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Papo rápido com Ademir Arnon, jornalista reeleito por aclamação à presidência da ACI

28 de junho de 2015 0
Foto: arquivo pessoal

Foto: arquivo pessoal

Qual o principal desafio para este novo mandato?

Sem dúvida será a abertura do Museu da Comunicação Catarinense. A reforma da edificação deverá estar pronta em setembro e estamos trabalhando para oferecer uma estrutura que não deixará nada a desejar ao que se vê tanto no Brasil quanto no exterior. Será um museu digitalizado, com muita interatividade e conectado a instituições semelhantes em outros países. Claro que também vamos valorizar muito o passado da imprensa catarinense, que neste ano celebra 184 anos. E neste caso vale fazer um agradecimento especial ao governador Colombo, que tem sido um dos entusiastas do projeto do museu.

Como a ACI vê o papel da imprensa catarinense hoje?

Somos uma entidade estadualizada. Em agosto vamos reunir 500 profissionais para uma celebração em Chapecó. Será o maior encontro da história da categoria. Temos agenda programada também para Laguna, terra de Jerônimo Coelho, fundador de O Catarinense, o primeiro jornal do Estado, em 28 de julho de 1831. Nosso papel à frente da entidade é o de estimular o debate numa época em que a intransigência mostra sua força. A ACI defende total e irrestritamente a liberdade de expressão. Gosto muito da frase atribuída ao filósofo francês Voltaire: “Posso não concordar com o que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo”.

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