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Hora do recreio: professores implantam momento cultural na ocupação da ALESC

08 de maio de 2015 3

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Depois de instalarem “dormitório” e cozinha com direito a pipoca , chimarrão e cafezinho, os professores militantes que ocupam o hall da Assembleia Legislativa agora implantaram a hora cultural à tardinha com interpretação variada musical que vai da música popular ao pagode, passando também pelos temos sociais e políticos.

Aliás…
Dentro de nove meses pode surgir uma nova geração de manifestantes gerados a a partir das noites movimentadas no Palácio Barriga Verde. Mas também existe um um racha sobre a forma de nascimento, se natural ou cesária. Diante do impasse, a saída será votar pelo indicativo de parto, pelo estado de parto e até o parto propriamente dito. Tudo devidamente aprovado em assembleia da categoria.

Apostas abertas
Nos corredores do parlamento já existe bolão para saber até quando o presidente da Assembleia, Gelson Merísio, um puro sangue italiano, vai suportar a ocupação da Assembleia passivamente.

Leia mais:
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::: Em documento, Sinte/SC pede anistia a faltas e reajuste de 13% na carreira para encerrar greve dos professores

comentários

Comentários (3)

  • Norberto de Jesus Prochnov diz: 8 de maio de 2015

    Seu editor “movido 90% de transpiração e 10% de inspiração” é 100% irônico e preconceituoso. Faz um pré juízo quando infere que “já existe um bolão para saber até quando …, Gelson Merísio, um puro sangue italiano, vai suportar a ocupação da Alesc passivamente.” Esse é um comentário com base no etnocentrismos, fundamentado no esteriótipo, preconceituoso e discriminatório. Essas idéias negam a humanidade àqueles e àquelas que são os agentes do processo de ensino/aprendizagem com princípios fundamentados na diversidade e na pluralidade cultural. Puro sangue italiano, com a sociedade globalizada não tem nem na Itália. O presidente da casa legislativa suportará a ocupação, sendo pacífico, democrático e não cometerá violência parecida como a cometida contra os professores do Paraná. Passiva é uma atitude dos que querem se manter inertes as injustiças e as desigualdades sociais, não creio que essa seja uma atitude a ser tomado pelo Presidente da Alesc. O editor está provocando os brios de Vossa Excelência ou continua seu texto sendo irônico? Humor é uma coisa, propagação de idéias higienistas é outra. Pode surgir sim, uma nova geração de pensantes, de valores e respeito com aqueles que querem uma vida digna para todos com princípios da democracia participativa. Felicidades para todas as mães, independente do que pensam seus filhos, pois as vezes dizem coisas que não contribuem em nada para a qualidade social.

  • Rosângela Barreiros diz: 8 de maio de 2015

    Lamentável,alguém que se intitula jornalista,se prestar a um papel tão nojento.Só gostaria de te informar que la tem muitas senhoras casadas que deixaram seus filhos e estão se arrebentando a dias,lutando por nossos direitos.Levam seus filhos ,netos,irmãos para conhecer de perto,o descaso dos governantes pela nossa educação.Tem pais levando seus filhos e alunos e parte da família diariamente na ocupação.La não é o que vc tentou afirmar sem conhecer a realidade,seu “jornalista”. Não respeito quem nos desrespeita e espero que venha refletir essa sacanagem que fez publicamente.Não estamos num bordel,estamos ocupando a ALESC,e lutando por nossos direitos que é bem justo.Desculpas em público será muito pouco,pode ter certeza disso.Rosângela Barreiros

  • Paula diz: 9 de maio de 2015

    Cabe um processo para tanto desrespeito… Lamentável Sr. Rafael

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