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Definição de gênero no Plano Municipal de Educação chega em São José

05 de julho de 2015 8

A polêmica sobre a definição de gênero no Plano Municipal de Educação agora chegou a São José. A prefeitura cumpriu os prazos direitinho e entregou o material completinho. Depois de pronto, movimentos ligados aos evangélicos estão pressionando o Executivo a voltar atrás e retirar qualquer menção à identidade de gênero gay. Quando a fé cega, quem mais perde é o debate de ideias.

Procurador defende retirada de menções sobre identidade de gênero e diversidade sexual do Plano Municipal de Educação

comentários

Comentários (8)

  • marina diz: 5 de julho de 2015

    Caramba! Os talibãs evangélicos não dão trégua! Haja fundamentalismo!

  • Gabriel Santos diz: 6 de julho de 2015

    Bom dia.
    Essa questão não havia sido reprovada pelo Senado Federal?
    Estão querendo infiltrar a ideologia por meio dos Estados e Municípios. O senhor está ciente dos fatos que estão ocorrendo por conta da ideologia de gênero aprovada em alguns países? Pais estão sendo presos porque os filhos recusam-se a assistir às aulas. Famílias estão sendo destruídas ( comprovadamente) por conta da desestruturação que isso ocasiona. Seus filhos nem netos poderão ser tratados como meninos ou meninas e o senhor não terá o direito de educá-los como pensar ser o melhor, porque dormiu enquanto seu município aprovava a lei na surdina. Pior: defendeu sem ao menos saber o tiro no pé que está dando. Nem os gays terão sexo definido. Inclusive há muitos gays contrários à essa ideologia.
    Tente informar-se antes e peça o documento para os órgãos representantes. Assim, o senhor também poderá cobrar uma postura dos vereadores.

  • Rafael Meira Luz diz: 6 de julho de 2015

    Querido Rafael Martini, é uma pena que um formador de opinião como o senhor emita esta opinião sem possuir, ao meu ver, informações suficientes para tanto. Se o senhor estudar um pouco mais o assunto, verá que não existe sequer uma pesquisa séria que comprove a legitimidade da imposição da identidade de gênero no ambiente escolar. Verá também que identidade de gênero não se confunde com respeito à diversidade sexual (este sim pode e deve ser inserido). Não sou evangélico, sou católico, mas acho muito inapropriado que se menospreze a opinião dos evangélicos pelo simples fato de possuírem fé… A democracia e o estado laico convivem com a pluralidade de opiniões, sejam elas dadas por gays, heteros, pansexuais, budistas, católicos, espíritas, umbandista e ateus. Não seja parcial… Permita que as pessoas discutam, com respeito, suas opiniões…e por favor, estude o assunto

  • Luiz Fernando diz: 6 de julho de 2015

    Na minha humilde o papel da educação dos filhos, na formação ética, moral e comportamental e da família e não do estado brasileiro!

    A proposta do governo petista da ideologia de gênero no plano de educação e imposto guela abaixo aos estados e municípios, para mim interfere no direito da familiar a educação dos filhos, impondo uma ideologia que conflita com os valores defendidos pela maioria dos brasileiros.

    O estado e município devem voltar suas forças naquilo que deveria ser sua missão, que é oferecer um serviço educacional publico de qualidade. Neste quesito porém vem demonstrando ser MUITO INCOMPETENTE até agora.

    A questão da sexualidade deve ser abordada nas disciplinas relacionadas e na idade adequada, porém transmitir para crianças de que menino ou menina não deve ser educados como tal é arbitrário e perigoso.

    O tema homossexualidade deve ser levado a escolar naturalmente, sob o enfoque biológico, sociológico e no respeito as diferenças, assim como todas as diferenças étnicas, religiosas, sociais, etc.

    Discriminar, constranger ou cometer outros tipo de violência física ou moral são formas de preconceito, porém isto não impede de tomar posição a favor de valores como a defesa da família tradicional, o direito a vida desde a concepção, de me posicionar politicamente dentre outros.

    Outro ponto importante, termos “preconceito e homofobia” tem sido utilizados de maneira distorcida pela mídia e grupos políticos buscando constranger quem pensa e se posiciona de forma contrária a ideologia LGBT, principalmente aos que defende os princípios e valores da família tradicional.

    NÃO A IDEOLOGIA DE GÊNERO!

  • Gabriel Torquato Silveira diz: 6 de julho de 2015

    O Brasil, e não apenas São José, está dando passos largos para trás. Ontem contei na TV a cabo sete canais transmitindo programação religiosa. Dois da igreja católica (um programa comum e outro com um padre “caubói”) e cinco das tradicionais “pague o carnê e Deus te dará em dobro”. Assustador.

  • Cristian Derosa diz: 6 de julho de 2015

    É “Fé cega” ser contra o seu filho aprender a partir dos 4 anos que pode mudar de sexo sem o consentimento dos pais? Tenho certeza de que o colunista vai aderir a essa fé cega quando for com os filhos ou netos dele. Não sabe do que fala, não leu nada a respeito. Estude antes de escrever ou pelo menos dê argumentos mais razoáveis do que o simples estereótipo do “fundamentalista”, tática que tem a baixeza do jornalismo mais rasteiro e ordinário.

  • Jason diz: 6 de julho de 2015

    Gente, por favor, esse tipo de educação é papel da família e não do Estado! Se você quer ensinar identidade de gênero para seu filho então ensine, se você quer ensinar pro seu filho que é errado então ensine, mas isso é papel dos pais e não do Estado!

  • Rick diz: 9 de julho de 2015

    Um monte de gente falando sem saber nada, só o que ve nas correntes de facebook que são na maioria das vezes mentiras espalhadas principalmente por líderes evangélicos.

    Discussão de gênero na escola não é permitir que crianças mudem de sexo sem consentimento dos pais, não é ensinar que a família pai-mãe e filhos é errada nem é enfiar a goela abaixo.

    Cansa ver gente cega que acredita em absurdos sem sentido nenhum espalhados em correntes de facebook e whatassp querendo ser contra.

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