Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Há esperança

27 de novembro de 2014 3

“Não há salvação para o juiz covarde. O juiz precisa ter coragem para condenar ou absolver os políticos e os economicamente”. A frase, de autoria do jurista Ruy Barbosa, foi reproduzida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça, Newton Trisotto, relator do julgamento que manteve preso João Procópio de Almeida, apontado pela Polícia Federal (PF) como operador de Youssef. Trisotto, para orgulho dos catarinenses, nasceu em Ituporanga e cresceu em Timbó, no Médio Vale, onde foi morar ainda criança.

comentários

Comentários (3)

  • Helena diz: 27 de novembro de 2014

    Conselho Nacional de Justiça

    Autos: PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS – 0005950-29.2014.2.00.0000
    Requerente: CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA
    Requerido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA – TJSC

    DESPACHO

    Cuida-se de pedido de providências formulado por CORREGEDORIA NACIONAL DE
    JUSTIÇA, em face de TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA – TJSC.

    Narram os autos que o TJ/SC estaria concedendo gratificações a servidores,
    as quais, em tese, seriam indevidas, bem como benefícios a juízes, sem
    estendê-los, no entanto, aos demais funcionários.

    Com efeito, afirma que foi conferida gratificação mensal permanente no valor
    de R$ 2.858,68 (dois mil oitocentos e cinquenta e oito reais e sessenta e
    oito centavos) a 17 (dezessete) servidores, sem qualquer fundamentação que
    justificasse tal ato.

    Ademais, no dia 07/08/2014, foi publicado no DJE/SC ato que estendeu a mesma
    gratificação a 4 (quatro) servidores da Presidência.

    Noutro ponto, o DJE/SC, em 21.07.2014, publicou decisão do Pleno do tribunal
    que concedeu a todos os juízes o direito de converter em dinheiro os meses
    de licença-prêmio adquiridos e não gozados, enquanto os servidores não têm
    tal benefício.

    Por fim, revela o excessivo número de remoções de servidores da Justiça de
    1º (primeiro) grau para a de 2º (segundo), sob o fundamento de necessidade
    do serviço.

    Da análise dos autos, verifica-se a presença de possíveis indícios capazes
    de atrair a competência deste Órgão Correcional.

    Forte nessas razões, OFICIE-SE a Corregedoria/Presidência do TJ/SC, para que
    adote as providências cabíveis no prazo de 30 dias.

    Ao final do prazo assinalado, informe-se à Corregedoria Nacional de Justiça,
    mencionando o número do procedimento eventualmente instaurado.

    Intime-se.

    Brasília, 10 de outubro de 2014.12:5612:59

  • Sérgio diz: 28 de novembro de 2014

    Vergonhoso!!! Muito vergonhoso!!! Em quem mais podemos confiar, sociedade brasileira?!

  • Marcos diz: 1 de dezembro de 2014

    Prezado Sérgio, de todos os poderes, o Judiciário é o pior de todos. Consegue ganhar do Legislativo! É uma caixa preta onde o lobby corre solto pelos gabinetes.

Envie seu Comentário