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Papo rápido com Eduardo Pinho Moreira, vice-governador

12 de julho de 2015 0

Como será a recepção à presidente Dilma para a inauguração da ponte de Laguna?

Primeiro é preciso que se faça o reconhecimento público pela imponência da obra, que seguiu todo o ritmo programado. É preciso mostrar nosso respeito à presidente, que sempre trabalhou pela conclusão deste equipamento fundamental para o desenvolvimento de todo o Sul do Estado. Por mais fragilizado que o governo federal esteja neste momento por conta da crise política e econômica, a inauguração da ponte será um momento de celebração para a região. Estamos convidando todas as lideranças políticas, empresariais e comunitárias para um ato de agradecimento. Será um dia de festa, não para protestar.

E como está a relação com o governador Colombo?

Sempre tivemos uma convivência muito transparente. É lógico que podemos ter divergências políticas e administrativas, mas elas fazem parte do processo. Se não concordo com algo, tenho abertura para me manifestar e viceversa. Quando dei aquela declaração de que não mandava nada no governo (entrevista ao jornalista Moacir Pereira, DC, 30/4), estava muito pressionado emocionalmente pelo assassinato da médica em Criciúma, mas este ruído na relação já foi superado. O Raimundo e eu falamos todos os dias, afinal temos o mesmo interesse, que é trabalhar por Santa Catarina. E acredito que está dando certo.

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