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Beach clubs de Jurerê estão proibidos de instalar equipamentos na areia

08 de dezembro de 2014 26
Foto: Guto Kuerten/Agência RBS

Foto: Guto Kuerten/Agência RBS

Justiça Federal determinou que, com exceção da noite do Réveillon e do dia 1º de janeiro, os beach clubs de Jurerê Internacional estão proibidos de instalar qualquer tipo de equipamento na areia, como barracas, cadeiras, espreguiçadeiras e guarda-sóis nas áreas de uso comum dos demais banhistas. Também não podem construir ou ampliar as áreas já existentes até o final do processo, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A ação foi movida pela União.

comentários

Comentários (26)

  • ROBERTO LICINIO diz: 8 de dezembro de 2014

    Bom dia ! Concordo com esta lei.

  • Luciana diz: 8 de dezembro de 2014

    Boa tarde!

    Estive em jurerê sábado e domingo e tinham várias espreguiçadeirase vazias ocupando lugares na praia. O mesmo já ocorria ano passado.
    Seria interessante uma fiscalização principalmente nos finais de semana que o número o de pessoas aumenta.

  • silverio diz: 8 de dezembro de 2014

    Brincadeira de mau gosto heim!!!
    Quem sustenta muitos dos………… são os “beach clubs.
    Piada do ano.
    Ainda bem que acredito em Papai Noel.

  • angela diz: 8 de dezembro de 2014

    Acho isto ridículo!!!Ninguém é obrigado a pegar praia na frente dos beaches clubs!! A praia tem Kms de comprimento! Muito simples, leve sua cadeira e guarda sol e fique onde quiser!!! Em tdas praias do planeta tem beaches clubs e hotéis na praia!!!!! Miami, Mykonos, Nice, Bali, Saint Tropez, etc. Floripa terra de mané não pode!!! Eu vejo cosa!!!!

  • Bruno diz: 8 de dezembro de 2014

    E por que essa exceção na noite de reveillon? Na virada do ano os beach clubs podem ser “donos” da praia?!

  • Marcos diz: 8 de dezembro de 2014

    Espero a essa lei seja válida também para o Hotel que fica reservando espaço na areia da praia de Jurerê…

  • francy diz: 8 de dezembro de 2014

    Estive esse fim de semana em Jurerê e lá estavam as espreguiçadeiras na areia destinada a todos, como se a praia fosse restrita apenas alguns. Essa polêmica é antiga, acredito que vai ficar como sempre foi pois a fiscalização finge que não vê.

  • fernando diz: 8 de dezembro de 2014

    Senta na Cadeira deles e não consome nada para você ver, eles tiram você a força, sou contra, a praia é pública, por incrível que pareça ainda é o lugar mais democrático, e é assim em todas as praias, não só nos beach clubs, pode ir em qualquer praia movimentada , tem sempre cadeiras e espreguiçadeiras , se você senta, eles vem se você não consome algo eles o pedem para você sair ou fazem cara feia.

  • Valdi Francisco diz: 8 de dezembro de 2014

    Essa lei não deveria ser restrita somente aos beach clubs, mas todos os hotéis e restaurantes que se achando donos dos espaços invadem as nossas praias, inclusive com uso de segurança, proibindo a circulação das pessoas. É uma vergonha!!

  • NaPraiaBravaTambém diz: 8 de dezembro de 2014

    Essa fiscalização deveria acontecer na Praia Brava também. Todos os condomínios e o hotel Entre Mares Apart Hotel fazem reserva de praia para os “bacanas”. Você chega com sua família pra curtir um local público e é destratado (pra não dizer outra coisa). Muitas vezes não sobra lugar, mas as cadeiras “reservadas” estão lá… só esperando um bacana chegar. Já vi turistas serem expulsos de certo local, pois a praia tem dono. Lamentável. Acorda Floripa!

  • Valdi Francisco diz: 8 de dezembro de 2014

    Senhora Ângela, se você acha que Floripa é terra de mané e que deve ser dominada pelos invasores e mercenários, eu recomendo ir embora pra Miami, Mikonos, inclusive você pode ir pra Faixa de Gaza ou Síria.

  • Camila Pimentel diz: 8 de dezembro de 2014

    Que ridículos isso daí vc vai a um beach club justamente pra ter conforto! E não eh mais possível porque tem gente que tem a praia inteira pra sentar mas vai querer ficar justamente onde estão instaladas as cadeiras dos beach clubs que são exclusivas pra que está lá na na na eh cada uma, isso tá parecendo mais inveja dos que não frequentam estes lugares

  • irabm diz: 8 de dezembro de 2014

    a praia é publica durante o dia e a noite tbm. os fiscais tem que comecar a trabalhar final de semana . isso ai é uma palhaçada, esse tipo de gente se achando dona da praia. quero ver se vao ter peito pra cumprir a lei. D-U-V-I-D-O. QUERO VER MECHER ONDE OS RIQUINHOS VAO. KKKKKKKKKKKKKK OTIMA PIADA, NOSSA JUSTCA É CONIVENTE E ESTAO ALI JUNTOS APROVEITANDO O ESPACO QUE É PARA TODOS, ERA PRA SER PELO MENOS. JUSTICA DE MERDA ESTA NOSSA.

  • Decio diz: 8 de dezembro de 2014

    Florianópolis é a capital mundial das babaquices, muitas vezes patrocinada pela Justiça que ao invés de cumprir com suas obrigações fica se intrometendo onde não deve.Temos uma Procuradora então que se acha a dona do mundo, sofre de fobia ambiental esta Sempre metendo o bedelho onde não deve. Será que esta gente não tem o que fazer?

  • loreni farias diz: 8 de dezembro de 2014

    verdade sim a praia e publica as pessoas teim direito a sentar aonde quizer …………………

  • Miguel diz: 8 de dezembro de 2014

    Todo final de ano e a mesma coisa, quando nao e o ministerio publico e o poder judiciario, so lembram do assunto quando faltam poucas semanas para o final do ano, passou a virada do ano, o assunto morre, E juiz e promotores querendo dar entrevistas nas tvs. So querem aparecer, vao trabalhas que o que nao falta sao processos parados a decadas.
    A minha opiniao: praia e lugar para todos, sem direito a lugares reservados, nos termos na Constituicao.

  • Luis diz: 8 de dezembro de 2014

    Meu Deus, que juiz rígido… Os bitch clubes se arvoram no direito de existirem sobre área pública e de preservação e a eminência os proíbe de colocar cadeirinhas em sua frente de praia???? Nossa, que juiz radical!! Será que precisará de encaminhamento á pizzaria funcionante em Porto Alegre? E que os defensores dessas aberrações as levem pro lado de suas casas. Gostam de bitch clubes? Ponham um ao lado de suas casas, nas vizinhanças…

  • José Carlos diz: 9 de dezembro de 2014

    Martini não foi a União que moveu a ação. Ela só pediu a liminar. Quem moveu a ação foi a associação do bairro que depois que perdeu aquele presidente bom de briga, ela não fez mais nada!
    A praia é para uso de todos!

  • tiago diz: 9 de dezembro de 2014

    Me admira no século 21 ouvir comentários contra a prestação de serviço na beira da praia. A praia, como bem dito em alguns comentários acima, tem muito espaço, e as cadeiras e serviços dos beach clubs são sim o diferencial para o turista, ou vcs acham que o turista ou publico que paga mais de R$1000,00 numa diária de hotel ou casa quer levar um isopor e sanduíche para a praia? Quem escreve coisas assim deve ter algum problema: auto-afirmação, inveja, ou falta de cultura. Devem estar na “ilha da magia” desde que nasceram, ou quem sabe foram a Porto Seguro no passado… Ops, até lá tem serviço de praia. Gente, que vergonha para o estado e para a cidade ter pessoas que pensam assim… Se há algum problema, com certeza não é na areia… Com relação a montagem de estruturas na areia, concordo, pois não é prestação de serviço, mas colocar cadeiras e atender os turistas e moradores, é um absurdo. Coisa de mané, como bem dito acima. Pena que alguns poucos tentam acabar com o turismo…ou esqueceram de quando não tinha nada em Jurere, só mato? Agora é fácil criticar…ou vcs acham que Jurere existe por causa de vcs? Sou morador há muitos anos, e o que sustenta e faz Jurere existir pro mundo é o conjunto que se apresenta. Entretanto, concordo, também, que precisamos mais regras que controlem a desordenacao de alguns beach clubs. Sugestão: comprem um imóvel noutra praia da ilha, garanto que economizarão um bom dinheiro e ficarão felizes, com seu isopor, cerveja quente, e um galinha com farofa…. Isso é o retrato que vejo de quem escreve uma besteira desse tamanho… que horror..

  • Décio diz: 9 de dezembro de 2014

    Se a lei é pra um vale para todos. Quero ver a Justiça impedir o Hotel Costão do Santinho, Jurere Beach Village de colocar diariamente em longa faixa de areia cadeiras e Guarda Sol esperando serem ocupadas exclusivamente pelos seus hóspedes.

  • Luis diz: 9 de dezembro de 2014

    Vamos lembrar aos deslumbrados, os adoradores de criptoIbizas: a economia da Ilha não gira em torno unica e exclusivamente do turismo, sazonal e, nestas plagas, com forte componente predatório e “corruptório”. Nossa maior fonte de renda -graças a Deus- é a indústria limpa e não-corruptiva do TI. Se vocês acham legalzinho ver craque de futebol e mulher-fruta chegando de avião de rosca, carrão importado, bate-estaca continuado, botem estas estruturas ao lado de suas casas pra ver o que é bom. De preferência em área privada e não APP. Vocês, a modernidade, nós o atraso?? Arrombassis, istepor!

  • Luis diz: 9 de dezembro de 2014

    Os bitch clubes sustentam a cidade??? Ahahahahahahahahaha. Eles sustentam e muito bem seus donos, isto sim. E vamos fiscalizar a arrecadação de impostos porque até isto era problema na última investigação. Transformar tua terra natal num polo turístico, é como colocar a mãe na zona, já dizia um arquiteto. Na terra da Moeda Verde, da Ave de Rapina , da operação policial que esta por vir, tudo é possível.

  • Alexandre diz: 9 de dezembro de 2014

    Meu Deus, tem gente que não tem mais o que fazer mesmo! A praia tem kms para andar onde quiser, botar cadeira onde quiser, que dificuldade tem em se locomover naquelas áreas? tem gente que reclama de tudo, ta louco! Esqueceram que os Beach Clubs movimentam a economia(sem esse papo de invejoso e recalcado dizendo que movimenta o bolso dos donos!), geram empregos, enfim, aqui é a terra do não pode nada, em qualquer país civilizado e de primeiro mundo que tenham praias tem isso, e ninguém reclama, só aqui, terra do não pode nada, de parte de gente de mente fechada que acham que são donos de um bairro. Sou manezinho e tenho casa lá, me lembro de quando era pequeno que era um deserto só, não tinha nada, nem dava vontade de passar o verão lá, e hoje cresceu, anima mais passar o verão. Não digo explorar, até acho que barulho demais de noite atrapalha, e que tenham que fechar até às 22 horas, mas nem tanto ao mar, nem tanto à terra! Antes era o barulho (tudo bem, barulho demais incomoda), agora até de cadeira reclamam, por favor, menos radicalismo, né?!

  • angela diz: 10 de dezembro de 2014

    Nasci em Floripa, não dependo do turismo p/ sobreviver, mas adoro os turistas, desde que não deixem lixo na praia!!! Gosto de ficar curtindo o som dos DJs na praia, sendo assim levo minha cadeira e guarda-sol e fico na frente. Não vejo nenhum problema!!! Qdo quero sossego vou numa praia tranquila. Não existe so Jurerê! e uma “prainha” na frente dos Beaches Clubs! Quando viajo adoro encontrar praias com cadeiras e guarda sol uma vez que não posso levar a minha!!! Juro que não entendo esta implicância toda!!! Acho que é falta de viajar e “abrir” a cabeça!!!

  • Cassiana diz: 10 de dezembro de 2014

    “…Miami, Mykonos, Nice, Bali, Saint Tropez “…. o dona Ângela, a senhora não sabe o que diz. Leis são leis, e foram feitas para serem cumpridas!!! Talvez Miami como a senhora se referiu, seja um ponto de referência utilizado por você, porque lá as LEIS FUNCIONAM, diferente daqui, por isso Jurerê virou essa bagunça que é hoje.
    Se os Beach clubs não cobrassem nada pela utilização das cadeiras expostas na areia, aí sim tudo bem, não existiria crime, agora querer cobrar e tirar á força as pessoas que se sentam num espaço que é público, é no mínimo ridículo. Espaço público é meu, seu, dos meus filhos…é nosso!!! E não apenas de quem pode pagar!

  • Rogério diz: 24 de janeiro de 2015

    Pq o juiz não dá uma passeada pela praia dos ingleses para ver as biroscas espalhadas pela praia para vender capeta.
    Estão 100% instalados na faixa de areia, com cadeiras plásticas velhas, que quando quebram ficam por alí mesmo. Isso acontece no costão sul da praia, onde há algumas semanas, uma força tarefa foi montada para retirar restos de construção e lixo deixados nas dunas. Sem falar nos veículos estacionados na praia.

    Em Floripa nada que seja bonito e gere emprego pode funcionar. Aqui se criminaliza quem tem condições financeiras, como se fosse pecado mortal ter dinheiro, enquadrando o idealizador de um dos melhores bairros do Brasil, que é jurerê internacional como chefe de quadrilha. E o mentor da favela do siri, da vila união, da vila aparecida, da serrinha o que seria então?

    Enquanto inibimos hotéis, marinas, bares de nível, as obras, bares e quitinetes irregulares se multiplicam por todo o lado…

    Estamos vivendo uma ditadura do proletariado…

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