil litros de água para apagar incêndios causados pelos atentados.

comentários

Comentários (1)

  • Sintraturb diz: 3 de outubro de 2014

    A defesa da vida, os interesses econômicos e o jornalismo ralo.

    Em sua coluna desta sexta, 03, Rafael Martins, do Diário Catarinense usa boa parte de seu espaço para atacar o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Urbanos da Grande Florianópolis pelo fato deste estar cumprido com seu legítimo papel, defender e zelar pelos interesses e, acima de tudo, pela vida dos trabalhadores de sua categoria e pela vida dos usuários do Sistema de Transportes.

    Interessante perceber que primeiramente o colunista chora as perdas monetárias do CDL e dos empresários de transportes para depois nos atacar, tentando debitar todo o peso da total falta de políticas de segurança com que o nosso estado tem sido relegado ao longo de décadas, em nossa conta.

    Lembramos ao Colunista que, dentre os ataques ocorridos durante a semana, um aconteceu no fim da linha “Tapera”. O condutor do ônibus foi agredido e o cobrador não foi liberado antes de que se colocasse fogo no veículo. Teve de quebrar a janela para escapar.

    Às 12:50 de hoje, sexta-feira, mais um veículo foi atingido (da empresa Estrela, na Vila Aparecida) à plena luz do dia. E ai, Colunista, como é que fica? O próprio Secretário de Segurança afirmou em entrevista concedida a menos de 24 horas: “… não se pode saber quando e de onde virá o próximo…”.

    Para o SINTRATURB a vida vale mais do que todo o “prejuízo” calculado. O SINTRATURB considera melhor pecar pelo excesso de zelo em defesa da vida, do que pela negligência para com ela. Lembramos que negligentes têm sido os sucessivos mandatários de nosso estado e municípios.

    Não lhe parece óbvio, colunista, porque “nenhum veículo tenha sido atacado quando escoltado” Todavia parece não ser de seu conhecimento que, lamentavelmente, não há viaturas suficientes para fazer a escolta dos 1.178 horários que deixaram de circular.

    Nos parece que você prefere manter “o faturamento em alta” mesmo que haja algumas baixas civis, não é?

    Para concluir, gostaríamos de dizer que sempre colaboramos com o poder público na busca de soluções para muitos problemas da cidade, só não podemos cruzar os braços, quando esse poder ultrapassa seus limites legais. E nessas horas, todos os cidadãos deviam entrar nessa queda de braço com Ele. Veja a implantação do SIM por exemplo, você acompanhou todos os desdobramentos ou só ficou lendo os “releases” do poder público?

    Aproveitamos para nos colocar ao seu dispor para esclarecer qualquer dúvida e, se permite-nos a ousadia, não seja mais uma das bocas de aluguel do poder econômico.

    Saudações do SINTRATURB

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