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Aberta a contagem regressiva para a recuperação das pontes Pedro Ivo e Colombo Salles

10 de julho de 2015 5

ponte

O Deinfra aceitou o acordo proposto pelo Ministério Público durante audiência na Justiça sobre a reforma das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Salles. O acerto foi no dia 20 de junho e desde então já conta o prazo de 90 dias para o Estado apresentar um plano detalhado com data para lançamento do edital, previsão de início e de término das obras. E o mais importante: também deverá informar se o grupo gestor, que dá a palavra final nos investimentos do governo, autoriza a imediata liberação dos R$ 70 milhões necessários às obras.

O valor consta no relatório do próprio Deinfra sobre as condições das pontes entregues ao MP no final do ano passado. Para o promotor de Justiça Daniel Paladino, que acompanha o processo, o Estado está ciente das suas responsabilidade, tanto que aceitou os termos. Caso não cumpra, caberá à Justiça determinar o início imediato das obras.

Outro item fixou prazo de 30 dias para o Deinfra obter junto à Capitania dos Portos um laudo atestando a segurança para navegação na região das pontes após os trabalhos de retirada das placas de concreto das passarelas.

A estratégia do governo deve ser a mesma adotada em outros casos que exigem liberação de recursos: empurrar o problema com a barriga para ganhar tempo até conseguir bancar a nova despesa. Tecnicamente pode alegar incapacidade financeira por conta da queda na arrecadação e o limite prudencial da lei de responsabilidade fiscal.

Para o MP, o entendimento é que por bem ou por obrigação a recuperação das estruturas duas únicas ligações entre a Ilha e o Continente deverá sair do papel ainda este ano. Tomara que seja pela primeira alternativa.

A corrida agora é contra o relógio. Tic, tac, tic, tac…

comentários

Comentários (5)

  • Marcelo diz: 10 de julho de 2015

    O problema não é a contagem regressiva para o início da obra. O que assusta é a contagem PROgressiva para o seu término. Mais 10 anos.
    Negócio é derrubar o morro do Cambirela, aterra a ilha com o continente, e onde é o morro hj faz uma nova cidade.rs

  • Celso Camargo diz: 10 de julho de 2015

    Francamente tem coisas que não consigo entender no Brasil atual. A atividade de manutenção é condição primordial num organismo como o Deinfra. Porque necessita de acordo judicial para a execução de uma tarefa que é função obrigatória ?? Será que, no futuro, vamos entrar na justiça para a Celesc fazer a manutenção dos transformadores da nossa rua ??

  • JOSÉ JÚNIUS MAGALHÃES BRITES diz: 10 de julho de 2015

    MAIS UM CAMINHÃO DE DINHEIRO QUE VAI SER DESVIADO PARA O BOLSO DESSA CACHORRADA. É DURO DE ROER….

  • Luis diz: 11 de julho de 2015

    Os milhões que já foram gastos na “sucata gigante” denominada Hercílio Luz, poderiam ser melhor investidos se fossem utilizados na conservação das duas pontes ou na construção de uma quarta ponte, transitável de fato. Porém, nossos governantes sempre escolhem o caminho mais difícil investindo valores astronômicos em uma obra que nunca chega ao fim.

  • naldo diz: 11 de julho de 2015

    Recursos para a eterna reforma da ponte velha tem; Para a simples manutenção dos unicos acessos á ilha não tem, e muito pior é a construção de um novo acesso para desafogar as engarrafadas pontes abandonadas. Não há qualquer vontade politica para melhorar o transito na cidade e região!!

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