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Ciclista atropelado na SC-401 no último domingo estava na ciclofaixa

25 de fevereiro de 2015 7

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Foto: Marcelésio da Silva / Divulgação

O atleta amador Heliott Camargo Nunes, 30 anos, se preparava há cinco anos para disputar seu primeiro Iron Man em maio, em Floripa. Mas viu seu sonho ser interrompido bruscamente durante um treino de bike, domingo à tarde, quando foi atropelado por trás às margens da SC-401.

A versão do condutor foi de que ele teria tentado cruzar a rodovia. Como estava inconsciente, não pode contestar. Mas agora surgiram imagens do circuito de segurança de empresas próximas que comprovam a tese de Nunes: ele estava na ciclofaixa.

Leia mais:
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::: Governador autoriza construção de nova passarela na SC-401, no Norte da Ilha

 

comentários

Comentários (7)

  • Marcelo diz: 25 de fevereiro de 2015

    há muito perdi qualquer tesão em pedalar para as praias da ilha, principalmente para o Norte. O risco de morte é altíssimo, principalmente de manhã cedo, quando os bêbados das baladas metidos a piloto ainda estão circulando

  • Carlos diz: 25 de fevereiro de 2015

    PREZADO SENHOR!

    Sou ciclista e ainda mesmo domingo fui de minha residência no centro ate a praia da Daniela..sempre pelo acostamento e com toda a cautela possível..pedalo pelo “mundo” já pedalei em Nova Iorque…Miami…São Francisco..etc..e aqui é um SUICÍDIO..A FALTA DE RESPEITO DOS MOTORISTAS EM ALTISSIMA VELOCIDADE…A FALTA DE SENSIBILIDADE DO PODER PUBLICO..ENFIM O EXCESSO DE VELOCIDADE NAQUELA PISTA DE CORRIDA E DE APAVORAR..

  • DanielBiólogo diz: 25 de fevereiro de 2015

    Enquanto as assassinas velocidades dos motorizados forem a regra, enquanto a IMPUNIDADE com relação aos crimes de trânsito for a regra, enquanto a falta de respeito for a regra….
    Multas da baixo valor, falta de punição aos infratores, estimulam estes péssimos comportamentos, mais de 90% dos chamados acidentes, na verdade sinistros de trânsito são decorrentes da irresponsabilidade e imprudência quando no comando(?) de um motorizado.
    As velocidades absurdas autorizadas, infra estrutura cicloviária ou ciclofarsas e incompetência do poder público e sociedade, promovem esta chacina em nosso trânsito. ACORDA SOCIEDADE!

  • Márcio diz: 25 de fevereiro de 2015

    Ciclistas de competição não pedalam na ciclo faixa porque são sujas e podem furar os pneus que são muito finos.

  • Julio diz: 25 de fevereiro de 2015

    Sou ciclista, pedalo na cidade e na BR e confesso que não tenho coragem de pegar a SC401 pois existem trechos sem acostamento e como já foi dito pelos colegas acima, a falta de respeito dos motoristas é tremenda, além de nem estarem preocupados com a nossa segurança, alguns ainda fazem questão de passar tirando fino e buzinando.. é soda!! Tenho vários colegas que usam frequentemente a SC401 de bike em treinos mas eu não recomendo pois a mãe que vai chorar vai ser a minha e não a do cara que atropelar… Uma pena mesmo que aqui ainda vivamos na época das cavernas, os motoristas de ônibus mesmo são os piores, fazem questão de nos espremer, é um descaso total com a vida. Na Espanha por exemplo os carros só podem te ultrapassar na pista qdo você permitir através de sinais com a mão, além disso você pode andar sobre a pista e em dois ou três ciclistas usando a mesma faixa lado a lado… E sabe o que é mais incrível? Todo mundo respeita!!! Agora se você andar de bike onde não pode, também vai se incomodar, nada mais justo, não é? Cada macaco no seu galho e todo mundo convive bem!

  • Cesar Eugênio Dias diz: 26 de fevereiro de 2015

    Aquilo que os gênios do Deinfra chamam de ciclofaixa é o acostamento da rodovia – cuja duplicação nunca foi concuida, pois existem trechos sem acostamento, mal sinalizados, e que não existe em lugar nenhum do mundo.
    Abraços

  • Rebello diz: 26 de fevereiro de 2015

    Tirei férias em fevereiro e fui para Florianópolis para treinar para a mesma prova que o colega estava treinando. Confesso que fiquei um pouco assustado com a falta de respeito dos motoristas. Para uma cidade que sedia esta prova mundialmente famosa a tanto tempo. Infelizmente esse não é um problema isolado de Florianópolis, mas sim do nosso país com um todo. Sou de Porto Alegre e a situação aqui não é diferente. Você sai de casa para treinar, sem saber se vai conseguir terminar o treino, pois chegar em casa já é uma outra aventura. Agora temos que torcer pela saúde e rápida recuperação do nosso amigo, o que é o mais importante, mas não podemos deixar isso passar em branco. A pressão nas autoridades competentes tem e deve ser feita.

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