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Pedaladas Judiciais

04 de outubro de 2015 6

O Tribunal de Justiça, a pedido da Procuradoria Geral do Estado, determinou em julho a saída dos ocupantes ilegais da área pública onde se encontra o Direto do Campo, na avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Após adiar por semanas a notificação formal dos comerciantes, o oficial de Justiça alegou dúvidas com relação à decisão e devolveu a intimação ao juiz, solicitando esclarecimentos. Com isso, conseguiu manter os invasores no local, impedindo a realização de licitação para regularizar a exploração do terreno. Esta semana, o desembargador Paulo Ricardo Bruschi bateu na mesa: cumpra-se a intimação imediatamente. E também determinou uma investigação sobre a conduta suspeita do oficial de Justiça.

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comentários

Comentários (6)

  • mario diz: 4 de outubro de 2015

    E as quadras de tênis, onde só alguns bacanas da cidade, brincam de jogar tênis, vai continuar lá? Quanto ao Sacolão, lógico que tem que pagar preço justo, de mercado e demais taxas. Mas temos que levar em conta também, o tipo de serviço que ambos (quadras de tênis/Sacolão), prestam à comunidade.

  • luiz gonzaga diz: 4 de outubro de 2015

    O que estes senhores ja lucraram com área publica, poderiam ter comprado um local para instalar seu comercio.

  • Pedro Correa diz: 4 de outubro de 2015

    É preciso urgentemente utilizar parte da área para a mobilidade urbana, todos os coletivos que saem do Terminal Cidade de Florianópolis a tarde ficam preso no final da Hercílio Luz, no congestionamento são geralmente 10 a 20 minutos para acessar a ponte, incentivando os usuários a utilizarem os carros, apenas um pedaço da área com uma faixa exclusiva para ônibus, teria enorme impacto.

  • Valerio diz: 4 de outubro de 2015

    É o coxixo, como fica?, está em área pública também.

  • Carlos Henrique diz: 5 de outubro de 2015

    Nossa, “invasores” !!! Falando assim, parece até uma quadrilha de malfeitores.
    Mas pelo que li na própria imprensa, anos atrás o terreno havia sido cedido à comunidade, que autorizou a utilização para fins comerciais.
    Só depois é que resolveram mudar a regra do jogo…

  • luiz fernando diz: 5 de outubro de 2015

    Aquilo que deveria ser para benefício de todos virou benefício aos prdutos “podres” de São Paulo!
    Mais da metade das gôndolas de tomate são refugos de outros centros – só um exemplo.
    A higiene no local é coisa pra vigilância sanitária interditar. A educação do “comandante” e pior de que a de um troglodita.
    Nem preço adequado aplicam mais!

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