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Conflito em Laguna reacende disputa histórica entre as polícias Militar e Civil em SC

26 de fevereiro de 2015 2

Desta vez foi em Laguna o conflito que reacende a histórica disputa entre Polícia Militar e Polícia Civil em SC, com delegado dando voz de prisão para soldados e tenente-coronel da PM por suposto desacato cometido pelos miliares que teriam agredido um preso dentro da DP.

Apesar de todo o esforço da cúpula da SSP, vira e mexe a situação se repete Estado afora. Detalhe: o delegado Leandro Loretto era policial militar no Rio Grande do Sul. E ninguém sabe ao certo o que aconteceu com o preso. Seria cômico, se não fosse trágico.

comentários

Comentários (2)

  • Jose Celso Correa diz: 26 de fevereiro de 2015

    Duas coisas chamam a atenção: o teor da reportagem e o “tom” do repórter. Impende destacar que a prisão ou “voz de prisão” efetivada pelo Delegado de Polícia de Laguna não era pelo simples crime de desacato (irrelevante ao ver do repórter) mas sim de abuso de autoridade (Lei 4898) ou mesmo tortura (Lei 9455) praticado pelos militares no interior da repartição pública. A agressão gratuita dirigida ao preso presenciada pelo Delegado de Polícia deveria ter sido ignorada senhor repórter? O preso, dentro do contexto, cometeu o crime mais brando (até mesmo insignificante aos olhos dos recentes entendimentos). Gravíssima é a afronta aos direitos individuais cometidos por agentes público (fardados e armados) que fazem a própria lei a seu bel prazer. Talvez a legitimação do uso da violência que se vem outorgando aos militares estaduais sob a justificativa de contenção da criminalidade tenha motivado grande parte dos abusos verificados hodiernamente. Caso do surfista morto, inúmeros “casos isolados” de desentendimentos com agentes de outros órgãos (policiais federais, policiais civis, guardas municipais, fiscais) dentre outros??? Será mesmo que os militares estaduais (que são pagos tão somente para evitar a criminalidade) estão sob controle? Milicias de policiais militares não são novidade do Brasil, muito menos em Santa Catarina. Ocorre que, até o momento, vêm atingindo pontualmente segmentos frágeis. Quem sabe quando o senhor ou seus familiares forem vítimas de abuso se lembrem do importância de respeito ao direito do cidadão (mesmo preso). Agentes públicos agredirem covardemente um preso não me parece algo realmente civilizado.

  • NOTA DE DESFALECIMENTO : O AMIGO DO CURIÓ diz: 27 de fevereiro de 2015

    Acaba de falecer no Imperial o professor Curió. Saiu da Assembléia Regional do Sinte, realizada ontem, ao lado da Catedral Metropolitana de Florianópolis, irritadíssimo, apesar do uso diário do Rivotril, numa avoada só. Apesar de bater contra os vidros, bem limpos, da nossa Assembléia Legislativa, aprumou-se, olharam se não tinha quebrado os ossinhos e as asinhas, arribou voada e, entrou. Lembram daquela vez que um cara entrou, faz duas décadas atrás, num jornal da RBS ao vivo ? Foi semelhante. O Curió pegou e rasgou tudo com o biquinho, estava atrás daquela medida provisória dos ACTs. Rasgava e comia tudo e ficou estofado que nem um baiacu. Comeu aquilo tudo, os originais em papel bom, assinados pelo próprio punho do governador. Chamaram a PM. Deram uma porradas nas costas para ver se ele vomitava tudo. Nada. Daí há pouco o cutelo cai em coma! Chamaram o Samu e levaram para o hospital mas já estava com morte cerebral. O professor Ostradamus não conseguiu segurar aquele que foi um amigo das aves do bem. Não será sepultado nem cremado porque o cutelo já era magrinho, miudinho, não restou um bocadinho dentro de uma mão pequena de criança. O Magistério em luto, revoltadíssimo, vai levá-lo para o Sinte, numa caixinha minúscula, como uma espécie de RELICÁRIO das lutas. Será feita uma inscrição em ouro na tal da caixinha a frase de LÍBERO BADARÓ : ” MORRE UM LIBERAL MAS NÃO MORRE A LIBERDADE “. O filho falou aos professores.
    - Ô paiê… como o chamava, estava fazendo estudo na internet. Deixou um texto com várias anotações ao lado, com lápis. Que no enterro do jornalista tinha 5.000 pessoas. Que mais 800 pessoas com tochas acesas acompanharam o enterro. Que o jornalista foi morto em 1830 por um dos quatro alemães que o atraíram para uma cilada. Obrigado.

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