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Iphan dá sinal verde para início imediato do elevado do Rio Tavares

31 de março de 2015 5

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Fotos: João Cavallazzi / Divulgação

Cesar Souza Junior acaba de sair da reunião com a superintendente nacional do Iphan em Brasília, Jurema Machado, que deu sinal verde para o início imediato da obra do elevado do Rio Tavares, no Sul da Ilha de Santa Catarina.

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O prefeito assumiu o compromisso que uma equipe de arqueólogos será contratada pelo município para acompanhar todos os trabalhos, analisando a eventual existência de um sambaqui naquela região. A previsão é para início das obras já na próxima semana.

O prazo estimado para a conclusão do tão esperado elevado é de 16 meses ao custo de R$ 27 milhões, sendo R$ 10 milhões só para indenizações de desapropriações.

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comentários

Comentários (5)

  • Schell diz: 31 de março de 2015

    Factóide, pois, já que nada pode ser, assim, “de boca”; muito menos, a tal Jurema tem poderes para atender de pronto qualquer solicitação. Essa, então, da promessa de contratação de arqueólogos, é de cabo-de-esquadra: mera esparrela. Um pouco de seriedade não faria mal, quer ao que se diz prefeito (nunca mais andou de bicicleta, pois?), quer à mídia em dar por certo o que não pasta de conversa fiada. Lamentável.

  • Ricardo diz: 31 de março de 2015

    Sambaqui não sei Rafael, mas essa prefeitura está de cabeça pra baixo como bem ilustra a foto. Rsrs abs!

  • nelson diz: 1 de abril de 2015

    Pela quantidade de copos e xicaras para agua e cafezinho, a reunião foi longa. Tomara que a obra não demore tanto.

  • José diz: 1 de abril de 2015

    Aeeeeeeeeeeee finalmente!!!!

  • Fernando Teixeira diz: 1 de abril de 2015

    Como Arquiteto e professor da área de meio ambiente entendo a apoio a necessidade de cuidados especiais com possíveis sítios arqueológicos no traçado da obra em questão. No entanto, acho que se o IPHAN está tão preocupado com a qualidade do ambiente artístico e histórico da localidade, deveria mandar seus técnicos avaliarem toda a ocupação irregular e predatória existente no entorno na ára em questão. Chega ser cômigo que, para uma obra como esta, de fundamental importância para a mobilidade urbana, solicitam-se medidas desse nível, enquanto que para conter a destruição do patrimônio natural (causada por invasões de particulares), nada se faz ou tão pouco se cogita!

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