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Contraponto do Ministério Público sobre cargos públicos

05 de julho de 2015 5

A respeito da nota “Casa de Ferreiro…”, publicada na edição de quinta-feira neste visor a, assessoria de comunicação do MP envia esclarecimento: “O projeto de lei 20/2015 do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) prevê a substituição gradativa dos estagiários de pós-graduação por assistentes de Promotores de Justiça Especiais e Substitutos. Essa mudança é necessária porque os cargos de estagiários são temporários, com limite máximo de dois anos. Ao fiscalizar os órgãos públicos em relação aos cargos comissionados, o Ministério Público não visa a redução de cargos. O objetivo é verificar se tais cargos foram criados de acordo com a Constituição Federal, em funções exclusivas de direção, chefia ou assessoramento”.

Deputado conseguiu barrar tramitação do projeto de lei que cria 62 cargos sem concurso público

comentários

Comentários (5)

  • Bfs diz: 7 de julho de 2015

    “Casa de Ferreiro…”
    Acho que titulo melhor impossível.

    E a intenção ainda é manter o quantitativo…

  • Andre diz: 8 de julho de 2015

    Não comentaram nada sobre os aprovados que estão aguardando desde outubro do ano passado suas convocações?

  • Júnior diz: 8 de julho de 2015

    Também não adianta usar do argumento de ser algo legal para ficar criando uma porrada de cargos comissionados.

    O MP está com os cargos vagos, mas prioriza a chamada de pessoas por método que não existe um critério impessoal, ao invés de trazer o pessoal que participou de um processo transparente para a entrada no órgão.

  • Lorimar diz: 8 de julho de 2015

    A “casa de ferreiro” se refere ao fato do MPSC não se pronunciar de forma transparente/clara aos concursados aprovados e que não são excedentes, ou seja, candidatos dentro do número de vagas. Passaram-se 8 meses da homologação do concurso e não temos perspectivas de convocação. Ao MPSC mais respeito com quem “rala” muito para alcançar seus sonhos. Transparência por favor!

  • Júnior diz: 20 de julho de 2015

    Engraçado, a justificativa da troca se dá pelo fato dos estagiários serem temporários.
    Mas o órgão esta trocando seus estagiários por comissionados, que também são temporários.

    Essa troca deveria ser realizada por cargos EFETIVOS e não por cargos comissionados.

    Considerando que os comissionados são de livre escolha (nomeação), isso dá margem para se questionar essa iniciativa.

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