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Posts de fevereiro 2015

Vereador de Quilombo morre atropelado em Porto Alegre a caminho do estádio de futebol

27 de fevereiro de 2015 3

ademir
Ademir Lima, 42 anos, estava a poucos metros da materialização do seu sonho quando foi atropelado por um ônibus na avenida Padre Cacique, em Porto Alegre, a caminho do Beira-Rio, por volta das 18h de quinta-feira. Vereador do PDT no terceiro mandato em Quilombo, município com 11 mil habitantes a 60 quilômetros de Chapecó, Lima era mais um dos milhares de herdeiros da paixão pelo Internacional passada de pai para filho entre os gaúchos que colonizaram o Oeste catarinense.

Nos últimos dias, estava envolvido diretamente na negociação com os manifestantes caminhoneiros, junto com o presidente da Câmara Municipal de Quilombo, Dianei Forttes. Ambos apoiavam a causa, desde que pacífica e ordeira. Depois de muita conversa conseguiram obter a liberação das cargas de leite e ração para as propriedades rurais do município, base da economia local.

Mesmo atuando no furacão das manifestações nas rodovias catarinenses, Lima não resistiu ao convite de amigos que partiram em dois ônibus de Chapecó especialmente para assistir à estreia do Inter em casa na Libertadores. Conhecido por todos como brincalhão e extrovertido, estava eufórico com a possibilidade de colocar os pés pela primeira vez no novo Gigante. Tido como um sujeito simples, gostava de música e carteado, mas nada se comparava à paixão pelo Colorado. Na tarde do acidente, ainda telefonou para a mulher relatando a dificuldade de conter a emoção, poucas horas antes do jogo que não assistiu.

Lima era considerado um vereador que atuava na defesa das causas dos bairros mais carentes da cidade. O presidente da Câmara, composta por nove cadeiras, conta que a informação do acidente chegou por volta das 23h30min em Quilombo. Bastaram algumas ligações para o HPS e IML de Porto Alegre para a confirmação da morte. Vítima de descolamento de retina no olho, tinha apenas 50% da visão, o que pode ter contribuído para a acidente, diz um amigo.

O corpo de Ademir Lima deve chegar em Quilombo a 1h30min deste sábado. Será recebido pelos vereadores e familiares para um velório de duas horas no salão principal do Legislativo, onde receberá as honrarias do município. Depois será levado para o bairro Cristo Rei, onde nasceu e cresceu, para as últimas homenagens.

O enterro será no início da tarde deste sábado. Consulados do Inter em Santa Catarina já estão se mobilizando para que Lima seja velado com a bandeira do clube que amou a vida inteira. O mesmo que, por uma fatalidade, acabou influenciando no fim dela abruptamente.

Obras na SC-120, no Meio-Oeste do Estado, devem terminar antes do previsto

27 de fevereiro de 2015 0

O presidente do Deinfra, Wanderley Agostiny, recebeu uma boa notícia na visita de inspeção que fez na SC-120, estrada que liga Curitibanos a São José do Cerrito. A empresa responsável pela obra revelou que o trabalho deve terminar bem antes do prazo da entrega da rodovia, previsto para o primeiro semestre de 2018.

SESC Recebe acontece neste sábado, com programação para família toda

27 de fevereiro de 2015 0

Todas as unidades do Serviço Social do Comércio em Santa Catarina (Sesc) realizam simultaneamente no sábado a segunda edição do “Sesc Recebe”, das 10h às 17h (quando inicia a última atividade cultural/artística).

Será um dia especial, em que o público poderá conhecer melhor e experimentar os serviços da Instituição nas cinco áreas de atuação: Educação, Saúde, Cultura, Lazer e Ação Social.

A programação é gratuita e tem como objetivo incentivar a prática de atividades que visem à melhoria da qualidade de vida. Confira a programação de cada unidade em clic.sc/18tTo5S

Efeito Laguna: carta de delegado critica ações da PM, Associação dos oficias responde e reacende crise

27 de fevereiro de 2015 7

Manifesto está circulando na rede interna da PC e recebeu manifestações dos colegas da Polícia Civil catarinense.

Confira a íntegra abaixo:
Causou estranheza fato ocorrido no sul de Santa Catarina, quando um Delegado de Polícia deu voz de prisão a quatro soldados da Polícia Militar catarinense e a seu comandante, um tenente-coronel. Estranheza pela coragem da Autoridade Policial, já que posturas desse tipo não são comuns no estado. Por outro lado, não surpreende, nem um pouco, a postura dos policiais militares.
Não surpreende a agressividade dos soldados contra um sujeito que furtou dois míseros frascos de repelente de um mercado. Resolveram, como é de praxe entre eles, açoitar o criminoso em repúdio a sua conduta delinquente. Não surpreende o desrespeito na postura adotada pelos policiais militares, comandante inclusive, dentro de uma Delegacia de Polícia. Isso, ressalta-se, vem de tempos. E, ainda que não denote uma postura institucional, vem ocorrendo reiteradamente, de modo que não pode mais ser considerado um fato isolado.
As relações entre Polícia Civil e Polícia Militar do Estado de Santa Catarina não são boas já há muito tempo. Ainda que haja um esforço conjunto entre as direções das instituições para acobertar as diferenças e desentendimentos, fato é que as polícias catarinenses não convivem harmonicamente. Há, por certo, bons relacionamentos pessoais entres os policiais, mas a frequência com que os atritos vêm ocorrendo é alarmante.
A Polícia Militar adota uma postura arrogante e prepotente. Invade atribuições, se escora numa superioridade numérica e bélica para impor sua vontade. Não deixa margem para contraponto. Não há espaço para questionamentos relacionados à conduta dos integrantes daquela instituição. Caso contrariados, partem para agressões verbais e até físicas.
Isso não é novidade, casos recentes e contundentes comprovam e contradizem a versão enfeitada divulgada pelos milicianos.
A Polícia Militar e a associação representativa de seus oficiais não têm o que repudiar na conduta do Delegado Leandro Loreto. Quem repudia a postura arrogante e desvirtuada de princípios éticos, morais e constitucionais dos milicianos é a sociedade e toda a comunidade jurídica. Em nota, a ACORS faz uma comparação insensata com porões da ditadura, criticando fala da Autoridade Policial. Fato é que hoje em dia a prática de abusos físicos é comum nas fileiras da PMSC, como já foi em tempos passados.
E não se discute nem os absurdos procedimentais perpetrados pela ultrapassada instituição. São essas condutas e posturas que sustentam e dão corpo aos cada vez mais fortes anseios pela extinção das polícias militares em todo Brasil, partindo do princípio que militarização só cabe às Forças Armadas. O Delegado Leandro Loreto tem apoio de todos os seus colegas Delegados de Polícia de Santa Catarina, por sua louvável e equilibrada postura, adequada a todos os princípios legais que norteiam as atividades de Polícia Judiciária e Segurança Pública.
Castigo físico não é meio de punição aceito em nosso ordenamento jurídico. É crime. Por isso a voz de prisão foi acertada. Se o tenente-coronel comandante fosse equilibrado, e estivesse em seu melhor juízo, teria apoiado o Delegado e tomado as devidas providências contra seus subordinados. Não o fez. Ao contrário. Agiu toscamente e deixou claro todo o seu despreparo.
Os Delegados de Polícia de Santa Catarina reafirmam apoio ao seu colega, e ao acerto de sua decisão. Correto em todos os sentidos jurídicos e sociais.
Os Delegados de Polícia de Santa Catarina manifestam e reforçam sua postura de defender os direitos de toda a sociedade catarinense, sua postura de agir dentro dos limites legais, impondo o rigor da lei a todos sem distinção, sem abusos, sem tolerar corporativismos, atuando na linha de frente e nos bastidores da segurança pública deste estado.
A Polícia Civil catarinense é respeitada nacionalmente por sua capacidade técnica e operacional, por seu profissionalismo, por sua imparcialidade, e não deixará que sujeitos e instituições envergonhem a sociedade catarinense com abusos e atrocidades. A Polícia Civil não deixará que a população seja manipulada por informações falsas e tendenciosas, sendo levada a um retrocesso jurídico perverso e egoísta.
Defendemos que cada instituição tem seu papel definido em lei, e que essa lei deve ser respeitada em todas as situações e circunstâncias, não podendo ser mitigada de acordo com interesses individuais ou de grupos alheios ao bem estar público. Ontem um mero ladrão de repelentes, um policial; num passado mais distante um surfista, um pai de família, um trabalhador, outros policiais… Quem será a vítima amanhã? Não permitiremos que os oficiais da Polícia Militar e seus subordinados mantenham a população refém de suas arbitrariedades e entendimentos particulares.

Lutaremos pela Lei e pela Justiça, mesmo com o risco da própria vida!
Rodolfo Farah Valente Filho
Delegado de Polícia Civil de Santa Catarina
Delegacia de Polícia da Comarca de Mafra

 

 

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA PM REPUDIA CRÍTICAS
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina _ (Acors) manifesta à sociedade catarinense e à mídia sua indignação e repúdio às ações e declarações do Delegado Leandro Loreto (titular de Laguna), em virtude de desentendimento ocorrido na Delegacia de Laguna entre ele e as guarnições da PMSC, em 25 de fevereiro de 2015.

Inicialmente, ressaltamos que a Acors está acompanhando atentamente o episódio e já mobilizou sua Assessoria Jurídica a fim de prestar total apoio ao Tenente Coronel Jefer Francisco Fernandes, que prontamente atuou em defesa de seus Comandados, respeitando a lei e repelindo arbitrariedade perpetrada pelo Delegado.
É importante esclarecer que entendemos a postura do Delegado Loreto como uma ação individual e isolada, que não reflete a relação institucional harmoniosa que vigora entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, ou mesmo entre Oficiais Militares Estaduais e Delegados de Polícia. O fruto dessa relação impacta positivamente nas atuações de Segurança Pública em nosso Estado, o que faz de Santa Catarina o Estado mais seguro do País.
Já o referido Delegado, ao agir de maneira hostil e arbitrária contra os Policiais Militares que atendiam a uma ocorrência, vem na contramão da moderna doutrina de polícia, a qual incentiva a atuação profissional e sistêmica das diversas corporações e agências de segurança pública, buscando proteger a vida, o patrimônio e os direitos de todos os cidadãos.
Nossos policiais militares foram, em tese, desrespeitados, constrangidos e vítimas de abuso de autoridade em ação desproporcional aos fatos do episódio.
Em suas declarações ao portal G1, o Delegado Loreto foi infeliz ao remeter o fato ocorrido a uma postura estatal, portanto, institucional, chegando à ignorância histórica de dizer: “É uma atitude impensável que remonta a ditadura. Não é um caso isolado, é reflexo de uma postura estatal”. Deveria o douto colega tomar conhecimento de que os porões da ditadura no Brasil não aconteciam em quarteis da Polícia Militar. Tais declarações demonstram fraqueza intelectual que se rende a um discurso raso, vazio e preconceituoso.
Não nos surpreende a postura adotada pelo Delegado, no caso concreto, visto em outros episódios ter se portado de maneira similar nas relações com outros policiais.
A Polícia Militar de Santa Catarina é respeitada e reconhecida em todo o Brasil pelo seu alto grau de profissionalismo, seja em sua estrutura organizacional ou mesmo na atuação gerencial e operacional de seus homens e mulheres que atuam na linha de frente. Todo esse episódio envergonha a Segurança Pública Catarinense.
Defendemos a apuração completa e profunda do episódio, como forma de esclarecer à sociedade catarinense e de garantir a preservação dos direitos de todos os envolvidos. Dessa forma, manifestamos nosso repúdio a qualquer forma de violência ou violação de direitos, sejam eles dos presos durante os atos administrativos de ofício, sejam dos profissionais de segurança pública que atuaram no episódio.
A ACORS, entidade legítima de representação dos interesses dos Oficiais Militares Estaduais catarinenses, continuará sendo a voz ativa e incessante em quaisquer circunstâncias e contra o jugo daqueles que contribuem para a insegurança da sociedade catarinense.
“… mesmo com o risco da própria vida!”

Florianópolis, 26 de fevereiro de 2015.
Diretoria da Acors

Associação dos oficiais da PM rebate as críticas dos delegados de polícia

27 de fevereiro de 2015 0
CARTA DE REPÚDIO ÀS AÇÕES E DECLARAÇÃO DO DELEGADO
 
 
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – ACORS manifesta à sociedade catarinense e à mídia sua indignação e repúdio às ações e declarações do Delegado Leandro Loreto, em virtude de desentendimento ocorrido na Delegacia de Laguna entre ele e as guarnições da PMSC, em 25 de fevereiro de 2015. 
 
Inicialmente, ressaltamos que a ACORS está acompanhando atentamente o episódio e já mobilizou sua Assessoria Jurídica a fim de prestar total apoio ao Tenente Coronel Jefer Francisco Fernandes, que prontamente atuou em defesa de seus Comandados, respeitando a lei e repelindo arbitrariedade perpetrada pelo Delegado.
 
É importante esclarecer que entendemos a postura do Delegado Loreto como uma ação individual e isolada, que não reflete a relação institucional harmoniosa que vigora entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, ou mesmo entre Oficiais Militares Estaduais e Delegados de Polícia. O fruto dessa relação impacta positivamente nas atuações de Segurança Pública em nosso Estado, o que faz de Santa Catarina o Estado mais seguro do País.
 
Já  o referido Delegado, ao agir de maneira hostil e arbitrária contra os Policiais Militares que atendiam a uma ocorrência, vem na contramão da moderna doutrina de polícia, a qual incentiva a atuação profissional e sistêmica das diversas corporações e agências de segurança pública, buscando proteger a vida, o patrimônio e os direitos de todos os cidadãos.
 
Nossos policiais militares foram, em tese, desrespeitados, constrangidos e vítimas de abuso de autoridade em ação desproporcional aos fatos do episódio.
 
Em suas declarações ao portal G1, o Delegado Loreto foi infeliz ao remeter o fato ocorrido a uma postura estatal, portanto, institucional, chegando à ignorância histórica de dizer: “É uma atitude impensável que remonta a ditadura. Não é um caso isolado, é reflexo de uma postura estatal”. Deveria o douto colega tomar conhecimento de que os porões da ditadura no Brasil não aconteciam em quarteis da Polícia Militar. Tais declarações demonstram fraqueza intelectual que se rende a um discurso raso, vazio e preconceituoso.
Não nos surpreende a postura adotada pelo Delegado, no caso concreto, visto em outros episódios ter se portado de maneira similar nas relações com outros policiais.
A Polícia Militar de Santa Catarina é respeitada e reconhecida em todo o Brasil pelo seu alto grau de profissionalismo, seja em sua estrutura organizacional ou mesmo na atuação gerencial e operacional de seus homens e mulheres que atuam na linha de frente. Todo esse episódio envergonha a Segurança Pública Catarinense.
 
Defendemos a apuração completa e profunda do episódio, como forma de esclarecer à sociedade catarinense e de garantir a preservação dos direitos de todos os envolvidos. Dessa forma, manifestamos nosso repúdio a qualquer forma de violência ou violação de direitos, sejam eles dos presos durante os atos administrativos de ofício, sejam dos profissionais de segurança pública que atuaram no episódio.
A ACORS, entidade legítima de representação dos interesses dos Oficiais Militares Estaduais catarinenses, continuará sendo a voz ativa e incessante em quaisquer circunstâncias e contra o jugo daqueles que contribuem para a insegurança da sociedade catarinense.
 
 
“… mesmo com o risco da própria vida!”
 
 
Florianópolis, 26 de fevereiro de 2015.
 
 
Diretoria da ACORS

 

1º Campeonato de Dominó de Florianópolis acontece em março, no Mercado Público

27 de fevereiro de 2015 0

A Prefeitura de Florianópolis realiza em março o 1° Campeonato de Dominó Municipal no Mercado Público de Florianópolis. O evento acontecerá em parceria com a FECAD – Federação Catarinense de Dominó e a CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas no dia 7 de março na Ala Norte. As inscrições podem ser feitas pelo site: www.fecad.com.br. ou no dia dos jogos até às 9h.

Carta de delegado critica ações da PM e Associação dos oficiais repudia manifestação

27 de fevereiro de 2015 77

Manifesto está circulando na rede interna da PC e tem recebido inúmeras manifestações de apoio dos colegas da Polícia Civil catarinense. Confira a íntegra abaixo:

Causou estranheza fato ocorrido no sul de Santa Catarina, quando um Delegado de Polícia deu voz de prisão a quatro soldados da Polícia Militar catarinense e a seu comandante, um tenente-coronel.

Estranheza pela coragem da Autoridade Policial, já que posturas desse tipo não são comuns no estado.

Por outro lado, não surpreende, nem um pouco, a postura dos policiais militares.

Não surpreende a agressividade dos soldados contra um sujeito que furtou dois míseros frascos de repelente de um mercado. Resolveram, como é de praxe entre eles, açoitar o criminoso em repúdio a sua conduta delinquente.

Não surpreende o desrespeito na postura adotada pelos policiais militares, comandante inclusive, dentro de uma Delegacia de Polícia. Isso, ressalta-se, vem de tempos. E, ainda que não denote uma postura institucional, vem ocorrendo reiteradamente, de modo que não pode mais ser considerado um fato isolado.

As relações entre Polícia Civil e Polícia Militar do Estado de Santa Catarina não são boas já há muito tempo. Ainda que haja um esforço conjunto entre as direções das instituições para acobertar as diferenças e desentendimentos, fato é que as polícias catarinenses não convivem harmonicamente.

Há, por certo, bons relacionamentos pessoais entres os policiais, mas a frequência com que os atritos vêm ocorrendo é alarmante.

A Polícia Militar adota uma postura arrogante e prepotente. Invade atribuições, se escora numa superioridade numérica e bélica para impor sua vontade. Não deixa margem para contraponto. Não há espaço para questionamentos relacionados à conduta dos integrantes daquela instituição. Caso contrariados, partem para agressões verbais e até físicas.

Isso não é novidade, casos recentes e contundentes comprovam e contradizem a versão enfeitada divulgada pelos milicianos.

A Polícia Militar e a associação representativa de seus oficiais não têm o que repudiar na conduta do Delegado Leandro Loreto. Quem repudia a postura arrogante e desvirtuada de princípios éticos, morais e constitucionais dos milicianos é a sociedade e toda a comunidade jurídica.

Em nota, a ACORS faz uma comparação insensata com porões da ditadura, criticando fala da Autoridade Policial. Fato é que hoje em dia a prática de abusos físicos é comum nas fileiras da PMSC, como já foi em tempos passados.

E não se discute nem os absurdos procedimentais perpetrados pela ultrapassada instituição.

São essas condutas e posturas que sustentam e dão corpo aos cada vez mais fortes anseios pela extinção das polícias militares em todo Brasil, partindo do princípio que militarização só cabe às Forças Armadas.

O Delegado Leandro Loreto tem apoio de todos os seus colegas Delegados de Polícia de Santa Catarina, por sua louvável e equilibrada postura, adequada a todos os princípios legais que norteiam as atividades de Polícia Judiciária e Segurança Pública.

Castigo físico não é meio de punição aceito em nosso ordenamento jurídico. É crime. Por isso a voz de prisão foi acertada. Se o tenente-coronel comandante fosse equilibrado, e estivesse em seu melhor juízo, teria apoiado o Delegado e tomado as devidas providências contra seus subordinados. Não o fez. Ao contrário. Agiu toscamente e deixou claro todo o seu despreparo.

Os Delegados de Polícia de Santa Catarina reafirmam apoio ao seu colega, e ao acerto de sua decisão. Correto em todos os sentidos jurídicos e sociais.

Os Delegados de Polícia de Santa Catarina manifestam e reforçam sua postura de defender os direitos de toda a sociedade catarinense, sua postura de agir dentro dos limites legais, impondo o rigor da lei a todos sem distinção, sem abusos, sem tolerar corporativismos, atuando na linha de frente e nos bastidores da segurança pública deste estado.

A Polícia Civil catarinense é respeitada nacionalmente por sua capacidade técnica e operacional, por seu profissionalismo, por sua imparcialidade, e não deixará que sujeitos e instituições envergonhem a sociedade catarinense com abusos e atrocidades. A Polícia Civil

não deixará que a população seja manipulada por informações falsas e tendenciosas, sendo levada a um retrocesso jurídico perverso e egoísta.

Defendemos que cada instituição tem seu papel definido em lei, e que essa lei deve ser respeitada em todas as situações e circunstâncias, não podendo ser mitigada de acordo com interesses individuais ou de grupos alheios ao bem estar público.

Ontem um mero ladrão de repelentes, um policial; num passado mais distante um surfista, um pai de família, um trabalhador, outros policiais… Quem será a vítima amanhã?

Não permitiremos que os oficiais da Polícia Militar e seus subordinados mantenham a população refém de suas arbitrariedades e entendimentos particulares. Lutaremos pela Lei e pela Justiça, mesmo com o risco da própria vida!

Rodolfo Farah Valente Filho

Delegado de Polícia Civil de Santa Catarina
Delegacia de Polícia da Comarca de Mafra
Delegacia Regional de Polícia de Mafra
ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA PM REPUDIA CRÍTICAS DO DELEGADO
A Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – ACORS manifesta à sociedade catarinense e à mídia sua indignação e repúdio às ações e declarações do Delegado Leandro Loreto, em virtude de desentendimento ocorrido na Delegacia de Laguna entre ele e as guarnições da PMSC, em 25 de fevereiro de 2015. 
Inicialmente, ressaltamos que a ACORS está acompanhando atentamente o episódio e já mobilizou sua Assessoria Jurídica a fim de prestar total apoio ao Tenente Coronel Jefer Francisco Fernandes, que prontamente atuou em defesa de seus Comandados, respeitando a lei e repelindo arbitrariedade perpetrada pelo Delegado.
É importante esclarecer que entendemos a postura do Delegado Loreto como uma ação individual e isolada, que não reflete a relação institucional harmoniosa que vigora entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, ou mesmo entre Oficiais Militares Estaduais e Delegados de Polícia. O fruto dessa relação impacta positivamente nas atuações de Segurança Pública em nosso Estado, o que faz de Santa Catarina o Estado mais seguro do País.
Já  o referido Delegado, ao agir de maneira hostil e arbitrária contra os Policiais Militares que atendiam a uma ocorrência, vem na contramão da moderna doutrina de polícia, a qual incentiva a atuação profissional e sistêmica das diversas corporações e agências de segurança pública, buscando proteger a vida, o patrimônio e os direitos de todos os cidadãos.
Nossos policiais militares foram, em tese, desrespeitados, constrangidos e vítimas de abuso de autoridade em ação desproporcional aos fatos do episódio.
Em suas declarações ao portal G1, o Delegado Loreto foi infeliz ao remeter o fato ocorrido a uma postura estatal, portanto, institucional, chegando à ignorância histórica de dizer: “É uma atitude impensável que remonta a ditadura. Não é um caso isolado, é reflexo de uma postura estatal”. Deveria o douto colega tomar conhecimento de que os porões da ditadura no Brasil não aconteciam em quarteis da Polícia Militar. Tais declarações demonstram fraqueza intelectual que se rende a um discurso raso, vazio e preconceituoso.
Não nos surpreende a postura adotada pelo Delegado, no caso concreto, visto em outros episódios ter se portado de maneira similar nas relações com outros policiais.
A Polícia Militar de Santa Catarina é respeitada e reconhecida em todo o Brasil pelo seu alto grau de profissionalismo, seja em sua estrutura organizacional ou mesmo na atuação gerencial e operacional de seus homens e mulheres que atuam na linha de frente. Todo esse episódio envergonha a Segurança Pública Catarinense.
Defendemos a apuração completa e profunda do episódio, como forma de esclarecer à sociedade catarinense e de garantir a preservação dos direitos de todos os envolvidos. Dessa forma, manifestamos nosso repúdio a qualquer forma de violência ou violação de direitos, sejam eles dos presos durante os atos administrativos de ofício, sejam dos profissionais de segurança pública que atuaram no episódio.
A ACORS, entidade legítima de representação dos interesses dos Oficiais Militares Estaduais catarinenses, continuará sendo a voz ativa e incessante em quaisquer circunstâncias e contra o jugo daqueles que contribuem para a insegurança da sociedade catarinense.
“… mesmo com o risco da própria vida!”
Florianópolis, 26 de fevereiro de 2015.
Diretoria da ACORS

 

Homem se passa por técnico de ar condicionado e furta os aparelhos de um posto de saúde

27 de fevereiro de 2015 0

Homem se fazendo passar por um técnico de ar-condicionado entrou em um posto de saúde de São José. Indagado pelos funcionários, disse estar fazendo uma vistoria para a troca dos velhos aparelhos por novos. Aproveitou e disse que estava levando um para limpeza. Levou e nunca mais voltou.

Itajaí conta com novos agentes na luta contra a dengue

27 de fevereiro de 2015 0

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a Secretaria de Saúde de Itajaí, quer colocar na rua nesta sexta-feira 30 novos agentes para atuar no controle da dengue no município. O município do litoral concentra todos os casos autóctones, aqueles transmitidos dentro do próprio Estado, registrados hoje em Santa Catarina.

Espaço público utilizado como loja particular em Santo Antônio de Lisboa

27 de fevereiro de 2015 0

A comunidade de Santo Antônio de Lisboa acaba de testemunhar o famoso adágio popular: foi ao ar, perdeu o lugar. A casa que servia de base da PM por 20 anos e foi desativada ano passado, mesmo a contragosto dos moradores, está sendo usada, acredite, como loja particular, mesmo pertencendo ao município. A gritaria no bairro é grande pelo uso privado de um espaço público.